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11 junho, 2015

Degustação: 1824 Imigração


Degustação do rótulo 1824 Imigração, uma Weiss com 5,5% de teor alcoólico e produzida na cervejaria Campo Bom (RS).

Amarela no visual, turva, creme claro de ótima formação e duração. No aroma, a banana está em evidência. No paladar, corpo médio, pão, frutada e uma leve acidez.
No afteratste um leve adocicado e banana. Boa weiss!

15 fevereiro, 2012

Cervejas de trigo na revista VIP

A revista VIP deste mês fez uma seleção muito interessante de boas cervejas de trigo vendidas no Brasil.
Aparecem na lista: Schneider Weisse, Erdinger, Divina, Valentins, Bamberg, entre outras.

14 novembro, 2011

Chega a cerveja Faxe e Valentins ao Brasil

A Cerveja Faxe da Dinamarca é velha conhecida dos amantes de cerveja dos anos 90 aqui no Brasil, quando a famosa lata de 1 litro chegava por aqui.
Agora ela está de volta no formato 1 litro e também Royal e Royal Strong via Tarantino



Quem também chega ao Brasil via Tarantino é a cerveja de trigo Valentins, em garrafa e lata de 500ml.

09 novembro, 2011

Degustação: Maisels Weisse

Degustação das alemãs de trigo da Maisel´s Weisse, importadas pela Beer Legends, foram três estilos, Original, Dunkel e Hell.

A primeira degustada foi a Maisel´s Weisse Original, dourada, turva, com ótimo creme branco. Muito interessante no aroma e refrescante no paladar.

Maisel´s Weisse Hell se mostrou extremamente refrescante, com aromas característicos de uma boa trigo.

Para finalizar, a Maisel´s Weisse Dunkel que ficou linda no copo, escura, com ótima formação de espuma. Refrescante como as outras e leve tostado no paladar.

Ótima opção de trigo, vale a degustação para os apreciadores do estilo weiss.

18 outubro, 2011

Sepultura Weiss - A Cerveja do Sepultura está de volta!

Em 2009/2010 foi lançada a Sepulweiss, cerveja do Sepultura.
Agora em 2011 a Sepultura Weiss volta ao mercado de cervejas especiais, desta vez feita pela microcervejaria Bamberg.

O estilo continua o mesmo, uma cerveja de trigo, só que desta vez além da garrafa, a versão chope também é uma opção. O copo weiss também pode ser adquirido em alguns pontos de venda.

Veja a banda falando sobre a cerveja e sobre a Bamberg:
(Eles começam a falar sobre a cerveja com 1min53 de vídeo)

08 abril, 2011

Novo rótulo da Falke Bier

Foi divulgado hoje o rótulo da nova cerveja de trigo da cervejaria mineira Falke Bier. Em breve a cerveja deve chegar ao consumidor.

24 novembro, 2010

Levedo de cachaça para fazer cerveja?

Água, malte, lúpulo e levedo. São apenas quatro os ingredientes básicos para se fazer cerveja, ainda que suas dezenas de estilos façam supor o contrário. À exceção da água, praticamente tudo é importado para a fabricação da bebida no Brasil, quadro que pode mudar a partir de agora, graças à iniciativa pioneira de pesquisadores e produtores mineiros no estudo sobre o uso de levedo de cachaça na fermentação da cerveja, substituindo cobiçados similares europeus. Mais do que mera questão de custo, está em jogo a possibilidade de o país mostrar potencial como fonte de matéria-prima única no mundo.

Levedos são fungos microscópicos. Durante o processo de produção da cerveja, são adicionados aos bilhões ao mosto (o malte macerado com água quente) para desencadear o processo de fermentação, durante o qual são originados o álcool e o gás carbônico. Além disso, é justamente nesse momento que surgem compostos secundários (álcoois superiores e ésteres) fundamentais na formação de aromas da bebida. Há centenas de tipos de levedos, sendo que a minoria é adequada para esse uso. Um deles está presente no mosto de fermentação da cachaça mineira.

