19 fevereiro, 2019

Débora Gadelha - Coluna 01: Feriado em Quebec


Se você esta planejando um natal em Quebec, recomendo fazer reservas antecipadamente nos restaurantes/bares que você pretende visitar.
Para nossa felicidade, conseguimos um espaço no balcão da Microbrewery Les 3 Brasseurs: local super aconchegante e com funcionários super atenciosos com a gente, explicando cada cerveja e recomendando os pratos. 


Para começar, pedimos a White (cerveja dourada, turva, com aromas e sabores  delicados de frutas cítricas e especiarias, 18 IBU | 4.7%), e para harmonizar, o Camembert (Queijo de Quebec, rico e cremoso com mini batatas, cranberries, bacon e pães torrados).


Para finalizar, pedimos a cerveja Brown Ale (cerveja marrom com nuances avermelhadas, espuma consistente, com sabor marcante de notas de café, caramelo e chocolate. Um leve amargor no retrogosto e alta drinkability, 27 IBU | 4.8%). Para acompanhar, Beer and Cheddar Soup (sopa cremosa caseira feita com cerveja, cheddar, bacon, cebolinha, gratinada em um pão de centeio), SUPER DELICIOSO!


Apesar do prato ser individual, deu para servir duas pessoas tranquilamente e ficamos bem satisfeitos.

Se você não quer ir tão longe para conhecer a cervejaria, fique sabendo que eles também tem uma cervejaria localizada no Brasil: Rua Jesuíno Arruda, 470 – Itaim Bibi – São Paulo. Inclusive, o All Beers já fez um visita por lá, veja como foi.

Leia as outras colunas da Débora Gadelha

15 fevereiro, 2019

Video & Fotos: In De Wildeman - Amsterdam (Holanda)


O All Beers esteve em Amsterdam, na Holanda, e foi conhecer o In De Wildeman, talvez o bar mais legal da cidade (na minha opinião). Claro que existem outros bares e passeios cervejeiros incríveis por lá, como você já deve ter visto aqui no All Beers, como o Beer Temple, De Bierkoning, Brouwerij 't IJ, Heineken Experience, entre outros, porém no In De Wildeman eu me senti em casa!


Boa variedade nas torneiras e em garrafas também! Tomei um chope da Thornbridge Jaipur (IPA), La Trappe Witte Trappist, Mahr's Heller Bock (ainda não conhecia essa cervejaria e achei bem legal) e uma garrafa da cervejaria holandesa Oedipus, a Panty Stout - boa também!


Conversei muito com o Jelle Hultink, que trabalha na casa já faz um bom tempo e inclusive gravei ele falando rapidamente (entre um cliente e outra que entrava no bar), sobre o local no final do vídeo abaixo.

Jelle Hultink

Nas minha próximas visitas, voltarei com certeza no In De Wildeman!
Veja o vídeo abaixo:



Serviço
In De Wildeman

Kolksteeg 3
1012 PT Amsterdam
Instagram: @indewildeman

14 fevereiro, 2019

2º Congresso Técnico de Sommeliers em Salvador - BA


O crescente mercado das cervejas artesanais está incentivando também a profissionalização do setor. E com intuito de promover mais conhecimento sobre a bebida, a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) realizará o 2º Congresso Técnico de Sommeliers. O evento acontecerá de 6 a 8 de junho, em Salvador (BA) e está com inscrições abertas. Os interessados podem garantir as vagas com desconto até o dia 28 de fevereiro, através do link http://bit.ly/sommelierBA.

Palestras, workshops, mesas redondas com profissionais da área e harmonizações farão parte da programação, que começa a ser divulgada nas próximas semanas. Douglas DME, coordenador do núcleo de sommeliers da Abracerva e que está à frente do evento, afirma que a experiência é bastante enriquecedora.
O contato com outros profissionais da área e a troca de informações faz com que o Congresso seja uma oportunidade única tanto para quem está começando neste mercado, quanto para quem já atua nele”, comenta.

Já para o presidente da Abracerva, Carlo Lapolli, a expectativa é reunir palestrantes de alto nível. “Queremos que a programação agregue conhecimento e capacitação para os participantes, fortalecendo ainda mais o setor e aproximando os profissionais”, diz. 

