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02 maio, 2012

Cerveja deixa homens mais inteligentes, diz pesquisa

Já dizia o cantor pernambucano Chico Science. “Uma cerveja antes do almoço é muito bom para ficar pensando melhor”. Uma pesquisa feita pela Universidade de Illinois, em Chicago, parece comprovar uma parte do verso da música citada acima. 

Independente da hora do dia, homens que bebem cerveja ficam mais inteligentes. Os pesquisadores descobriram que, após ingerir algumas cervejas, os homens conseguiram resolver mais jogos de quebra-cabeças, e mais rápido, do que seus oponentes sóbrios, segundo o NY Daily News.
Os pesquisadores selecionaram um grupo de 40 homens, aos quais foram dadas três palavras. A eles foi delegada a missão de encontrar uma quarta, que fizesse correspondência com as outras três. Por exemplo, a palavra “Queijo” poderia combinar com “Cottage”, “Roquefort” ou “Suíço”. Eles foram separados em dois grupos iguais. Uma metade bebeu duas tulipas de cerveja (quantidade considerada moderada) e a outra ficou sem nada. O grupo que ingeriu cerveja resolveu 40% mais jogos.

Eles também levaram 12 segundos para resolver cada problema, enquanto o grupo que não bebeu gastou 2,5 segundos a mais. A pesquisa lança uma luz para tentar explicar por que escritores com problema de alcoolismo, como Ernest Hemingway e Charles Bukowski, produziram obras artísticas de grande valor criativo. 

Fonte: Exame.com

16 janeiro, 2012

Cerveja e empreendedorismo no Exame.com

(Cervejaria Nacional)

Atrás de países como Alemanha e Estados Unidos, o Brasil não é o maior consumidor de cerveja do mundo. A produção da bebida, ainda dominada por grandes empresas, no entanto, começa a atrair empreendedores para microcervejarias, muitas com produção ainda artesanal.

Apesar dos reajustes de impostos nas bebidas – cervejas e refrigerantes sofreram um aumento médio de 15% em 2011 -, a produção de cerveja alcançou 13,3 bilhões de litros no ano passado – em 2010 foram 12,8 bilhões, um crescimento de 3,37%. Os dados são do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) da Receita Federal.

(Cervejaria Wals)

Em expansão considerável desde 2005, as microcervejarias – pequenas indústrias com produção inferior a cinco milhões de litros por ano, que seguem receitas tradicionais – são uma nova tendência. Segundo a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), esse crescimento se deve à busca de novos sabores por um consumidor cada vez mais exigente e pelo aumento de renda da população. Dados da entidade mostram que as microcervejarias representam 0,5% do mercado cervejeiro nacional – correspondente a cerca de 66,5 milhões de litros no ano passado.

A expectativa, no entanto, é de crescimento acelerado. De acordo com a Abrabe, as microcervejarias devem alcançar 2% do mercado brasileiro de cerveja em 10 anos. Hoje, são 175 micro fábricas registradas no país, em especial no Sul e Sudeste.

Veja a lista de alguns empreendedores aqui.

Matéria do site Exame.com

22 novembro, 2011

Paula Fernandes substitui Sandy em comercial da cerveja Devassa

Sandy mal deixou o posto de Devassa, e a cerveja já parece ter uma nova garota-propaganda para as ações de marketing do próximo ano. Trata-se da cantora sertaneja Paula Fernandes, segundo o site do jornal O Dia.

De acordo com o colunista Leo Dias, Paula Fernandes deve estrelar o comercial da marca, além de, assim como as "Devassas" anteriores, estar presente no camarote da cervejaria, na Marquês de Sapucaí, durante o carnaval do próximo ano no Rio de Janeiro.

Procurada por EXAME.com, a Devassa, por meio de sua assessoria de imprensa, negou a informação, afirmando que o planejamento das campanhas do próximo ano - assim como a escolha da nova garota-propaganda ainda está em andamento.

A informação de que Sandy deixaria de ser garota-propaganda da cervejaria começou a circular na última sexta-feira e foi confirmada pela empresa.

Conforme a empresa, a decisão baseou-se na estratégia de, assim como aconteceu com Paris Hilton, primeira embaixadora da marca, não manter a mesma personalidade no posto de garota-propaganda por dois anos seguidos.

O comercial da cervejaria Devassa em exibição atualmente:



Não deixe de ler este post

Fonte: Exame

21 setembro, 2011

Cerveja hidrata igual à água após prática esportiva

Estudo feito na Espanha comprovou que o consumo moderado da bebida após exercícios é benéfico para a saúde

Um estudo apresentado em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.

Esta é uma das conclusões apresentadas no "VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde", onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.

O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. "Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável", explicou Castillo.

A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja "não prejudica a hidratação após o exercício". Tomar cerveja seria "a mesma coisa que tomar água", por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.

"Não foi encontrado nenhum efeito negativo que pudesse ser atribuído à ingestão de cerveja em comparação com a ingestão de água", disse Castillo, que também afirmou que durante as conferências será apresentado outro estudo que descarta que exista "qualquer relação" entre o consumo da bebida e a tendência a desenvolver "barriga de chope".