A primeira cerveja elaborada com levedo de cachaça produzida em Minas Gerais foi feita recentemente na cervejaria-escola Taberna do Vale, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Batizada de Carolweiss, é uma cerveja de trigo desenvolvida pelo cervejeiro Felipe Viegas e pelo farmacêutico José Eduardo Marinho.

A ideia surgiu há dois anos, durante palestra de Rogélio Brandão, professor do Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e sócio da Cerlev, empresa que presta serviços na área de fermentação. Atualmente, ele prepara um estudo a ser desenvolvido no curso de mestrado sobre a ação de diferentes levedos de cachaça no mesmo mosto de cerveja.

A partir daí, José Eduardo foi buscar num alambique da fazenda do pai, em Mariana, a 110 quilômetros da capital mineira, o insumo para o experimento. Coletou amostra no local e fez a cultura para multiplicação do levedo. Ao eliminar bactérias nocivas e outros micro-organismos desnecessários e menos resistentes, isolou completamente um único tipo de levedo. Antes de usá-lo, foi preciso realizar a transição, já que estava "habituado" a fermentar sempre o açúcar da cana e não o do malte. Sucessivas gerações do mesmo levedo foram cultivadas por dois meses em mosto de cerveja com nível cada vez menor de açúcar de cana.

O levedo que obtiveram é capaz de fermentar naturalmente mosto formado só por malte, prova de que já está pronto para ser usado na fabricação de cerveja. Os resultados surpreenderam Felipe e José Eduardo: a cerveja ficou com teor alcoólico maior que o habitual – 5,5%; 0,2% a mais – e a fermentação, que demora cerca de seis horas para começar, teve início em duas horas.

"Alguns levedos são neutros e fermentam bem vários estilos de cerveja, o que não foi o caso deste. Testei-o numa Pale Ale e não deu certo. Por enquanto, mostrou que trabalha bem em cervejas de trigo dos tipos clara e bock", explica Felipe.

Na bock de trigo, a diferença na graduação de álcool foi ainda maior, 0,5% a mais. Ale é a denominação usada para a família de cervejas de alta fermentação e Pale é um subgrupo de bebidas da família Ale. Já a cerveja bock é aquela com baixa fermentação, cor mais escura e sabor mais forte.

Ameixa e macia

Em termos de sabor, as cervejas de trigo que a dupla produziu apresentam características aromáticas semelhantes às que teriam se tivessem sido feitas com o levedo tradicional do estilo, mas com alguns toques diferentes. Na versão clara, o levedo de cachaça conferiu surpreendente nota de maçã, enquanto na bock houve predominância do aroma de ameixa seca sobre os de banana, passa e cravo – exatamente o contrário do que seria esperado no método habitual. São características que as tornam únicas no mapa-múndi cervejeiro. Por enquanto, nenhuma está à venda.

Por esse motivo, Felipe não descarta a hipótese de pleitear reconhecimento da "weiss mineira" no Beer Judge Certification Program (BJCP), entidade autora do guia de estilos de cerveja mais adotado no mundo.
"Na Argentina, estão desenvolvendo um estilo próprio, chamado dorada pampeana, que querem aprovar no BJCP. É uma cerveja lager (denominação usada para a família de cervejas de baixa fermentação) com malte pilsen cultivado lá. Por que não fazer o mesmo com a nossa cerveja?", questiona.

Os próximos passos, revela, serão desenvolver cervejas ainda mais alcoólicas (até 13%) com esse levedo e testar variedades coletadas em alambiques de outras regiões de Minas Gerais.

Via

26 agosto, 2010

Propagandas Bohemia

Acredito que quando propagandas que fogem do padrão nacional de cerveja são lançadas, temos que destacar. Essa semana vi uma da Bohemia na tv aberta que achei muito interessante e bem feita.