13 fevereiro, 2019

Entrevista: Cervejaria Augustinus


A Cervejaria Augustinus, de São Paulo, lança na próxima sexta-feira seu primeiro rótulo, a Ka'Kau, produzida dentro da cervejaria Dádiva. Mas eles não surgiram agora no mercado cervejeiro, já faz um tempo que o nome e os rótulos caseiros deles circulam pelo "underground cervejeiro", entre os beer geeks de plantão. Foi assim que eles construiram aos poucos o nome Augustinus. Eu mesmo lembro de ter provado uma Black Mamba no Brewdog Bar São Paulo, e isso já faz um tempo.
Fiquem de olho neles!

Exatamente por isso, o All Beers conversou com os dois sócios da Augustinus, Gabriel Cunha e Leonardo Indini (foto abaixo) para entender os primeiros passos comerciais da cervejaria cigana.

Gabriel Cunha e Leonardo Indini


All Beers - Como e quando surgiu a ideia de criar uma cervejaria?
Cervejaria Augustinus - A ideia de fazer cerveja veio como um hobby. Surgiu quando eu (Leonardo) e dois amigos (Flavio Dechen e Diogo Pantaleão) bebíamos cerveja em uma unidade do Mr. Beer na Vila Olímpia. O Diogo deu ideia de fazermos a nossa própria cerveja e na mesma semana nos matriculamos no curso básico do Sinnatrah. Nesse período, gostávamos muito de cerveja belga, double IPAS e cervejas com alto teor alcoólico. Tanto que nossa primeira receita caseira foi uma dubbel que não deu nada certo. Não desanimamos, continuamos estudando bastante e tentando aprimorar os nossos processos. Começamos brassando clones de cervejas famosas e, depois, nossas próprias ideias. Após um tempo, o Diogo parou de brassar com a gente e, depois de alguns anos, o Flávio também (mas ele segue criando nossas artes muito bem). Nesse momento, chamei o Gabriel Cunha para me ajudar com as brassagens e começamos a ver que havia demanda, nossas cervejas estavam aos poucos ganhando fãs. Desde então, começamos a focar em deixar o negócio mais sério, sair das panelas e ir para a fábrica.


All Beers - Falem um pouco sobre o nome Augustinus. Sempre foi o nome oficial ou vocês pensaram em algum outro?
Cervejaria Augustinus - O nome veio do santo padroeiro da cerveja, Santo Agostinho. Optamos por usar o nome original em latim porque soava melhor. Então, ficou Cervejaria Augustinus.

All Beers - Mesmo caminhando por fora, a Augustinus já estava fazendo barulho com ótimas colaborativas no mercado nacional, como Dead in the Abyss (5Elementos) e Apfelstrudel (Trilha). Como surgiram essas colaborativas, já que vocês ainda não era comercialmente encontrados nos pontos de venda? A Black Mamba foi parte importante neste processo?
Cervejaria Augustinus - Definitivamente tanto a Black Mamba como a Dead by Dawn ajudaram bastante nisso. Desde o começo, foram os dois rótulos que mais chamaram a atenção das pessoas que provavam nossas cervejas. A nossa primeira colaborativa (Dead in the Abyss) surgiu em um bottleshare que os sócios da 5 Elementos estavam presentes. Lá eles experimentaram pela primeira vez a Black Mamba e a Dead by Dawn e ficaram muito impressionados. Foi então que recebemos o convite para fazer uma cerveja com eles em Fortaleza. A ideia foi juntar a imperial stout mais tradicional da 5E, a Abyssal, com a nossa Dead by Dawn, para criarmos algo extremo e pouco explorado no país.


A colaborativa com a Trilha também surgiu após o Beto e o Daniel, que sempre nos apoiaram muito, beberem algumas das nossas produções. Por essas duas coisas, gostávamos de acreditar que uma colab era questão de tempo e disponibilidade deles no brewpub. No caso da Trilha, optamos por testar uma ideia que tínhamos há um tempo. Conversamos bastante com eles, construímos uma receita juntos e o resultado, para todos nós, foi um sucesso! Curtimos muito a produção e o feedback do público foi excelente.

As duas colaborativas foram favorecidas pelo nosso aumento de visibilidade. O pessoal da Trilha e da 5 Elementos sabiam que estávamos fazendo cervejas boas, tínhamos público e demanda reprimida. Por isso, nós agradecemos demais as duas cervejarias pela confiança. Afinal, ainda éramos caseiros, sem nenhum produto em pontos de venda e, mesmo assim, eles toparam trabalhar conosco e nos ajudar nessa primeira etapa de profissionalização. Somos muito gratos por esse apoio e pela oportunidade que ambos nos deram. Podemos adiantar que tem mais colaborativas vindo. Aguardem surpresas!


