Mostrando postagens com marcador cerveja premium. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cerveja premium. Mostrar todas as postagens

30 janeiro, 2012

Cerveja Proibida chega ao sudeste, mas publicidade só depois do Carnaval

Na contramão do mercado de cerveja, que investe pesado em publicidade no período, a Cerveja Proibida decide apostar em novas campanhas de marketing somente depois do carnaval. “É uma época muito saturada de comunicação da concorrência”, diz João Noronha, diretor presidente da CBBP, fabricante da cerveja.
Segundo a empresa, a proposta é que a ação fuja do tradicional e seja algo inédito e ousado. “Nossas ações de marketing e o nome da marca dizem respeito à liberdade”, diz Noronha. Ele nega que a meta da Proibida era crescer 5% em 2012, e diz que o número era mais condizente com o mercado premium.



Fonte: Exame

10 janeiro, 2012

World Beer Cup 2012 - Conheça a lista das cervejarias brasileiras participantes

Foi divulgada a lista dos participantes do World Beer Cup 2012, veja os brasileiros que vão concorrer aos prêmios:

Amazon Beer
Ambev
Backer
Bamberg
Bierland
Bodebrown
Boteco Colarinho e Confraria do Marquês
Cervejaria Premium
Colorado
Schincariol

Veja a lista completa aqui.

26 setembro, 2011

Revista GQ Brasil elege 10 ótimas cervejas

Revista GQ Brasil elege seu top 10 de cervejas premium: Fuller´s, Taquair, Schneider, Coruja, Orval, La Trappe, Guinness, Colorado, Pilsner Urquell e Brooklyn.

As cervejas foram escolhidas por: Guilherme Balbin, gerente do portal cervejagourmet.com, Arlindo Guimarães, da Amazon Beer, e o mestre cervejeiro e proprietário da Cervejaria Bamberg, Alexandre Bazzo.

Veja a matéria completa aqui.

12 setembro, 2011

Propaganda de cerveja mira cada vez mais as mulheres


Campanhas de cervejarias substituem a figura da mulher-objeto por uma presença feminina mais atuante, que bebe com o parceiro

Por vários anos, a combinação “cerveja gelada e mulher quase pelada” foi intensamente explorada por publicitários como uma espécie de fórmula mágica para vender a bebida. Essa predileção, no entanto, começa a fazer parte do passado. Finalmente, cervejarias e agências de propaganda parecem ter percebido o quanto as mulheres se incomodam em ser tratadas como objeto nos comerciais. Mais que isso, elas passaram a temer a reação destas consumidoras. "Nas propagandas antigas, a mulher era retratada como um prêmio para o homem que escolhia determinada marca. Agora, perceberam que a fórmula está batida", afirma Selma Felerico, professora da Escola Superior de Propaganda e marketing (ESPM).

A mulher tem aparecido cada vez menos nas peças publicitárias na posição simplória e reducionista da “gostosona”. É crescente, por outro lado, a associação de sua imagem ao papel de consumidora e companheira – aquela que bebe cerveja e se diverte ao lado do parceiro e dos amigos. Como as mulheres definitivamente conquistaram seu espaço na sociedade, está claro para as companhias que este mercado não pode ser mais desprezado. E algumas marcas já falam diretamente a elas.


A peça mais claramente 'feminina' é a da Stella Artois, veiculadamente atualmente na televisão brasileira (propaganda acima). O filme compara os rituais de preparação de uma mulher que vai sair aos de servir a bebida da marca. O grande apelo é a sofisticação, visto que a Stella está posicionada por sua fabricante no segmento 'premium'.

Eles bebem mais
Pelas estatísticas, os homens são ainda os maiores consumidores de cerveja. Eles bebem cinco vezes mais que as mulheres, aponta a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada em julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com informações da consultoria Nielsen, foram consumidos no Brasil, no ano passado, cerca de 8,5 bilhões de litros de cerveja entre homens e mulheres, contra 7,7 bilhões de litros no ano anterior. As vendas alcançaram a marca dos 36,9 bilhões de reais.