Resolvi então procurar outras da mesma marca e qual não foi minha surpresa quando percebi que todas seguem uma mesma linha, tentando realçar mais o produto do que mulheres seminuas, pagodeiros ou jogadores de futebol.

Encontrei essa linha falando dos estilos diferentes que eles oferecem para o mercado brasileiro: Pilsen, Confraria (Abadia), Escura e Weiss (trigo).
Trata-se de uma propaganda que ensina como se deve degustar e qual copo utilizar em cada estilo.









Independente de gostar ou não da cerveja Bohemia, acho extremamente válido uma cervejaria nacional se preocupar em ensinar seus consumidores sobre a cultura cervejeira! Isso poderia servir de cartilha para as demais cervejarias brasileiras.

20 maio, 2009

O Brasil que você não conhece - parte 02

Continuando nossa viagem pelas cervejas brasileiras que você não conhece...

A Backer é de Belo Horizonte (MG) - Cervejaria Backer. Encontramos vários estilos dela como: Brown, Pale Ale, Pilsen e Trigo.
http://www.cervejariabacker.com.br/site.htm

A Therezópolis é da Cervejaria Therezópolis que fica claro em Teresópolis (RJ).
Encontrada em grandes redes de supermercado.
http://www.therezopolisgold.com.br/tgold/

A Mulata é uma cerveja pilsen da cervejaria Cintra (Grupo Schincariol)
A Cervejaria Cintra se instalou em Mogi Mirim no final de 1997, ao adquirir as instalações desativadas da Kaiser. Posteriormente, construiu uma segunda fábrica em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro.
http://www.cintrasemfrescura.com.br/

A Black Princess é da cervejaria Petrópolis (RJ), é facilmente encontrada em grandes redes de supermercado com as variações de Gold (Pilsen) e 1882 (Pilsen escura).
http://www.cervejariapetropolis.com.br/

23 março, 2009

Degustação: Tucher Helles Hefe Weizen

Tucher Helles Hefe Weizen
Estilo: German Weizen
Álcool: 5,3%
Copo ideal: Weizen

Coloração amarelada típica do estilo, bem turva.
Creme branco, denso e duradouro. Aroma frutado. No sabor podemos dizer que é uma cerveja de boa drinkability, refrescante, pouco adocicada e um leve amargor.
Uma boa cerveja de trigo.

19 março, 2009

Sacramento Brewing Company


Continuando com nossa curiosidade por cervejarias do mundo todo, descobrimos a Sacramento Brewing Company que surgiu em 1995 e suas cervejas podem ser encontradas em pubs, bares e restaurantes locais, ou seja, Califórnia.

Conheça seus produtos:
HEFE WEIZEN - Uma autêntica cerveja alemã de trigo. Leve e refrescante . Teor alcoólico: 5.3%.

INDIA PALE ALE - Uma IPA que segue a risca o modelo inglês. Cerveja forte com teor alcoólico 6.5%.
RED HORSE ALE - Uma tradicional cerveja do norte da Califórnia, seca, de coloração avermelhada. Teror alcoólico: 6.2%.
SQUATCH SCOTCH ALE - Foi da Escócia que veio a inspiração para essa cerveja. Com malte fumado, corpo forte e teor alcoólico 7%
RUSSIAN IMPERIAL STOUT - A cerveja mais forte da cervejaria, inspirada em uma stout inglesa. Teor alcoólico: 8.1%


Fiquei realmente com vontade de degustar todas, alguém sabe de alguma maneira para conseguir essas cervejas?
Veja um vídeo com Peter Hoey falando sobre a combinação de suas cervejas com pratos de comida.


site: http://www.sacbrew.com/
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06 março, 2009

Degustação: Baden Baden Red Ale

BADEN BADEN RED ALE
Estilo: Barley Wine
Álcool: 9.2%
Copo ideal: Tulipa

Foi minha primeira degustação com a Baden Baden, microcervejaria de Campos do Jordão.
Escolhi a Red Ale para inaugurar e devo confessar que se trata de uma cerveja bem forte, de personalidade.
Cerveja bonita, de coloração marrom avermelhada, creme médio e de razoável duração. Aroma muito interessante, bem amarga e seca (lúpulo bem perceptível), reparou na porcentagem de álcool citada acima? Isso mesmo, 9,2%! Por tudo isso se trata de uma cerveja de difícil drinkability, ou seja, complicado pedir uma repetição, principalmente para quem está começando na degustação.

