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12 fevereiro, 2026

Cerveja Sol e BAW® celebram dias solares em collab inédita

 
A cerveja Sol, rótulo premium do Grupo HEINEKEN, se une à BAW® Clothing em uma coleção inédita. Combinando inovação e streetwear, as peças celebram a vibe solar como aliadas perfeitas para o verão, com refrescância e estilo para quem vive intensamente cada momento a céu aberto.

A collab chega ao site e à loja física com 11 peças variadas, entre camisetas, shorts, bermuda, boné, tote bag, pochete, regata e jaqueta, com destaque para uma camiseta com tecnologia termocrômica, que muda de cor ao entrar em contato com a luz solar. Cocriada pelas marcas e executada pela BAW®, cada peça é um convite para abraçar a energia positiva, aliando a atitude despojada da marca de roupas brasileira à autenticidade vibrante de Sol, que faz do verão um estado de espírito válido para o ano todo.

A parceria com a Baw vem para celebrar a leveza e boas vibrações de SOL durante todas as estações do ano. Nossa intenção é nos unirmos ao lifestyle dos nossos consumidores, indo além do produto e entregando uma collab pra todo mundo começar o ano com muito estilo.”, comenta Giovanna Abreu, gerente sênior de marketing das marcas Eisenbahn e Sol do Grupo HEINEKEN


"A collab entre a BAW e a Sol mostra um pouco de como a nossa marca se comunica com o público: peças com alto desenvolvimento de produto, materiais especiais e técnicas de produção pouco comuns no nosso mercado, como a camiseta oversized com estampa termocrômica e a bag térmica, perfeita para curtir a vibe solar com a Sol" diz Lucas Karra, co-fundador e diretor criativo da Baw.

A collab estará disponível para compra exclusivamente no site da BAW®, neste link, e na Baw Retiro Store – loja física da marca localizada no bairro do Bom Retiro, na capital paulista - limitada à disponibilidade do estoque.

28 novembro, 2025

Grupo HEINEKEN anuncia Giovanna Abreu como nova gerente de marketing sênior de Sol e Eisenbahn

 
O Grupo HEINEKEN anuncia a chegada de Giovanna Abreu ao cargo de gerente de marketing senior das marcas de linha premium da companhia, posição em que será responsável pela liderança estratégica das marcas Eisenbahn e SOL no Brasil.

Formada em Administração e Gestão de Negócios pela FIA e Relações Internacionais pela ESPM, a executiva atua há mais de dez anos na área de marketing de consumo. Com passagem por multinacionais como BRF, Danone e PepsiCo, Giovanna chega para assumir a nova posição após um ano como head de marketing da Red Stripe Corporate (Heineken Jamaica). No Grupo HEINEKEN, também atuou como gerente de marketing das marcas Devassa, Tiger e do portfólio de bebidas não alcoólicas.

Sua carreira é marcada por uma vivência multicultural: Giovanna acumulou experiência direta em dois mercados estratégicos para o setor no Brasil e Caribe, combinando repertórios locais que aprimoram sua visão sobre comportamento de consumo, dinâmica de mercado e construção de marcas. Especialista em conectar insights reais do consumidor às estratégias de negócio, traz uma abordagem focada em crescimento e fortalecimento de portfólio.
 
Na nova função, a executiva terá como prioridade acelerar a presença das marcas do grupo em um cenário competitivo e em transformação, ampliando relevância cultural, valor de marca e conexão com o consumidor. A presença de Giovanna reforça o movimento do Grupo HEINEKEN para fortalecer sua liderança em categorias estratégicas do mercado brasileiro.

02 setembro, 2025

Cerveja Sol agora é sem glúten e mira crescimento no Brasil


O consumo de cervejas sem glúten cresce no Brasil, acompanhado por escolhas alimentares mais equilibradas. Atenta às mudanças de comportamento, a Sol, cerveja premium do Grupo HEINEKEN, anuncia que sua versão regular será sem glúten em todo o país e passa a contar também com opção em lata, disponíveis inicialmente em Santa Catarina e Paraná, acompanhando as tendências dos consumidores. As novidades serão produzidas em São Paulo, Recife e Paraná e chegarão aos mercados em outubro deste ano. O movimento integra o plano de diversificação do portfólio do conglomerado e de avanço da marca no mercado brasileiro.