Ainda que as mulheres não sejam tão vorazes quanto os homens no consumo de cerveja, fabricantes e agências de publicidade sabem muito bem que elas são maioria nos pontos-de-venda – a Associação Global de Marketing de Varejo estima que elas representam 70% dos consumidores nestes locais – e têm enorme influência nas escolhas de parceiros, familiares e amigos. “De maneira geral, se considerarmos que mais da metade da população corresponde às mulheres, seria um grade erro ignorar este mercado”, afirmou Cilene Saorin, a primeira sommelier de cervejas do país. “Não existe uma cerveja especifica para mulheres ou para homens, mas existe, sim, um comportamento diferente em relação ao consumo”, explicou.



Ainda que as propagandas tentem ser mais atrativas e respeitosas com as mulheres, nenhuma empresa arriscou-se a produzir uma cerveja específica para esse público. Nos Estados Unidos, nem a Bud Light – versão de apenas 110 calorias da Budweiser – foi criada para atingir especificamente esse mercado. Suas propagandas apelam para o humor, colocando homens e mulheres em situações estranhas.

O mercado brasileiro se deu conta de que a maneira como retratava a mulher, como uma recompensa a quem adquire o produto, estava desatualizada. Foi quando as empresas começaram a colocá-la ao lado do homem”, relatou João Livi, da agência de publicidade Talent, diretor de criação que está por trás de campanhas para as marcas Bavária, Bavária Premium e Xingu, da Heineken. O publicitário chama atenção também para a possibilidade de exagero do outro lado, quando a figura feminina atua como vingadora dos homens. “Essa ideia de guerrinha dos sexos também não combina. É artificial”, alfineta.



Uma coisa é certa. Ficou para trás o tempo em que o 'baixinho' da Kaiser, cujos atributos maiores não eram definitivamente o porte físico e o sex appeal, conquistava o coração da bela atriz Karina Bacchi, em série de comerciais que fez sucesso em 2006. A clara jogada de marketing incluía até rumores na imprensa de que os atores teriam um romance na vida real. Até o final do tal "namoro" virou motivo para propaganda. Nas entrelinhas, o recado: basta beber Kaiser para ter ao seu lado uma linda mulher. Poucos anos se passaram e a mensagem, no entanto, soa antiquíssima.

Fonte: Veja Economia

02 setembro, 2011

Bar Stella Artois em Curitiba

Ambiente bar-lounge, cardápio de petisco português e música ao vivo. Este é o conceito do bar Stella Artois que vai abrir no dia 15 de setembro dentro do hotel Pestana em Curitiba.

O menu, que ainda permanece a sete chaves, será assinado pelo chef Marcelo Nogueira, comandante da cozinha do restaurante Cais da Ribeira, que também fica dentro do hotel. O primeiro bar da marca belga em Curitiba será comandado pela rede hoteleira portuguesa.

O gerente geral da unidade na capital, Hernán Saucedo, revela que o cardápio terá o tradicional bolinho de bacalhau. “Nós estamos em processo de finalização do menu, que terá petiscos portugueses harmonizados com a cerveja. As diversas opções são para acompanhar as quatro estações de um dia curitibano”, brinca. Ainda segundo Saucedo, a ideia de montar o bar surgiu devido à parceria com a Ambev, dona da marca de cerveja, e pela localização do hotel, no meio do bairro Batel. “Estamos em uma região considerada por muitos como local para happy hour, o que permite este tipo de empreendimento”.

Em São Paulo, a parceria en­­tre a rede de hotéis e a Ambev já existe com o bar que leva a assinatura do chope Brahma. Na capital paranaense, a opção foi pela marca premium belga por ser uma cerveja sofisticada propícia para agradar ao paladar curitibano, afirmam os idealizadores.