Fiquei curioso para degustar as demais opções da cervejaria.

02 março, 2009

Tipos de cervejas

Nas Américas o tipo de cerveja mais consumido são as claras e leves, já no continente europeu, as mais densas e escuras. A classificação delas é um pouco mais complexa do que escura, clara ou leve e densa. Para começar uma classificação, basicamente podem ser divididas em dois grandes grupos: Lager e Ale.

Lager (pronúncia: lá-guer)


- baixa fermentação (os levedos ficam no fundo durante a fermentação/temperatura mais baixa)
- características: mais clara, leve e seca
- processo de fabricação: 4 a 12 semanas (fermentação e maturação), com temperaturas de 3,3°C a 13°C
- Alguns tipos de lagers facilmente encontradas:
  1. Pilsen - as européias tem mais cor e mais aroma do que as brasileiras (Budweiser, Carlsberg, Corona, Dos Equis, Grolsch, Heineken, Labatt, Sol, Stella Artois...)
  2. Munchener - são lagers escuras ou pretas e podem ser bem leves
  3. Bock - escura, mais doce do que amarga, alto teor alcoólico (6% e 7,5%) - por isso considerada de baixa fermentação forte. São divididas também como: Doppelbock (acima de 7,5% de teor alcoólico) e Eisbock (atinge até 14% de teor alcoólico)
  4. Dunkel - significa escura em alemão, mas não totalmente, são escuras avermelhadas
  5. Lager Americana - leve, pouco encorpada, pouco aromática e pouco saborosa. Em sua composição entram arroz e milho (Budweiser, Coors, Miller...)
  6. Lager Brasileira - parecida com a norte-americana e conhecida como Pilsen, mas com um pouco mais de lúpulo (Skol, Brahma, Kaiser...).

Ale (pronúncia: êil)


- alta fermentação (os levedos ficam no alto durante a fermentação/temperatura mais alta)
- características: aromas mais frutados e sabores mais complexos
- processo de fabricação: 3 a 4 semanas (fermentação e maturação), com temperaturas de 16°C a 24°C
- Alguns tipos de ales facilmente encontradas:
  1. Stout - bem escuras ou pretas (Guinness). Existem algumas variações como Sweet Stout, Dry Stout...
  2. Porter - coloração varia do castanho ao preto. Mais suave e menor teor alcoólico que a stout
  3. Brown Ale - pouco lúpulo, sabor adocicado
  4. Pale Ale - são ales claras, com graduação alcoólica até 6%
  5. India Pale Ale - ou somente IPA, cerveja carregada em lúpulo
  6. Red Ale - avermelhada devido ao uso de um pouco de malte tostado
  7. Bitter - amarga
  8. Altbier - significa cerveja velha, coloração castanha
  9. Kölsch - normalmente mais doce e com menos lúpulo. Em muitas receitas leva vários grãos, inclusive trigo. Pela regra, somente cervejas feitas em Köln (Colonia) poderiam levar esse nome, assim como ocorre com o Champagne. Entretanto, temos casos de cervejas brasileiras, como a Eisenbahn, que oferecem sua versão.
  10. Trapistas - Não são consideradas propriamente um estilo único, pois algumas são Dubbel (2x mais malte), Tripel (3x mais malte) ou Quadrupel (4 vezes mais malte).
  11. Barley Wine - teor alcoólico alto, conhecidos também como vinho de cevada
As cervejas de trigo (weizenbier) podem ser feitas nos dois processos de fermentação. Podem ser suaves ou doces.
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