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20 novembro, 2013
Degustação: Kaiser Radler
Degustação da Kaiser Radler, produto inserido no mercado brasileiro pela Heineken Brasil e que já é fenômeno de venda em diversos países pelo mundo, principalmente em locais quentes. Pensando nisso, chegou ao mercado brasileiro a Radler.
Para analisar a Radler, precisamos entender como ela é feita, ou seja, estamos falando de um produto pensado para refrescar, com 60% de suco de limão e 40% de cerveja. O limão utilizado na receita brasileira é diferente do usado na Europa, por lá eles usam o Siciliano.
“O nosso desafio é mostrar às pessoas que, além de ser muito saborosa, essa novidade proporciona a refrescância em dobro que só a combinação da cerveja com o suco natural de limão pode trazer”, ressalta Mariana Stanisci, diretora de marketing da Heineken Brasil.
Com 2% de teor alcoólico, ela tem coloração verde clara, turva, com espuma clara de baixa formação e duração.
No aroma o limão se destaca juntamente com o paladar. Muito refrescante e fácil de beber.
A ideia é refrescar, ou seja, alcançou o objetivo.
Veja alguns comerciais de Radler fora do Brasil:
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05 dezembro, 2012
All Beers visita a fábrica da Heineken
O All Beers esteve no começo da semana na cidade de Jacareí, interior de São Paulo para conhecer a fábrica da Heineken.
No Brasil são oito ao total, sendo que apenas duas (Jacareí e Araraquara) tem a estrutura de fazer a cerveja Heineken. As demais são responsáveis pelos outros rótulos da cervejaria que consta com mais de 250 marcas pelo mundo, incluindo a Kaiser.
Todos os setores foram visitados dentro da cervejaria e é notável como a qualidade é algo perseguido por todos lá dentro.
Fizemos a degustação do chope Heineken no próprio tanque e depois uma degustação de rótulos internacionais ao comando do mestre cervejeiro Alfredo Ferreira.
Durante a semana publicarei um vídeo da visita.
Obrigado pelo convite Heineken. Confirmei o conceito que já tinha da marca, extremamente profissional. Parabéns!
marcas internacionais da Heineken
na parte de baixo dos tanques
laboratórios
Bavária sendo envasada
Alfredo Ferreira explicando o processo de análise sensorial
degustando o chope Heineken direto do tanque
cervejas degustadas após o tour dentro da fábrica: Edelweiss, desperados e Murphy´s Irish Red
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27 junho, 2012
Chega a Safra 2012 da Kaiser Bock
Começa a distribuição da safra 2012 da Kaiser Bock no país. Tradicional extensão da linha da Kaiser (Heineken), a cerveja pode ser encontrada na versão lata e long neck.
Desde quando foi lançada, em 1993, a kaiser Bock só é vendida durante os quatro meses mais frios do ano.
Segundo informações, ela já pode ser encontrada na região sul e sudeste do país.
Fonte: Vonpar
Desde quando foi lançada, em 1993, a kaiser Bock só é vendida durante os quatro meses mais frios do ano.
Segundo informações, ela já pode ser encontrada na região sul e sudeste do país.
Fonte: Vonpar
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06 dezembro, 2011
Heineken aposta em publicidade da Kaiser
A Heineken resolveu apostar em novas ações publicitárias para Kaiser, "A Cerveja Bem Cervejada", mas e o conteúdo, foi alterado?Veja uma dessas ações e a primeira propaganda que está sendo exibida em tv aberta.
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12 setembro, 2011
Propaganda de cerveja mira cada vez mais as mulheres
Campanhas de cervejarias substituem a figura da mulher-objeto por uma presença feminina mais atuante, que bebe com o parceiro
Por vários anos, a combinação “cerveja gelada e mulher quase pelada” foi intensamente explorada por publicitários como uma espécie de fórmula mágica para vender a bebida. Essa predileção, no entanto, começa a fazer parte do passado. Finalmente, cervejarias e agências de propaganda parecem ter percebido o quanto as mulheres se incomodam em ser tratadas como objeto nos comerciais. Mais que isso, elas passaram a temer a reação destas consumidoras. "Nas propagandas antigas, a mulher era retratada como um prêmio para o homem que escolhia determinada marca. Agora, perceberam que a fórmula está batida", afirma Selma Felerico, professora da Escola Superior de Propaganda e marketing (ESPM).