Além da Stella Artois, no local haverá uma carta com outros rótulos de cerveja premium, in­­cluindo as bock. O espaço ainda está em reforma e terá capacidade para 35 pessoas. O projeto arquitetônico valoriza os vidros do ambiente e se integra ao hall do hotel.

Fonte: Bom Gourmet/Gazeta do Povo

31 agosto, 2011

Brasileiros querem conhecer mais da milenar cerveja



Aumenta a busca do consumidor por produtos e informação de qualidade no mercado cervejeiro; vendas de cervejas especiais crescem 24% em dois anos

A História comprova que o homem é apreciador da cerveja desde a Antiguidade. Cerca de seis mil anos atrás, a produção já era relativamente variada entre sumérios, egípcios e babilônios. Depois de tantos séculos, a bebida ganhou o mundo, adaptou-se às mais variadas culturas e se sofisticou. O Brasil tem contato com a cerveja desde o período imperial. Com a abertura dos portos, promovida em 1808 por Dom João VI, os navios britânicos passaram a abastecer o país com o produto. Muitos anos depois, a indústria desenvolveu-se graças às técnicas trazidas por imigrantes europeus. Na última década, contudo, o país parece viver uma nova experiência de abertura, desta vez proporcionada pelo desenvolvimento econômico. Elevadas taxas de crescimento do emprego e da renda, somadas à valorização do real ante o dólar, criaram condições ideais para que marcas se multiplicassem no país, cervejarias artesanais ganhassem espaço e importações subissem.

Com mais opções e dinheiro no bolso, o brasileiro passou a investir na busca por conhecimento e informação sobre cervejas de melhor qualidade. Dados da consultoria Nielsen apontam que foram consumidos no ano passado 105 milhões de litros de cerveja da categoria super premium – que custam cerca de 50% a mais que a média de preço da categoria. O volume representou uma elevação de 24% ante 2008, sendo que o consumo da cerveja comum teve avanço de 16% em igual período. A diferença de ritmo explica-se pelo fenômeno da migração. “Cada vez mais pessoas migram das cervejas mais comuns e buscam as especiais”, disse Cilene Saorin, sommelier de cervejas. “O prazer está em degustar com informação”, emendou.

Paulatinamente aumenta a procura por escolhas mais refinadas, com preços que podem variar de pouco mais de 10 reais a até 700 reais. A cerveja especial vive um momento tão bom no país que outros negócios correlacionados proliferam. O empresário Marcelo Ponci, por exemplo, lançou em 2009 a loja virtual Cerveja Gourmet, dedicada ao produto, e rapidamente prosperou. Hoje, a companhia conta com showroom, fiel clientela e uma agenda cheia de eventos corporativos para atender. “É crescente o número de pedidos para montar degustações e harmonizações com comidas. O mercado está muito dinâmico, longe de estar consolidado”, conta Ponci, que trabalha com mais de 300 rótulos no momento.

Outro fenômeno ligado a este processo de sofisticação do mercado é o recente aparecimento de cursos de especialização em cerveja e no varejo deste tipo de produto. O Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas (CTS) da unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Vassouras, no estado do Rio de Janeiro, pretende começar em breve o primeiro curso de pós-graduação em mestre cervejeiro. Já em São Paulo, a Escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) ministra, desde o ano passado, o curso de Formação de Sommeliers de Cervejas, em parceria com a Doemens Academy – escola de formação de mestres cervejeiros, com sede em Munique, na Alemanha. São 100 horas-aulas para uma turma de, no máximo, 40 pessoas, com custo em torno de 1.600 reais. A próxima turma será aberta na unidade de São José dos Campos, no interior paulista.