All Beers - Fale um pouco sobre a Dead by Dawn com 21% de teor alcoólico. Vocês acham viável e provável o lançamento dela de forma comercial?

Cervejaria Augustinus - A Dead by Dawn surgiu nas panelas como um experimento que deu certo. A cerveja é uma imperial stout com teor alcoólico de aproximadamente 20% (varia de lote para lote, devido às suas características de fermentação) que leva café envelhecido em barricas de Bourbon do Franck's Ultra Coffee, nibs de cacau e baunilha.


Enquanto estávamos desenvolvendo a receita da Black Mamba, li o blog de um americano que tentava clonar a 120 Minute IPA da Dogfish Head (uma imperial IPA que o ABV sempre ultrapassa 16%) e me perguntei até onde eu conseguiria chegar com fermentação. Comecei a estudar o assunto e entrei em contato com o autor do blog para fazer umas perguntas. Decidimos, então, testar o máximo de atenuação que conseguiríamos das leveduras em uma base de imperial stout. No final das contas, a cerveja agradou e ficou muito conhecida pelo seu alto teor alcoólico e também por seu rótulo, baseado em um filme de terror clássico dos anos 80 chamado Evil Dead (A Morte do Demônio).

A viabilidade industrial da cerveja é algo que ainda estamos estudando junto com a equipe da Dádiva. Querer nós queremos, mas precisamos checar os detalhes de como dimensionar isso, visto que a escalada do teor alcoólico é a parte mais trabalhosa - e cara - do processo. Podemos adiantar, no entanto, que a chance dela sair ainda esse ano em um lote sazonal é grande.


All Beers - A ideia de vocês é continuar seguindo essa linha de rótulos extremos, com alta graduação alcoólica e focada nos beer geeks?
Cervejaria Augustinus - A ideia é sempre entregar um produto de alta qualidade, que cumpre o prometido no rótulo. Esse é o nosso maior objetivo. Em alguns casos, esse produto teve sua inspiração em alguma cerveja que está com hype no mundo dos beergeeks ou é algum clássico. Um exemplo disso é a Black Mamba. Ela foi inspirada em imperial stouts envelhecidas em barris de bourbon, como a Founders Kentucky Breakfast Stout (KBS), e na escola belga, pois leva açúcar queimado na sua composição como a Black Albert (De Struise Brouwers).


Com relação à graduação alcoólica das nossas cervejas, os lançamentos desse ano devem seguir com ABV elevado porque lançaremos muitos rótulos que fazíamos nas panelas. O nosso foco está sim em cervejas extremas, mas não necessariamente muito alcoólicas. Muitas sours excelentes, por exemplo, têm ABV baixo e elas são muito importantes para nosso projeto de futuro.

All Beers - Fale um pouco sobre os primeiros passos da Augustinos nos pontos de venda e da parceria com a Dádiva. Qual será o primeiro rótulo? Ele já existia? A arte do rótulo será mantida?
Cervejaria Augustinus - Nossa produção e a distribuição estão aos cuidados da Dádiva (Cervejaria e Distribuidora). Vínhamos conversando há alguns meses e a proposta deles foi muito interessante para nós, que precisamos conhecer o funcionamento do mercado nacional.

O nosso primeiro rótulo profissional foi rebatizado como Ka'Kau, nome maia do cacaueiro, pois é uma imperial stout focada em notas de chocolate. A cerveja tem 11% ABV e foi maturada com muito cacau e baunilha. É uma releitura de uma receita caseira nossa chamada Wasted Wonka. Esse nome era adorado por nós e nossos amigos, porém sabíamos ser inviável comercialmente devido ao nome Wonka ser propriedade da Disney.


A arte da nova cerveja foi desenvolvida pelo Flávio Dechen, que segue desenvolvendo rótulos fantásticos para nós, e estará disponível em latas de 355 ml e chope. Como é de se esperar, estamos ansiosíssimos para ver a recepção da cerveja no Brasil todo, além de muito felizes pelo lançamento de nossa marca e da primeira cerveja própria em escala industrial!