A mulher tem aparecido cada vez menos nas peças publicitárias na posição simplória e reducionista da “gostosona”. É crescente, por outro lado, a associação de sua imagem ao papel de consumidora e companheira – aquela que bebe cerveja e se diverte ao lado do parceiro e dos amigos. Como as mulheres definitivamente conquistaram seu espaço na sociedade, está claro para as companhias que este mercado não pode ser mais desprezado. E algumas marcas já falam diretamente a elas.
Por vários anos, a combinação “cerveja gelada e mulher quase pelada” foi intensamente explorada por publicitários como uma espécie de fórmula mágica para vender a bebida. Essa predileção, no entanto, começa a fazer parte do passado. Finalmente, cervejarias e agências de propaganda parecem ter percebido o quanto as mulheres se incomodam em ser tratadas como objeto nos comerciais. Mais que isso, elas passaram a temer a reação destas consumidoras. "Nas propagandas antigas, a mulher era retratada como um prêmio para o homem que escolhia determinada marca. Agora, perceberam que a fórmula está batida", afirma Selma Felerico, professora da Escola Superior de Propaganda e marketing (ESPM).
A mulher tem aparecido cada vez menos nas peças publicitárias na posição simplória e reducionista da “gostosona”. É crescente, por outro lado, a associação de sua imagem ao papel de consumidora e companheira – aquela que bebe cerveja e se diverte ao lado do parceiro e dos amigos. Como as mulheres definitivamente conquistaram seu espaço na sociedade, está claro para as companhias que este mercado não pode ser mais desprezado. E algumas marcas já falam diretamente a elas.
A peça mais claramente 'feminina' é a da Stella Artois, veiculadamente atualmente na televisão brasileira (propaganda acima). O filme compara os rituais de preparação de uma mulher que vai sair aos de servir a bebida da marca. O grande apelo é a sofisticação, visto que a Stella está posicionada por sua fabricante no segmento 'premium'.
Eles bebem mais
Pelas estatísticas, os homens são ainda os maiores consumidores de cerveja. Eles bebem cinco vezes mais que as mulheres, aponta a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada em julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com informações da consultoria Nielsen, foram consumidos no Brasil, no ano passado, cerca de 8,5 bilhões de litros de cerveja entre homens e mulheres, contra 7,7 bilhões de litros no ano anterior. As vendas alcançaram a marca dos 36,9 bilhões de reais.
Ainda que as mulheres não sejam tão vorazes quanto os homens no consumo de cerveja, fabricantes e agências de publicidade sabem muito bem que elas são maioria nos pontos-de-venda – a Associação Global de Marketing de Varejo estima que elas representam 70% dos consumidores nestes locais – e têm enorme influência nas escolhas de parceiros, familiares e amigos. “De maneira geral, se considerarmos que mais da metade da população corresponde às mulheres, seria um grade erro ignorar este mercado”, afirmou Cilene Saorin, a primeira sommelier de cervejas do país. “Não existe uma cerveja especifica para mulheres ou para homens, mas existe, sim, um comportamento diferente em relação ao consumo”, explicou.
Ainda que as propagandas tentem ser mais atrativas e respeitosas com as mulheres, nenhuma empresa arriscou-se a produzir uma cerveja específica para esse público. Nos Estados Unidos, nem a Bud Light – versão de apenas 110 calorias da Budweiser – foi criada para atingir especificamente esse mercado. Suas propagandas apelam para o humor, colocando homens e mulheres em situações estranhas.
“O mercado brasileiro se deu conta de que a maneira como retratava a mulher, como uma recompensa a quem adquire o produto, estava desatualizada. Foi quando as empresas começaram a colocá-la ao lado do homem”, relatou João Livi, da agência de publicidade Talent, diretor de criação que está por trás de campanhas para as marcas Bavária, Bavária Premium e Xingu, da Heineken. O publicitário chama atenção também para a possibilidade de exagero do outro lado, quando a figura feminina atua como vingadora dos homens. “Essa ideia de guerrinha dos sexos também não combina. É artificial”, alfineta.
Uma coisa é certa. Ficou para trás o tempo em que o 'baixinho' da Kaiser, cujos atributos maiores não eram definitivamente o porte físico e o sex appeal, conquistava o coração da bela atriz Karina Bacchi, em série de comerciais que fez sucesso em 2006. A clara jogada de marketing incluía até rumores na imprensa de que os atores teriam um romance na vida real. Até o final do tal "namoro" virou motivo para propaganda. Nas entrelinhas, o recado: basta beber Kaiser para ter ao seu lado uma linda mulher. Poucos anos se passaram e a mensagem, no entanto, soa antiquíssima.
