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14 setembro, 2016

Kirin e Brooklyn juntas em 2017 no Japão, já no Brasil...


Amanhecemos hoje com uma avalanche de notícias dos meios de comunicação japoneses e brasileiros sobre um acordo de produção e distribuição da cervejaria norte-americana Brooklyn pelo grupo japonês Kirin, tanto no Japão como no Brasil.
No Japão, a Brooklyn é representada pela Nippon Beer e no Brasil pela BeerManiacs.

Apurando os fatos, o All Beers chegou até o proprietário da BeerManiacs, Iron Mendes, que nos adiantou o seguinte:
"Sobre o Japão, a Brooklyn tem conversado com a Kirin sobre 2017 e não tenho informações sobre isso. No Brasil, estamos verificado alternativas para crescer e temos conversado com vários players, porém não há nenhum acordo firmado até o momento."

Embora alguns canais tenham dado já como certa essa parceria no Japão, no Brasil parece que tudo continua da mesma maneira, pelo menos até o momento. Novidades em breve.

12 novembro, 2012

Brasil Kirin faz coletiva em São Paulo


Na semana em que a bilionária compra da Schincariol pela japonesa Kirin completa um ano, a companhia anuncia sua nova marca institucional: Brasil Kirin. O portfólio da empresa de bebidas segue com as mesmas marcas, como as cervejas Nova Schin e Devassa. Os recursos investidos na mudança não foram especificados, mas estão dentro do plano de investimento de 480 milhões de reais divulgado pela companhia para o ano.

Em apresentação à imprensa, Gino Di Dominico, presidente da antiga Schincariol e atual Brasil Kirin, sustentou que a empresa de bebidas terá três prioridades daqui para frente: o desenvolvimento de marcas, incluindo novos nomes que deverão chegar ao mercado no ano que vem, o envolvimento dos colaboradores, e a expansão da distribuição - hoje a empresa está presente em 600.000 pontos de venda e quer elevar o número para mais de 1 milhão de estabelecimentos. Antes de se reunir com os jornalistas, o executivo esteve em Itu, em São Paulo, para comunicar a mudança a 2.000 funcionários. Outros 8.000 empregados participaram do anúncio via teleconferência.

Em 2011, quando foi comprada pela Kirin por 6,3 bilhões de reais, a Schincariol teve prejuízo de 78,1 milhões. Um ano antes, o resultado havia sido positivo em 50 milhões de reais. Já a receita líquida da companhia chegou a 3,2 bilhões de reais no ano passado. Com seu novo nome, a Brasil Kirin espera terminar 2012 com um faturamento 12% maior.

Fonte: Exame.com

01 março, 2012

Lucro da cervejaria Asahi sobe em 2011 e Kirin cai

As duas maiores cervejarias do Japão tiveram resultados bem diferentes em seus balanços. A Asahi teve lucro líquido de 55,09 bilhões (US$ 709 milhões) de ienes no ano, uma alta de 3,8% de 2010. Já a Kirin informou que seu lucro líquido em 2011 caiu 35%, para 7,41 bilhões de ienes, de 11,39 bilhões de ienes no ano anterior.

A Asahi registrou crescimento em seu lucro pelo 11º ano consecutivo. A empresa superou problemas como as condições ruins de negócios no Japão cortando custos e apoiando-se em suas operações no exterior. Além de cortar gastos em promoções, a Asahi vendeu sua fatia na sul-coreana Haitai Beverage, que dava prejuízo, ajudando a melhorar seus resultados no exterior.

A suspensão temporária de várias cervejarias após o tsunami e o terremoto de 11 de março, bem como a queda nas vendas no período após o desastre, enfraqueceu a demanda no setor em 2011.

A Kirin, segunda maior cervejaria japonesa, foi prejudicada pela baixa demanda doméstica, entre outros fatores. A companhia, que no ano passado comprou ações da Schincariol, informou que suas vendas recuaram 4,9% em 2011, para 2,071 trilhões de ienes, de 2,178 trilhões de ienes um ano antes.

A Sapporo (quarta maior cervejaria do Japão), informou que suas vendas subiram 17% em 2011, para 454,10 bilhões de ienes, de 389,24 bilhões de ienes, após uma fusão com a companhia não listada de refrigerantes Pokka Corp.

Fonte: Diário ABC

08 novembro, 2011

"Nossa cerveja continuará com a mesma qualidade", afirma Eisenbahn

Como já é de conhecimento do mundo cervejeiro, a Schincariol foi comprada pela Kirin no mês de agosto.
Com isso, Eisenbahn, Baden Baden e Devassa também pertencem ao grupo Kirin agora. Pensando nisso e para evitar algumas especulações, a Eisenbahn publicou em seu twitter oficial uma mensagem sobre isso:

"Gostaríamos de informar aos nossos apreciadores que o processo continuará o mesmo na Eisenbahn, com a compra da Schincariol pela Kirin. Nossa cerveja continuará com a mesma qualidade que lhe é característica e constantemente confirmada por seus prêmios".

Recentemente a Eisenbahn ganhou três prêmios no World Beer Awards 2011 (Rauchbier, Weizen e Pale Ale)

05 agosto, 2011

Justiça suspende parcialmente venda da Schincariol

A Justiça acatou o pedido dos irmãos José Augusto, Gilberto e Daniela Schincariol e suspendeu parcialmente o negócio fechado entre a cervejaria brasileira e a japonesa Kirin. O processo foi aberto depois que os herdeiros, com 49,55% de participação na companhia, alegaram que não foi dado a eles o direito preferencial de compra do restante da companhia.

De acordo com nota divulgada pelo grupo, nesta sexta-feira (5/08), a juíza Juliana Morais Bicudo, da 1ª. Vara Cível de Itu, cidade onde a cervejaria está sediada, acolheu o pedido de liminar, no qual os herdeiros minoritários pedem a suspenção integral do contrato de compra e venda entre cervejaria brasileira e a companhia japonesa.

Os acusados tem o prazo de cinco dias, a partir da data da intimação, para provar que o acordo feito com a Kirin está dentro da lei. Além disso, a cada descumprimento do estatuto social, eles terão que pagar multa de R$ 100.000.

De acordo com comunicado, a decisão também determina que seja oficiado à Junta Comercial do Estado de São Paulo para que se abandone de efetivar o arquivamento de qualquer ato societário tendo por fundamento o contrato celebrado em ou qualquer outro documento que tenha por objeto a alienação das ações de emissão da sociedade dos réus.

O estatuto social da Schincariol garante que, se qualquer acionista do grupo quiser vender suas ações, em primeiro lugar, deve oferecer seus papeis aos demais acionistas e estabelecer preço e condições, dando pelo menos 30 dias para o exercício desse direito de primeira oferta.

O processo corre em segredo de Justiça em razão dos documentos que deverão ser apresentados pelos réus.

Fonte: Exame.com
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