Com 126 anos de história, a cerveja mexicana foca em um público que valoriza a inclusão e os cuidados com a qualidade de vida. Desde que chegou ao país em 2006, a marca tem se destacado pelo pioneirismo no mercado nacional. No último ano, apresentou ao público sua versão 0,0 (zero álcool, sem glúten, com vitaminas B e D e apenas 51 calorias), reafirmando-se como antecipadora de tendências e ampliando as opções para diferentes perfis de consumidores.

Para o próximo ano, a marca prevê  uma campanha global com ampla presença nos principais pontos de venda, redes sociais e mídias OOH (Out of Home) em todo o Brasil.

Para Renan Ciccone, diretor de marketing de premium brands do Grupo HEINEKEN, a modificação é fruto da mudança comportamental do consumidor brasileiro: “Estar livre de glúten permite que a marca seja mais inclusiva, atendendo a uma demanda crescente por diversidade de opções no mercado. O  mais importante é que as credenciais (qualidade e sabor) permanecem as mesmas. Deste modo, reforça-se também o posicionamento da Sol como uma cerveja moderna, leve e alinhada com os novos hábitos de consumo, sem renunciar à qualidade e ao sabor”, explica.

A mudança vai atender também uma demanda nacional de consumidores celíacos, pessoas intolerantes ao glúten. De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), cerca de 2 milhões de brasileiros sofrem por reações derivadas da proteína provinda de alimentos como o malte, uma das principais matérias-primas da bebida. Segundo o relatório da Global Growth Insights, a busca por cervejas sem glúten no país aumentou 20% nos últimos quatro anos.

Rebranding e crescimento no mercado



Como parte do processo de rebranding, a marca apresenta uma nova identidade visual, com embalagens redesenhadas e a reformulação do líquido para garantir a qualidade e o sabor já reconhecidos da Sol em um processo minucioso de retirada da proteína do glúten. A versão regular mantém seus diferenciais, como o frescor característico e o amargor de 15 IBU. Já a Sol 0,0 preserva as vitaminas B6, B9 e D2 (de origem não animal), oferecendo uma alternativa com benefícios adicionais ao consumidor. Outra novidade é o lançamento da versão em lata, no tamanho de 350 ml, aos estados do Paraná e Santa Catarina, ampliando as opções para os consumidores das regiões.

Estas alterações serão realizadas nas cervejarias de Itu, no interior de São Paulo, Igarassu, região metropolitana de Recife, e em Ponta Grossa, no Paraná.

O conglomerado, que detém mais de 15 marcas ativas no Brasil, como Heineken, Amstel, Eisenbahn, Baden Baden, entre outras, visa uma expansão gradativa a longo prazo, mas com um considerável aumento já nos próximos meses. Ciccone comenta que a implantação refletirá tanto no consumidor atacadista quanto no final: “A expectativa é que esse novo momento da marca gere um impacto positivo na demanda, tanto em sell-in (varejistas) quanto em sell-out (consumidor final), contribuindo diretamente para o crescimento de receita e o aumento da distribuição, em todas as regiões brasileiras, a curto prazo”, conclui Ciccone.

17 outubro, 2014

Cervejaria Heineken e cerveja Sol organizam 3º Sol Sunday Sessions


A cervejaria Heineken e a cerveja SOL Premium realizam no próximo domingo em São Paulo a Sol Sunday Sessions, um projeto para reestruturar a marca Sol no Brasil juntando música e gastronomia. 

São festas no formato “Sunset Party” com shows de bandas nacionais, que acontecerão no Manioca, com menu exclusivo da chef Helena Rizzo, eleita melhor chef mulher do mundo pela revista inglesa “The Restaurant”. 
Para terceira edição, show com a cantora Céu e com o DJ José Flávio Jr.