Fonte: Veja Economia
Eles bebem mais
Pelas estatísticas, os homens são ainda os maiores consumidores de cerveja. Eles bebem cinco vezes mais que as mulheres, aponta a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada em julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com informações da consultoria Nielsen, foram consumidos no Brasil, no ano passado, cerca de 8,5 bilhões de litros de cerveja entre homens e mulheres, contra 7,7 bilhões de litros no ano anterior. As vendas alcançaram a marca dos 36,9 bilhões de reais.
Ainda que as mulheres não sejam tão vorazes quanto os homens no consumo de cerveja, fabricantes e agências de publicidade sabem muito bem que elas são maioria nos pontos-de-venda – a Associação Global de Marketing de Varejo estima que elas representam 70% dos consumidores nestes locais – e têm enorme influência nas escolhas de parceiros, familiares e amigos. “De maneira geral, se considerarmos que mais da metade da população corresponde às mulheres, seria um grade erro ignorar este mercado”, afirmou Cilene Saorin, a primeira sommelier de cervejas do país. “Não existe uma cerveja especifica para mulheres ou para homens, mas existe, sim, um comportamento diferente em relação ao consumo”, explicou.
Ainda que as propagandas tentem ser mais atrativas e respeitosas com as mulheres, nenhuma empresa arriscou-se a produzir uma cerveja específica para esse público. Nos Estados Unidos, nem a Bud Light – versão de apenas 110 calorias da Budweiser – foi criada para atingir especificamente esse mercado. Suas propagandas apelam para o humor, colocando homens e mulheres em situações estranhas.
“O mercado brasileiro se deu conta de que a maneira como retratava a mulher, como uma recompensa a quem adquire o produto, estava desatualizada. Foi quando as empresas começaram a colocá-la ao lado do homem”, relatou João Livi, da agência de publicidade Talent, diretor de criação que está por trás de campanhas para as marcas Bavária, Bavária Premium e Xingu, da Heineken. O publicitário chama atenção também para a possibilidade de exagero do outro lado, quando a figura feminina atua como vingadora dos homens. “Essa ideia de guerrinha dos sexos também não combina. É artificial”, alfineta.
Uma coisa é certa. Ficou para trás o tempo em que o 'baixinho' da Kaiser, cujos atributos maiores não eram definitivamente o porte físico e o sex appeal, conquistava o coração da bela atriz Karina Bacchi, em série de comerciais que fez sucesso em 2006. A clara jogada de marketing incluía até rumores na imprensa de que os atores teriam um romance na vida real. Até o final do tal "namoro" virou motivo para propaganda. Nas entrelinhas, o recado: basta beber Kaiser para ter ao seu lado uma linda mulher. Poucos anos se passaram e a mensagem, no entanto, soa antiquíssima.
Fonte: Veja Economia
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22 janeiro, 2011
Brasil passa Alemanha e Rússia e é o 3º produtor mundial de cerveja
Que tomar uma que nada. No ano passado, os brasileiros pediram foram muitas e muitas cervejas. O resultado dessa sede toda, que cresceu por causa do aumento da renda no país, do calor e da Copa do Mundo, foi um aumento da ordem de 18% na produção nacional da bebida. Foram fabricados 12,4 bilhões de litros da loura servida gelada e tão apreciada de norte a sul do país, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). Os dados de 2010 ainda estão sendo fechados e podem sofrer uma pequena alteração, mas esse montante já dá ao Brasil um título inédito: de terceiro maior produtor de cerveja do mundo.
''Foi um salto impressionante. É um recorde histórico e, com ele, ultrapassamos a produção da Alemanha, que varia de 10,8 a 11,2 bilhões de litros, e a da Rússia, de 11,6 bilhões de litros'', afirma o presidente do Sindicerv, Gilmar Viana. A produção brasileira de cerveja agora só perde para a da China, com 35 bilhões de litros, e para a dos Estados Unidos, com cerca de 24 bilhões de litros.