O médico Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, afirmou que os resultados dos estudos mostram que o consumo moderado de cerveja "ajuda na prevenção de acidentes cardiovasculares, graças aos efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias".

Além disso, proporciona proteção contra fatores de risco cardiovascular, como diabetes, melhora a pressão arterial, regula o colesterol e previne a arterioesclerose, segundo a pesquisa.

Estruch informou que atualmente estão sendo feitas pesquisas para determinar se os benefícios da cerveja com álcool são maiores que os da cerveja "sem", embora haja indícios de que a primeira tem efeitos mais positivos.

De qualquer forma, Estruch ressaltou a importância de "consumir a cerveja dentro de um padrão de alimentação saudável, preferencialmente a dieta mediterrânea".

Maria Teresa Fernandez Aguilar, pesquisadora da Agência da Saúde de Valência, informou sobre os efeitos benéficos da cerveja sem álcool para as mães lactantes. Ela citou o estudo que demonstrou que crianças amamentadas por mães que consumiram duas cervejas sem álcool durante a lactação têm menos possibilidades padecer de doenças como câncer e arteriosclerose, devido à transmissão dos componentes antioxidantes de bebida.

"Os resultados nos surpreenderam", afirmou Maria Fernandez, acrescentando que a cerveja sem álcool seria mais recomendável que outras bebidas gasosas com base química.

Fonte: Exame

28 abril, 2011

Jovens empreendedores lucram com cervejas especiais

Misturar negócios e prazer pode parecer uma fórmula arriscada, especialmente quando há muito álcool envolvido na equação. Mas este é o caminho que está conduzindo jovens empreendedores brasileiros ao lucro.

São eles que, em parte, estão ajudando a impulsionar o avanço do mercado de cervejas especiais no Brasil. Estima-se que o segmento ainda represente uma modesta fatia de 5% do total das vendas de cerveja no Brasil – em algumas geografias do globo, ele chega a corresponder a mais de 15% das vendas. Mas este quadro começa a mudar com o surgimento de negócios voltados exclusivamente voltado a este filão.

Por trás de muitos deles, há uma história comum: jovens apaixonados por cerveja que tinham dificuldade para encontrar novos rótulos e explorar novos sabores no mercado brasileiro e decidiram transformar o hobby em receita.

É o caso dos amigos cariocas Fabiano Guedes, 30 anos, e Igor Cunha, 26 anos. “Gostamos de provar cervejas diferentes e estávamos sempre atrás de novidades. Mas achávamos poucas opções disponíveis no mercado e, quando encontrávamos, não havia informações sobre o produto na loja”, destaca Guedes.

De cervejeiros amadores nas horas vagas, eles decidiram abandonar seus empregos para investir a sério no negócio. Com um capital inicial de R$ 9 mil, criaram o Puro Malte, especializado na venda de cervejas especiais pela internet. Com mais de 500 produtos no catálogo, o site vende cervejas brasileiras artesanais e cervejas premium importadas.

No ar desde o final do não passado, a loja virtual já fatura cerca de R$ 60 mil por mês. A meta é encerrar o ano com receita mensal de mais de R$ 250 mil. “Há um interesse crescente do público brasileiro por este tipo de produto. Diversos bares e restaurantes estão nos procurando para incluí-los no cardápio”, destaca o empreendedor.

O site recebe pedidos de todos o Brasil, o que demonstra que, mesmo com a barreira do frete, há uma reprimida demanda. “Recebemos um pedido de Manaus cujo frete saiu por R$ 70. É caro, mas como o produto não chega lá, o cliente está disposto a pagar”, justifica o Guedes.

A constatação é reforçada pelo caso de sucesso da rede Mr. Beer. A marca foi criada pelo empreendedor Rodolfo Alves, de 29 anos, em meados de 2009. O projeto nasceu como uma pequena loja no Shopping Ibirapuera, mas logo se tornaria uma franquia com 19 unidades em operação e mais uma prestes a ser inaugurada.

Outros shoppings manifestaram interesse em ter a loja e amigos e familiares queriam copiar o modelo. A operação é simples e tem um apelo muito grande”, resume Alves. O investimento para montar um quiosque com a marca é de R$ 110 mil. O faturamento estimado por unidade é de R$ 25 mil a R$ 30 mil por mês, com margem de lucro de 10%, em média.

Com a expansão via franquias, a rede já chegou a estados como Paraná, Distrito Federal e Rio de Janeiro. Outras 10 lojas devem ser inauguradas em diferentes localidades até o final do ano. “O Mr. Beer surgiu como um hobby, mas percebemos que não era só uma necessidade nossa”, conta Alves, que adquiriu o gosto pelas cervejas especiais durante o tempo em que viveu na Alemanha. A marca, que encerrou o último ano com faturamento de R$ 2 milhões, deve chegar a R$ 6 milhões de receita neste ano.

Para Alves, a tendência chegou para ficar. “Antigamente você falava de cerveja belga e ninguém conhecia, ninguém sabia que tinha no Brasil. Isso está mudando, as pessoas estão cada vez mais interessadas em conhecer e experimentar as cervejas premium”, conclui.


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