Sem rivalidade

Até mesmo a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS), antes dedicada exclusivamente aos vinhos, oferece formação de sommelier de cerveja. Cerca de 200 profissionais graduaram-se na seção paulista da entidade desde agosto do ano passado, quando o curso passou a ser oferecido. Apesar de as comparações serem inevitáveis, os especialistas recusam-se a entrar no campo da rivalidade. “Há espaço para todos. A ABS, por exemplo, por mais que continue bastante associada ao vinho, promove degustações muito interessantes de outros produtos, como cerveja, uísque e café”, contou Estacio Rodrigues, coordenador do curso de cervejas da ABS.


Rodrigo Martins (Restaurante Vino!)

Começamos com as cervejas no início do ano e descobrimos um faturamento extra”, conta Rodrigo Martins (foto acima), um dos sócios do Vino!, misto de loja e restaurante localizado em São Paulo. Desde sua abertura, em 2007, a casa apresentava somente vinhos – cerca de 750 rótulos. Agora, há uma prateleira repleta de cervejas, com mais de 50 rótulos. “Algumas mesas antes só consumiam uma garrafa de vinho. Agora, vemos que também pedem três, quatro garrafas de cerveja”, comemora. O empresário conta que os vinhos tintos não perderam espaço. A cerveja tomou o lugar que o vinho branco e os espumantes nunca chegaram a ocupar, por uma questão de hábito da população.

No ano passado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a compra anual per capita de cerveja subiu 23% no período 2008-2009 em relação ao biênio 2002-2003. De acordo com o órgão, cada cidadão consumiu, em média, 5,6 litros de cerveja por ano, um litro a mais que no período anterior de comparação. Curiosamente, a mesma pesquisa mostrou que o popularíssimo prato de arroz e feijão teve queda na demanda. As quantidades consumidas destes grãos recuaram, respectivamente, 40,5% e 26,4% no mesmo período. A simples comparação pode não revelar muita coisa, mas oferece um sinal: de que o brasileiro gosta mesmo daquilo que é bom e sofisticado.

Texto: Veja Economia

30 maio, 2011

João Noronha fala sobre a cerveja Proibida

João Noronha, presidente da CBBP, afirma que lançamento da Proibida optou pelo viés polêmico por conta da grande concentração de mercado em torno de quatro empresas.
Veja entrevista do empresário com o site Meio & Mensagem.


Meio & Mensagem ›› Quando e porque o senhor decidiu investir numa nova cervejaria? Qual é a participação de sua família no negócio?
João Noronha ›› A Companhia Brasileira de Bebidas Premium (CBBP) é um empreendimento independente dos negócios de minha família, que controla o Grupo João Santos. Tomei essa decisão pelo fato de o mercado de cimento ser muito estável e a maneira como a minha família faz o planejamento estratégico. Não havia grandes desafios. O meu avô João Santos, que fundou o negócio, morreu em 2009 com 101 anos de idade e deixou o negócio para seus filhos, hoje casa dos 70 anos. Dentro desse cenário, com a nossa cultura bem configurada na sucessão, não vislumbrei a oportunidade de dar uma grande contribuição. Estou com 40 anos e estou cheio de energia para buscar meu próprio caminho empresarial. Posso até retornar daqui a 10 anos, mas a fase da minha vida hoje oferece outras possibilidades que quero buscar.

O mercado de cerveja me atraiu por ele ainda estar em sua infância no Brasil, comparado a outros mercados. Aqui há cerca de 300 marcas, mas quatro grupos detêm 99% de participação no mercado. Não Europa, onde há mais de 1,5 mil marcas competindo; não existe esse tipo de domínio. Por isso acredito que o Brasil, apesar de ser um dos cinco maiores mercados do mundo em volume de consumo, ainda tem muitos nichos que ainda precisam ser cobertos. Um exemplo disso é que o brasileiro só começou a beber vinho de qualidade há pouco mais de uma década.