Os recursos já foram garantidos, mas as cervejarias estão suando para atender os pedidos deste verão. Esta época concentra 40% das vendas nacionais da bebida no país e a forte concentração da demanda está levando ao atraso nas entregas. ''Em dezembro a venda foi tão violenta que pedia 50 caixas e recebia 30. Agora, ainda deixam de mandar uma marca ou outra'', conta o proprietário do Bar do Doca, Jorge Lage. ''O pessoal está com o bolso mais folgado, o que dá tranquilidade para tomar mais cerveja'', observa. O apreciador da bebida Antônio Afonso, dono do Bar do Toninho, reclama que tem dia que ''falta cerveja''. ''As fábricas não estão dando conta de atender todo mundo'', afirma. Ele, inclusive, confessa que consumiu mais, no ano passado. ''Foi o calor'', explica. Segundo Viana, os resultados dos investimentos das cervejarias devem chegar ao mercado no segundo semestre, quando as entregas devem ser equilibradas.
Só a Ambev (Skol, Brahma, Antartica, Bohemia, Original, Polar e Serramalte) registrou uma alta de 14,1% no volume produzido entre janeiro e setembro do ano passado frente igual período de 2009, de acordo com os últimos dados divulgados pela gigante do setor no país. Em nove meses, sua produção atingiu os 6 bilhões de litros. ''Nosso desempenho no Brasil confirma que estamos na direção correta'', afirmou João Castro Neves, presidente da Ambev, durante a divulgação do balanço do terceiro trimestre de 2010.
Nas outras grandes empresas nacionais, a evolução não foi diferente. Paulo Macedo, diretor de Relações Corporativas da Heineken Brasil (Kaiser, Bavaria, Sol, Xingu, Summer Draft e Santa Cerva), conta que o crescimento da empresa em 2010 foi de 14,2%. ''Fatores como a maior renda disponível às famílias, o clima favorável, a manutenção da carga tributária garantiram um incremento no volume de comercialização dos nossos produtos na casa dos dois dígitos'', afirma.
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08 dezembro, 2010
iTQi para Kaiser... Mas o que é iTQi?
Já viu a nova propaganda da Kaiser com o técnico Mano Menezes?Na propaganda ele fala de um selo de qualidade, o iTQi (International Taste & Quality Institute) da Bélgica no qual a Kaiser venceu.
Mas do que se trata exatamente este selo?
No iTQi, os produtos são avaliados pelos seus atributos individuais e não há competição entre os mesmos. Trata-se de uma avaliação de qualidade, não só de cervejas, mas de produtos diversos em categorias diferentes.
A Cervejaria Colônia também ganhou este selo, entre outras cervejarias do mundo todo.
Este prêmio foi dado para Kaiser em 2009.
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09 setembro, 2010
Clubes paulistas devem estampar lata da Heineken
A Heineken e não mais a Kaiser deve ser a cerveja que vai estampar a marca dos quatro grandes clubes paulistas a partir do final do ano. Com a compra da Femsa (dona da Kaiser), a Heineken deve intensificar sua venda no Brasil. E mundialmente, a marca está associada com o futebol.Veja o comercial da Heineken como patrocinadora oficial da Champions League:
21 janeiro, 2010
Heineken compra FEMSA

A Heineken anunciou a compra da empresa de bebidas Femsa, que detém a marca Kaiser no Brasil.
A empresa holandesa vai comprar 100% das operações da Femsa no México e 83% das operações brasileiras que ainda não pertenciam à Heineken.
A operação teve custo de aproximadamente 5.3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).
A Femsa ficará com o equivalente a 20% do controle acionário do grupo Heineken.
Um dos objetivos é lucrar com o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo em lucros no setor de cervejas, e acelerar o crescimento da marca Heineken no país e no México, usando a estrutura logística da Femsa.
A empresa holandesa vai comprar 100% das operações da Femsa no México e 83% das operações brasileiras que ainda não pertenciam à Heineken.
A operação teve custo de aproximadamente 5.3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).
A Femsa ficará com o equivalente a 20% do controle acionário do grupo Heineken.
Um dos objetivos é lucrar com o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo em lucros no setor de cervejas, e acelerar o crescimento da marca Heineken no país e no México, usando a estrutura logística da Femsa.
O negócio deve ser concluído no segundo trimestre e precisa passar pela aprovação de autoridades regulatórias e dos acionistas da Heineken, Heineken Holding e Femsa.
Além da Kaiser, a Femsa detém no Brasil as cervejas Dos Equis, Gold, Xingu, Bavaria, Summer e Sol.
16 junho, 2009
Kaiser Bock

Já está disponível nas grandes redes de supermercado a nova Kaiser Bock.
É de conhecimento geral o preconceito existente com a marca, mas esqueça isso e prove a Kaiser Bock 2009.