O evento do dia 19/10 já está esgotado, mas um quarto evento acontece em novembro e informaremos aqui no All Beers.

Veja como foi a segunda edição: 

22 janeiro, 2011

Brasil passa Alemanha e Rússia e é o 3º produtor mundial de cerveja


Que tomar uma que nada. No ano passado, os brasileiros pediram foram muitas e muitas cervejas. O resultado dessa sede toda, que cresceu por causa do aumento da renda no país, do calor e da Copa do Mundo, foi um aumento da ordem de 18% na produção nacional da bebida. Foram fabricados 12,4 bilhões de litros da loura servida gelada e tão apreciada de norte a sul do país, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). Os dados de 2010 ainda estão sendo fechados e podem sofrer uma pequena alteração, mas esse montante já dá ao Brasil um título inédito: de terceiro maior produtor de cerveja do mundo.

''Foi um salto impressionante. É um recorde histórico e, com ele, ultrapassamos a produção da Alemanha, que varia de 10,8 a 11,2 bilhões de litros, e a da Rússia, de 11,6 bilhões de litros'', afirma o presidente do Sindicerv, Gilmar Viana. A produção brasileira de cerveja agora só perde para a da China, com 35 bilhões de litros, e para a dos Estados Unidos, com cerca de 24 bilhões de litros.

Segundo Viana, a expansão da produção nacional é justificada principalmente pelas vendas no Norte e no Nordeste do país. ''Houve um alargamento do consumo'', diz. E, para atender essa alta na demanda, as indústrias chegaram perto do limite da capacidade de produção. Foi por isso também que os investimentos anunciados pelo setor em 2010 foram recordes. No ano passado, os aportes das cervejarias chegaram a R$ 5,4 bilhões, em expansões e construções de unidades, como a da Ambev em Sete Lagoas, na Região Central de Minas. Até então, a média anual de investimentos era da ordem de R$ 2 bilhões.

Os recursos já foram garantidos, mas as cervejarias estão suando para atender os pedidos deste verão. Esta época concentra 40% das vendas nacionais da bebida no país e a forte concentração da demanda está levando ao atraso nas entregas. ''Em dezembro a venda foi tão violenta que pedia 50 caixas e recebia 30. Agora, ainda deixam de mandar uma marca ou outra'', conta o proprietário do Bar do Doca, Jorge Lage. ''O pessoal está com o bolso mais folgado, o que dá tranquilidade para tomar mais cerveja'', observa. O apreciador da bebida Antônio Afonso, dono do Bar do Toninho, reclama que tem dia que ''falta cerveja''. ''As fábricas não estão dando conta de atender todo mundo'', afirma. Ele, inclusive, confessa que consumiu mais, no ano passado. ''Foi o calor'', explica. Segundo Viana, os resultados dos investimentos das cervejarias devem chegar ao mercado no segundo semestre, quando as entregas devem ser equilibradas.

Só a Ambev (Skol, Brahma, Antartica, Bohemia, Original, Polar e Serramalte) registrou uma alta de 14,1% no volume produzido entre janeiro e setembro do ano passado frente igual período de 2009, de acordo com os últimos dados divulgados pela gigante do setor no país. Em nove meses, sua produção atingiu os 6 bilhões de litros. ''Nosso desempenho no Brasil confirma que estamos na direção correta'', afirmou João Castro Neves, presidente da Ambev, durante a divulgação do balanço do terceiro trimestre de 2010.

Nas outras grandes empresas nacionais, a evolução não foi diferente. Paulo Macedo, diretor de Relações Corporativas da Heineken Brasil (Kaiser, Bavaria, Sol, Xingu, Summer Draft e Santa Cerva), conta que o crescimento da empresa em 2010 foi de 14,2%. ''Fatores como a maior renda disponível às famílias, o clima favorável, a manutenção da carga tributária garantiram um incremento no volume de comercialização dos nossos produtos na casa dos dois dígitos'', afirma.

