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26 janeiro, 2015

Degustação: Xingu Unique Red, Premium Gold e Black


Degustação dos dois novos rótulos da Xingu, que fazem parte do portfólio da Heineken Brasil. As novidades chegaram nos pontos de venda em dezembro de 2014.


Xingu Premium Gold
Com 5,4% de teor alcoólico, translúcida, dourada, creme claro de boa formação e duração. Boa carbonatação.
No aroma, o adocicado aparece. No paladar, refrescante, corpo leve, fácil de beber e com aftertaste levemente adocicado.


Xingu Unique Red
Com 4,6% de teor alcoólico, translúcida, acobreada na coloração e creme claro de boa formação e duração.
No aroma, o caramelo se destaca, é possível também perceber um tímido frutado. No paladar, corpo leve, adocicado, algo frutado que também aparece na boca com a mesma intensidade que no aroma. O aftertaste lembra um leve caramelo, a mais interessante do trio! 


Xingu Black
Com 4,6% de teor alcoólico e bem conhecida no mercado nacional.
Bem escura no visual, creme bege de média formação e duração. No aroma é o tostado que aparece. No paladar, corpo leve, fácil de beber e um adocicado que persiste no aftertaste.

19 novembro, 2014

Cerveja Xingu lança dois novos estilos


A já conhecida cerveja Xingu vai aumentar sua família, com dois novos estilos, Premium Gold (American Lager), Unique Red (Red Lager) e a tradicional Original Black (Sweet Stout). As garrafas são de 355ml e com identidade visual e design de embalagem repaginados.

De acordo com Sérgio Giorgetti, Diretor de Inovação da Heineken Brasil, o crescimento do segmento de cervejas especiais no país vem gerando uma exigência maior por parte dos consumidores, que agora buscam estilos diferentes dos convencionais. 
A nova família Xingu vem para satisfazer essa demanda, com mais variedade, novas opções de sabores e qualidade garantida pela sua tradição e padrões da Cervejaria Heineken”, comenta.

12 setembro, 2011

Propaganda de cerveja mira cada vez mais as mulheres


Campanhas de cervejarias substituem a figura da mulher-objeto por uma presença feminina mais atuante, que bebe com o parceiro

Por vários anos, a combinação “cerveja gelada e mulher quase pelada” foi intensamente explorada por publicitários como uma espécie de fórmula mágica para vender a bebida. Essa predileção, no entanto, começa a fazer parte do passado. Finalmente, cervejarias e agências de propaganda parecem ter percebido o quanto as mulheres se incomodam em ser tratadas como objeto nos comerciais. Mais que isso, elas passaram a temer a reação destas consumidoras. "Nas propagandas antigas, a mulher era retratada como um prêmio para o homem que escolhia determinada marca. Agora, perceberam que a fórmula está batida", afirma Selma Felerico, professora da Escola Superior de Propaganda e marketing (ESPM).

A mulher tem aparecido cada vez menos nas peças publicitárias na posição simplória e reducionista da “gostosona”. É crescente, por outro lado, a associação de sua imagem ao papel de consumidora e companheira – aquela que bebe cerveja e se diverte ao lado do parceiro e dos amigos. Como as mulheres definitivamente conquistaram seu espaço na sociedade, está claro para as companhias que este mercado não pode ser mais desprezado. E algumas marcas já falam diretamente a elas.


A peça mais claramente 'feminina' é a da Stella Artois, veiculadamente atualmente na televisão brasileira (propaganda acima). O filme compara os rituais de preparação de uma mulher que vai sair aos de servir a bebida da marca. O grande apelo é a sofisticação, visto que a Stella está posicionada por sua fabricante no segmento 'premium'.

Eles bebem mais
Pelas estatísticas, os homens são ainda os maiores consumidores de cerveja. Eles bebem cinco vezes mais que as mulheres, aponta a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada em julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com informações da consultoria Nielsen, foram consumidos no Brasil, no ano passado, cerca de 8,5 bilhões de litros de cerveja entre homens e mulheres, contra 7,7 bilhões de litros no ano anterior. As vendas alcançaram a marca dos 36,9 bilhões de reais.

Ainda que as mulheres não sejam tão vorazes quanto os homens no consumo de cerveja, fabricantes e agências de publicidade sabem muito bem que elas são maioria nos pontos-de-venda – a Associação Global de Marketing de Varejo estima que elas representam 70% dos consumidores nestes locais – e têm enorme influência nas escolhas de parceiros, familiares e amigos. “De maneira geral, se considerarmos que mais da metade da população corresponde às mulheres, seria um grade erro ignorar este mercado”, afirmou Cilene Saorin, a primeira sommelier de cervejas do país. “Não existe uma cerveja especifica para mulheres ou para homens, mas existe, sim, um comportamento diferente em relação ao consumo”, explicou.



Ainda que as propagandas tentem ser mais atrativas e respeitosas com as mulheres, nenhuma empresa arriscou-se a produzir uma cerveja específica para esse público. Nos Estados Unidos, nem a Bud Light – versão de apenas 110 calorias da Budweiser – foi criada para atingir especificamente esse mercado. Suas propagandas apelam para o humor, colocando homens e mulheres em situações estranhas.

O mercado brasileiro se deu conta de que a maneira como retratava a mulher, como uma recompensa a quem adquire o produto, estava desatualizada. Foi quando as empresas começaram a colocá-la ao lado do homem”, relatou João Livi, da agência de publicidade Talent, diretor de criação que está por trás de campanhas para as marcas Bavária, Bavária Premium e Xingu, da Heineken. O publicitário chama atenção também para a possibilidade de exagero do outro lado, quando a figura feminina atua como vingadora dos homens. “Essa ideia de guerrinha dos sexos também não combina. É artificial”, alfineta.