É de conhecimento geral o preconceito existente com a marca, mas esqueça isso e prove a Kaiser Bock 2009.
Fiz uma degustação ontem, sua coloração é avermelhada e translúcida, muito bonita.
Creme bege de pouca densidade mas de boa duração, uma camada perene até o final. Aroma de malte torrado.
Sabor equilibrado de amargo e doce, um pouco aguada, poderia ser mais encorpada.
Boa drinkability e uma ótima opção para locais que não tenham cervejas especiais. Teor alcoólico de 6.2%.
Creme bege de pouca densidade mas de boa duração, uma camada perene até o final. Aroma de malte torrado.
Sabor equilibrado de amargo e doce, um pouco aguada, poderia ser mais encorpada.
Boa drinkability e uma ótima opção para locais que não tenham cervejas especiais. Teor alcoólico de 6.2%.
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12 março, 2009
Macrocervejarias & Business
A concorrência entre as grandes cervejarias do Brasil continua, mas você sabe identificar quem distribui ou faz o quê? Vamos falar de 4 cervejarias nacionais, a Ambev (maior delas), Schincariol que corre atrás procurando um público mais selecionado, a FEMSA e também a Petrópolis.
No final do post colocamos um vídeo com as comparações entre Ambev e Schincariol.
Cervejaria Ambev
Cervejaria Ambev
As marcas Antarctica, Brahma, Bohemia, Skol, Original, Caracu, Kronenbier, Serramalte e Polar vocês já conhecem, mas a Ambev, maior cervejaria da América Latina também aposta alto na importação de cervejas (foto acima).
Mas a briga pelo topo do mercado nacional não é tão fácil como parece, no começo de 2009, a Ambev perdeu 0,2 pontos de participação no mercado brasileiro. Agora a empresa é responsável por 67% das vendas do setor, segundo dados da Nielsen.
De acordo com a corretora Ativa, o dado é “marginalmente negativo” porque, apesar da pequena variação, a Ambev acumula três meses seguidos de perda de mercado. No período, a empresa perdeu 0,8 ponto percentual das vendas.
A corretora lembra que essa perda é normal neste período pois é a época em que a Ambev reajusta seus preços; movimento que é seguido pelas demais empresas com alguma defasagem.
Para 2009, a Ambev deve ser prejudicada pelo novo sistema de cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que entrou em vigor em janeiro e acabou beneficiando as cervejarias menores.
Cervejaria Schincariol
A segunda maior cervejaria do Brasil, a Schincariol aposta em um produto e público diferenciado. Seu alvo desde 2008 tem sido microcervejarias, ou cervejas artesanais.
Foram adquiridas a catarinense Eisenbahn, a carioca Devassa, a pernambucana Indústria de Bebidas de Igarassu (dona da Nobel) e a Baden Baden, de Campos do Jordão.
A estratégia do grupo é elevar a receita com produtos de maior valor agregado. A participação atual da Schincariol no mercado nacional é de 12,1%.
Foram adquiridas a catarinense Eisenbahn, a carioca Devassa, a pernambucana Indústria de Bebidas de Igarassu (dona da Nobel) e a Baden Baden, de Campos do Jordão.
A estratégia do grupo é elevar a receita com produtos de maior valor agregado. A participação atual da Schincariol no mercado nacional é de 12,1%.
“O país está copiando o que ocorre no mundo. As melhores margens estão nesse segmento”.José Roberto Martins,
consultor da Global Brands.
O plano é que a Eisenbahn chegue a mais pontos de venda, elevando os ganhos da Schincariol. Hoje com presença no Sul, Sudeste, em Goiás, no Distrito Federal, no Ceará, EUA, Austrália e no Uruguai, a Eisenbahn deve ser levada para todo o país e a mercados como Reino Unido, Alemanha e Japão.
A cerveja mais sofisticada da Eisenbahn é a Lust (até R$ 99,90 por 1.500 ml, no site), que passa pelo mesmo processo de produção do champanhe. A cerveja de trigo (Weizenbier) custa R$ 17,94 (355 ml).
Cervejaria Femsa

A FEMSA (Xingu, Bavaria, Sol, Dos Equis, Kaiser) foi no caminho contrário das demais, teve um aumento de 0,6 pontos de participação, chegou a 8,2% em janeiro.
Cervejaria Petrópolis

A Cervejaria Petrópolis (Itaipava, Crystal, Lokal, Black Princess, Petra) teve 9,7% de participação de mercado nacional.
Franquias de Ambev e Schincariol:
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