07 fevereiro, 2019

Linus De Paoli - Coluna 05: Berlim (parte 2)


Já falei aqui que amo Berlim? Muito!
Amo tanto que voltei mais uma vez a cidade em Setembro de 2018 para um curso de 2 semanas no VLB (​https://www.vlb-berlin.org/​). Assim fui visitar, tanto como visita planejada durante o curso como com os colegas depois das aulas, mais lugares bacanas na cidade para apreciar uma boa cerveja.
Nessa visita pude também confirmar minha paixão e admiração por uma das melhores cervejas feita na cidade e a melhor representante do estilo Berliner Weisse que já tomei, a Marlenne feita pela cervejaria Schneeeule
(​http://wp.schneeeule.berlin/?page_id=98​) que vai ganhar um texto específico em pouco tempo (assim espero).

Seguem alguns deles:

Biererei (​http://biererei-berlin.de/​)
Primeiro um bottle shop e depois um ótimo taproom no bairro de Kreuzberg (centro do turismo hipster da cidade). O taproom têm 20 torneiras de cervejarias locais e convidadas. Muita variedade on tap. Mas a jóia da coroa do bar é a adega de garrafas com tudo de bom que vocês possam imaginar. O dono que frequentemente trabalha no bar vai te receber super bem e sugerir sempre uma boa cerveja para você experimentar.



Vagabund (​https://www.vagabundbrauerei.com/​)
É um brewpub que fica no bairro de Wedding, fora do roteiro turístico hipster, mas bem perto do VLB. Cervejas bacanas feitas no local em equipamento bem pequeno, muito próximo do que um caseiro usa para fazer cervejas em casa.

Beereau (​https://www.facebook.com/beereauberlin/​)
Bottle shop maravilhoso que fica perto da estação de Oranienburger Tor. Ótima seleção de cerveja de todos os cantos com vários Unicórnios Brancos Alados (cervejas raras) por lá. Se alguém passar por lá, procure o Hendrik, que vai te receber muito bem e indicar ótimas cervejas.


The Muted Horn (​https://themutedhorn.com/​)
Localizado no bairro de Neuköln, perto da estação Boddinstrasse. Acabamos visitando o bar durante um Tap Takeover com a cervejaria americana Equilibrium, o que fez com que o ambiente estivesse bem lotado e não deu para ter uma impressão de como o bar é em dias “normais”. Mas já deu a ideia de ser um ambiente bem legal com boa variedade nas 22 torneiras presentes na casa.


Meierei (​http://www.meierei-potsdam.de/​)
Esse foge bem do circuito craft beer de Berlim. Primeiro porque não fica em Berlim e sim em Potsdam.
Segundo porque foca em estilos mais clássicos alemães (ou seja, não vá se você só toma Hazy IPA ou Pastry Stouts). O brewpub fica localizado às margens do lago Jungfernsee, a poucos metros do local onde aconteceu a Conferência de Potsdam que fechou a 2a Guerra Mundial no continente europeu. Além disso o brewpub fica em uma antiga leiteria, completamente reformada para abrigar a cervejaria/restaurante. Com belas cervejas de estilos clássicos e uma das poucas Berliner Weisse com fermentação lática e refermentação na garrafa, vale a visita apesar do acesso um pouco complicado.


Leia as demais colunas do Linus De Paoli.

06 fevereiro, 2019

Vídeo: Equinox Beer House


O All Beers foi conhecer o Equinox Beer House, na capital paulista. Um taproom com 10 torneiras de chope, garrafas e latas nas geladeiras e food trucks na porta do bar.


Local agradável que vale uma visita e já entra no tour cervejeiro da cidade.
Veja o vídeo completo abaixo:




Serviço
Equinox Beer House
Rua Pio XI, 2241 - Alto Lapa - São Paulo
Instagram: @equinox_beer

30 janeiro, 2019

Vídeo: 3 Cariocas TapHouse


Mais um taproom que inaugurou no ano passado e o All Beers foi conhecer.
O 3 Cariocas Tap House fica no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Com 12 torneiras de chope e algumas opções de comida em um local muito agradável e claro, o famoso banheiro que já virou point cervejeiro. Digite no instagram #3Ctoilet e veja o resultado!

#3Ctoilet


3Cariocas Space Cake

No dia, pedi a 3Cariocas Space Cake em chope (foto acima), uma ótima NE IPA que já tinha provado em lata.
Conheça o bar no vídeo abaixo:




Serviço:
3Cariocas TapHouse
Rua Voluntários da Pátria 31A Botafogo
Rio de Janeiro - RJ
Site

29 janeiro, 2019

Mari Ramos - Coluna 01: The Aberdeen Craft Beer Kilometre

O quilômetro da cerveja artesanal em Aberdeen na Escócia, ou 965 metros para ser mais exata, conta com 6 bares: Fierce Bar, Brewdog Castlegate, Brewdog Gallowgate, CASC, The Craftsman e 6º North. Todos servindo o melhor da cerveja artesanal Escocesa e comidas preparadas com ingredientes locais para quem deseja também experimentar o melhor da gastronomia do norte da Grã-Bretanha.