Uma coisa é certa. Ficou para trás o tempo em que o 'baixinho' da Kaiser, cujos atributos maiores não eram definitivamente o porte físico e o sex appeal, conquistava o coração da bela atriz Karina Bacchi, em série de comerciais que fez sucesso em 2006. A clara jogada de marketing incluía até rumores na imprensa de que os atores teriam um romance na vida real. Até o final do tal "namoro" virou motivo para propaganda. Nas entrelinhas, o recado: basta beber Kaiser para ter ao seu lado uma linda mulher. Poucos anos se passaram e a mensagem, no entanto, soa antiquíssima.

Fonte: Veja Economia

22 janeiro, 2011

Brasil passa Alemanha e Rússia e é o 3º produtor mundial de cerveja


Que tomar uma que nada. No ano passado, os brasileiros pediram foram muitas e muitas cervejas. O resultado dessa sede toda, que cresceu por causa do aumento da renda no país, do calor e da Copa do Mundo, foi um aumento da ordem de 18% na produção nacional da bebida. Foram fabricados 12,4 bilhões de litros da loura servida gelada e tão apreciada de norte a sul do país, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). Os dados de 2010 ainda estão sendo fechados e podem sofrer uma pequena alteração, mas esse montante já dá ao Brasil um título inédito: de terceiro maior produtor de cerveja do mundo.

''Foi um salto impressionante. É um recorde histórico e, com ele, ultrapassamos a produção da Alemanha, que varia de 10,8 a 11,2 bilhões de litros, e a da Rússia, de 11,6 bilhões de litros'', afirma o presidente do Sindicerv, Gilmar Viana. A produção brasileira de cerveja agora só perde para a da China, com 35 bilhões de litros, e para a dos Estados Unidos, com cerca de 24 bilhões de litros.

Segundo Viana, a expansão da produção nacional é justificada principalmente pelas vendas no Norte e no Nordeste do país. ''Houve um alargamento do consumo'', diz. E, para atender essa alta na demanda, as indústrias chegaram perto do limite da capacidade de produção. Foi por isso também que os investimentos anunciados pelo setor em 2010 foram recordes. No ano passado, os aportes das cervejarias chegaram a R$ 5,4 bilhões, em expansões e construções de unidades, como a da Ambev em Sete Lagoas, na Região Central de Minas. Até então, a média anual de investimentos era da ordem de R$ 2 bilhões.

Os recursos já foram garantidos, mas as cervejarias estão suando para atender os pedidos deste verão. Esta época concentra 40% das vendas nacionais da bebida no país e a forte concentração da demanda está levando ao atraso nas entregas. ''Em dezembro a venda foi tão violenta que pedia 50 caixas e recebia 30. Agora, ainda deixam de mandar uma marca ou outra'', conta o proprietário do Bar do Doca, Jorge Lage. ''O pessoal está com o bolso mais folgado, o que dá tranquilidade para tomar mais cerveja'', observa. O apreciador da bebida Antônio Afonso, dono do Bar do Toninho, reclama que tem dia que ''falta cerveja''. ''As fábricas não estão dando conta de atender todo mundo'', afirma. Ele, inclusive, confessa que consumiu mais, no ano passado. ''Foi o calor'', explica. Segundo Viana, os resultados dos investimentos das cervejarias devem chegar ao mercado no segundo semestre, quando as entregas devem ser equilibradas.

Só a Ambev (Skol, Brahma, Antartica, Bohemia, Original, Polar e Serramalte) registrou uma alta de 14,1% no volume produzido entre janeiro e setembro do ano passado frente igual período de 2009, de acordo com os últimos dados divulgados pela gigante do setor no país. Em nove meses, sua produção atingiu os 6 bilhões de litros. ''Nosso desempenho no Brasil confirma que estamos na direção correta'', afirmou João Castro Neves, presidente da Ambev, durante a divulgação do balanço do terceiro trimestre de 2010.

Nas outras grandes empresas nacionais, a evolução não foi diferente. Paulo Macedo, diretor de Relações Corporativas da Heineken Brasil (Kaiser, Bavaria, Sol, Xingu, Summer Draft e Santa Cerva), conta que o crescimento da empresa em 2010 foi de 14,2%. ''Fatores como a maior renda disponível às famílias, o clima favorável, a manutenção da carga tributária garantiram um incremento no volume de comercialização dos nossos produtos na casa dos dois dígitos'', afirma.

21 janeiro, 2010

Heineken compra FEMSA




A Heineken anunciou a compra da empresa de bebidas Femsa, que detém a marca Kaiser no Brasil.
A empresa holandesa vai comprar 100% das operações da Femsa no México e 83% das operações brasileiras que ainda não pertenciam à Heineken.

A operação teve custo de aproximadamente 5.3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).
A Femsa ficará com o equivalente a 20% do controle acionário do grupo Heineken.

Um dos objetivos é lucrar com o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo em lucros no setor de cervejas, e acelerar o crescimento da marca Heineken no país e no México, usando a estrutura logística da Femsa.

O negócio deve ser concluído no segundo trimestre e precisa passar pela aprovação de autoridades regulatórias e dos acionistas da Heineken, Heineken Holding e Femsa.

Além da Kaiser, a Femsa detém no Brasil as cervejas Dos Equis, Gold, Xingu, Bavaria, Summer e Sol.
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