M&M ›› Como foi a composição dos R$ 60 milhões em investimentos para a construção da cervejaria?
Noronha ›› O meu investimento tem 80% vindo de um financiamento do BNDES e do Banco do Nordeste e o restante são recursos próprios. Eu deixei meu cargo executivo na empresa no início do ano passado para me dedicar à montagem do negócio, cuja arquitetura começou em 2008. Comecei visitando fabricantes de diversos portes, fornecedores e diversos consultores para tentar avaliar a viabilidade do investimento. Fiz isso por um ano antes de começar a encomendar pesquisas de mercado para entender melhor o consumidor de cerveja.

M&M ›› Qual é o público que a Proibida pretende conquistar?
Noronha ›› Hoje existem as marcas mainstream que dominam o volume de vendas e aquelas do segmento premium, que são um poucos mais caras. Nosso posicionamento será com um produto de qualidade premium a um preço mais acessível, pouco acima das mainstream. Nossa distribuição será de forma abrangente mas menos segmentada que as demais marcas premium. Será um produto mais incorpado com aroma e o melhor sabor das cervejas Pilsen tchecas, com um amargor fugaz e refrescante.
Ainda que não almejemos brigar com as marcas mainstream, acreditamos que é delas que teremos a principal migração de consumidores.

M&M ›› A estratégia escolhida para o lançamento conseguiu conquistar a mídia espontânea esperada, através de uma ação de emboscada no Pânico na TV. Avaliou os riscos da ação?
Noronha ›› Certamente a intenção foi essa e geramos mídia espontânea também para o Pânico na TV que não acredito ter sido prejudicado. Quem não gostou foi a nossa marca concorrente. Fizemos uma ação de cross media, com buzz e efeito viral nas redes sociais.

Queríamos trazer a República Tcheca para o imaginário popular. Fizemos isso inicialmente no Nordeste, onde jogamos uma rede no mar para tentar contato com celebridades e formadores de opinião. O restante aconteceu de forma muito espontânea, inclusive a aproximação do pessoal do Pânico. O objetivo foi posicionar a marca com atitude com um conteúdo próprio e totalmente aspiracional.

M&M ›› O senhor pensa em lançar outras marcas de cerveja ou bebidas não-alcóolicas?
Noronha ›› Temos outras marcas em estudo, tanto de cervejas quanto de soft drinks – nem cola nem guaraná, algo diferente. Todos esses produtos terão conteúdos inovadores e ousados para chegar ao mercado com posição diferenciada.
Mas primeiro precisamos fazer a nossa Pilsen decolar, começar comendo arroz e feijão antes de dar passos nessa direção.

M&M ›› Houve degustação? Quando a Proibida chegará às gôndolas?
Noronha ›› Como sempre existe muita desconfiança do consumidor, optamos por algumas sessões fechadas de degustação com jornalistas de gastronomia e formadores de opinião. Produzimos 20 mil garrafas sem rótulo para essa ação, onde conseguimos uma nota 2,6 numa escala até 5, muito acima da média do mercado brasileiro. A cerveja foi bem avaliada mas agora precisamos do documento emitido pelo Ministério da Agricultura que autoriza o início de sua comercialização.
Creio em que 30 dias isso está resolvido.



16 maio, 2011

Tchecas do Brasil x Pânico = Cerveja Proibida

O assunto da internet e redes sociais do fim de semana foi a divulgação de um viral da cervejaria CBBP (Companhia Brasileira de Bebidas Premium), localizada no Ceará.
A confusão toda girou em torno das garotas, Michaela e Dominika que foram contratadas pela cervejaria e que ao mesmo tempo foram "adotadas" pelo programa Pânico na TV (Rede TV) para realizarem o quadro "Tchecas do Brasil".

O problema é que a patrocinadora oficial de bebidas do programa humorístico é a Skol, que automaticamente pediu a retirada do quadro envolvendo as tchecas.


Sobre as garotas, o portal IG apurou que, Michaela se chama Michaela Matejkova e é personal trainer. Dominika se chama Alicia Seffras,é modelo e morava em Londres.
Veja o vídeo feito pela Folha de São Paulo tentando apurar o assunto e também o vídeo oficial da cerveja Proibida.





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...