Entre os bares da rota, o Fierce Bar apresenta uma grande variedade de cervejas com sabores diferenciados. Todas produzidas com ingredientes super frescos, de acordo com o fundador e manager director da Fierce Beer, Dave Grant: “Para trazer o máximo de sabor às nossas cervejas, utilizamos ingredientes de alta qualidade e super frescos”.
Que resultaram em cervejas deliciosas e aromáticas como no caso da Porter Maple Bacon Pancake, que traz o defumado do bacon e o sabor do maple syrup em uma combinação que remete ao café da manhã canadense de domingo,  agradando muito ao paladar dos amantes de panqueca. E todas as sours da cervejaria como a Very Berry (Sour berry ale), Tangerine Tart (Sour ale) e a Citrus Tart (Sour ale) que contém adição de suco de limão-taiti e limão siciliano na sua composição, fazem a alegria dos amantes do azedume comprovando a veracidade do slogan da Fierce Beer: “Cerveja que é ferozmente cheia de sabor”.


  Fonte: Mari Ramos Reis,  2019.

Mais adiante na rota da cerveja, encontramos dois bares da famosa Brewdog. Cervejaria Escocesa criadora da Punk IPA (que pode ser encontrada no Brasil) que é responsável por 60% do número total de vendas de suas cervejas. Sim, Punk IPA aqui é um sucesso e não é a toa que ela é uma das flagships da Brewdog. Muito tem a ver com o paladar britânico a preferência por cervejas bem lupuladas, pois cá estamos na nação criadora da famosa Bitter! Porém, nem só de amargor é feita a vida cervejeira! A cervejaria agora conta com uma área exclusiva dedicada à produção das nossas queridas sours anexada ao prédio lá em Ellon, onde tudo começou (falarei sobre o Overworks Tap Room em outra coluna!). Para quem curte uma acidez, as sours produzidas lá no OW podem ser encontradas nos bares da Brewdog na rota, que oferecem também um cardápio harmonizado, com deliciosos hambúrgeres e pizzas produzidos lá mesmo. Hmmmm!

Fonte: Mari Ramos Reis,  2019.

Para quem curte cervejas belgas, o 6º North é o point ideal. Além das queridinhas Lambics on tap, lá também podem ser encontradas cervejas artesanais produzidas pelo próprio Six Degrees como pale ales e Pilsners! Uma grande variedade de cervejas é oferecida com desconto para quem prefere levar para casa, apesar do ambiente ser amplo e convidativo!
As famosas lambics da Cantillon podem ser adquiridas em garrafas com um descontinho camarada de 10%! O bar também oferece um menu recheado com aperitivos e refeições bem elaborados, sendo mais uma grande atração da rota da cerveja artesanal aqui da terra da gaita de fole.


Fonte: Mari Ramos Reis,  2019.

Os dois últimos bares da rota, CASC e The Craftsman, oferecem ótimas cervejas em uma grande variedade de estilos, porém a proposta aqui é diferente. O CASC, além de cervejas, possui uma coleção incrível de charutos que podem ser harmonizados com os melhores whiskies escoceses disponíveis na casa. Para quem curte uma cafeína, uma excelente seleção de cafés artesanais também se encontra disponível. Opções para agradar a todos os paladares através de uma experiência única de bar!

Fonte: Mari Ramos Reis,  2019 e Cascnation.com

The Craftsman
surgiu com o propósito de unir os apaixonados por cerveja e café em um só lugar, em uma atmosfera que é marca registrada no centro da cidade. Servindo uma culinária simples, porém cheia de sabor, o conceito Craft pode ser percebido desde a madeira utilizada para a construção do bar até a qualidade e seleção dos grãos de café que são torrados lá mesmo. Com música ao vivo durante a maioria das noites, The Craftsman certamente é um point imperdível para quem tiver a oportunidade de dar uma passadinha na cidade do granito e capital europeia do petróleo e gás, mas que também possui a sua fama na cena cervejeira, sendo o berço de muitas cervejarias artesanais que fornecem produtos de ótima qualidade para os bares locais.
Keep going, Aberdeen!

Fonte: Thecraftsmanaberdeen, 2019.


Leia as outras colunas da Mari Ramos.
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