21 janeiro, 2010

Heineken compra FEMSA




A Heineken anunciou a compra da empresa de bebidas Femsa, que detém a marca Kaiser no Brasil.
A empresa holandesa vai comprar 100% das operações da Femsa no México e 83% das operações brasileiras que ainda não pertenciam à Heineken.

A operação teve custo de aproximadamente 5.3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).
A Femsa ficará com o equivalente a 20% do controle acionário do grupo Heineken.

Um dos objetivos é lucrar com o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo em lucros no setor de cervejas, e acelerar o crescimento da marca Heineken no país e no México, usando a estrutura logística da Femsa.

O negócio deve ser concluído no segundo trimestre e precisa passar pela aprovação de autoridades regulatórias e dos acionistas da Heineken, Heineken Holding e Femsa.

Além da Kaiser, a Femsa detém no Brasil as cervejas Dos Equis, Gold, Xingu, Bavaria, Summer e Sol.

12 março, 2009

Macrocervejarias & Business

A concorrência entre as grandes cervejarias do Brasil continua, mas você sabe identificar quem distribui ou faz o quê? Vamos falar de 4 cervejarias nacionais, a Ambev (maior delas), Schincariol que corre atrás procurando um público mais selecionado, a FEMSA e também a Petrópolis.

No final do post colocamos um vídeo com as comparações entre Ambev e Schincariol.

Cervejaria Ambev



As marcas Antarctica, Brahma, Bohemia, Skol, Original, Caracu, Kronenbier, Serramalte e Polar vocês já conhecem, mas a Ambev, maior cervejaria da América Latina também aposta alto na importação de cervejas (foto acima).

Mas a briga pelo topo do mercado nacional não é tão fácil como parece, no começo de 2009, a Ambev perdeu 0,2 pontos de participação no mercado brasileiro. Agora a empresa é responsável por 67% das vendas do setor, segundo dados da Nielsen.
De acordo com a corretora Ativa, o dado é “marginalmente negativo” porque, apesar da pequena variação, a Ambev acumula três meses seguidos de perda de mercado. No período, a empresa perdeu 0,8 ponto percentual das vendas.

A corretora lembra que essa perda é normal neste período pois é a época em que a Ambev reajusta seus preços; movimento que é seguido pelas demais empresas com alguma defasagem.

Para 2009, a Ambev deve ser prejudicada pelo novo sistema de cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que entrou em vigor em janeiro e acabou beneficiando as cervejarias menores.

Cervejaria Schincariol


A segunda maior cervejaria do Brasil, a Schincariol aposta em um produto e público diferenciado. Seu alvo desde 2008 tem sido microcervejarias, ou cervejas artesanais.
Foram adquiridas a catarinense Eisenbahn, a carioca Devassa, a pernambucana Indústria de Bebidas de Igarassu (dona da Nobel) e a Baden Baden, de Campos do Jordão.
A estratégia do grupo é elevar a receita com produtos de maior valor agregado. A participação atual da Schincariol no mercado nacional é de 12,1%.


O país está copiando o que ocorre no mundo. As melhores margens estão nesse segmento”.
José Roberto Martins,
consultor da Global Brands.



O plano é que a Eisenbahn chegue a mais pontos de venda, elevando os ganhos da Schincariol. Hoje com presença no Sul, Sudeste, em Goiás, no Distrito Federal, no Ceará, EUA, Austrália e no Uruguai, a Eisenbahn deve ser levada para todo o país e a mercados como Reino Unido, Alemanha e Japão.
A cerveja mais sofisticada da Eisenbahn é a Lust (até R$ 99,90 por 1.500 ml, no site), que passa pelo mesmo processo de produção do champanhe. A cerveja de trigo (Weizenbier) custa R$ 17,94 (355 ml).

Cervejaria Femsa


A FEMSA (Xingu, Bavaria, Sol, Dos Equis, Kaiser) foi no caminho contrário das demais, teve um aumento de 0,6 pontos de participação, chegou a 8,2% em janeiro.

Cervejaria Petrópolis


A Cervejaria Petrópolis (Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess, Petra) teve 9,7% de participação de mercado nacional.

Franquias de Ambev e Schincariol:

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