12 novembro, 2012
Brasil Kirin faz coletiva em São Paulo
Na semana em que a bilionária compra da Schincariol pela japonesa Kirin completa um ano, a companhia anuncia sua nova marca institucional: Brasil Kirin. O portfólio da empresa de bebidas segue com as mesmas marcas, como as cervejas Nova Schin e Devassa. Os recursos investidos na mudança não foram especificados, mas estão dentro do plano de investimento de 480 milhões de reais divulgado pela companhia para o ano.
Em apresentação à imprensa, Gino Di Dominico, presidente da antiga Schincariol e atual Brasil Kirin, sustentou que a empresa de bebidas terá três prioridades daqui para frente: o desenvolvimento de marcas, incluindo novos nomes que deverão chegar ao mercado no ano que vem, o envolvimento dos colaboradores, e a expansão da distribuição - hoje a empresa está presente em 600.000 pontos de venda e quer elevar o número para mais de 1 milhão de estabelecimentos. Antes de se reunir com os jornalistas, o executivo esteve em Itu, em São Paulo, para comunicar a mudança a 2.000 funcionários. Outros 8.000 empregados participaram do anúncio via teleconferência.
Em 2011, quando foi comprada pela Kirin por 6,3 bilhões de reais, a Schincariol teve prejuízo de 78,1 milhões. Um ano antes, o resultado havia sido positivo em 50 milhões de reais. Já a receita líquida da companhia chegou a 3,2 bilhões de reais no ano passado. Com seu novo nome, a Brasil Kirin espera terminar 2012 com um faturamento 12% maior.
Fonte: Exame.com
08 fevereiro, 2012
Degustação de Cervejas Especiais na Livraria Cultura
Desde janeiro, acontece mensalmente uma palestra-degustação de cervejas especiais na Livraria Cultura do shopping Fashion Mall, em São Conrado, no Rio de Janeiro.Mês passado foi a vez da Schincariol apresentar suas marcas de cervejas especiais.
Nesta semana, na quinta-feira, dia 9/2, às 19H, acontece a segunda palestra da série, José Raimundo Padilha é o palestrante e conta com o apoio da assinatura de cervejas Have a Nice Beer, que irá oferecer uma seleção sensacional e imperdível:
Gouden Carolus Classic
Cooper's Extra Stout
Cooper's Vintage Ale 2009
BrewDog 5 a.m. Saint
Christoffel Bier
O evento é gratuito e aberto ao público, mediante entrega de senhas que serão distribuídas 1 hora antes, no local.
08 novembro, 2011
"Nossa cerveja continuará com a mesma qualidade", afirma Eisenbahn
Como já é de conhecimento do mundo cervejeiro, a Schincariol foi comprada pela Kirin no mês de agosto.Com isso, Eisenbahn, Baden Baden e Devassa também pertencem ao grupo Kirin agora. Pensando nisso e para evitar algumas especulações, a Eisenbahn publicou em seu twitter oficial uma mensagem sobre isso:
"Gostaríamos de informar aos nossos apreciadores que o processo continuará o mesmo na Eisenbahn, com a compra da Schincariol pela Kirin. Nossa cerveja continuará com a mesma qualidade que lhe é característica e constantemente confirmada por seus prêmios".
Recentemente a Eisenbahn ganhou três prêmios no World Beer Awards 2011 (Rauchbier, Weizen e Pale Ale)
03 outubro, 2011
Petrópolis chega mais perto da Schincariol
A cervejaria Petrópolis está praticamente dividindo o segundo lugar no ranking nacional do mercado de cervejas com a Schincariol. De acordo com dados do instituto de pesquisa Nielsen, em agosto, a participação da Petrópolis ficou em 10,1%, enquanto a da Schincariol foi de 10,3%.Já a Ambev se mantém mais que confortável na liderança, com uma fatia de 69,8%. A Heineken, que comprou as operações de cerveja no País da Femsa no início de 2010, ocupa a quarta posição no ranking, com 8,5%.
Fonte: Estado de São Paulo
05 agosto, 2011
Justiça suspende parcialmente venda da Schincariol
A Justiça acatou o pedido dos irmãos José Augusto, Gilberto e Daniela Schincariol e suspendeu parcialmente o negócio fechado entre a cervejaria brasileira e a japonesa Kirin. O processo foi aberto depois que os herdeiros, com 49,55% de participação na companhia, alegaram que não foi dado a eles o direito preferencial de compra do restante da companhia.De acordo com nota divulgada pelo grupo, nesta sexta-feira (5/08), a juíza Juliana Morais Bicudo, da 1ª. Vara Cível de Itu, cidade onde a cervejaria está sediada, acolheu o pedido de liminar, no qual os herdeiros minoritários pedem a suspenção integral do contrato de compra e venda entre cervejaria brasileira e a companhia japonesa.
Os acusados tem o prazo de cinco dias, a partir da data da intimação, para provar que o acordo feito com a Kirin está dentro da lei. Além disso, a cada descumprimento do estatuto social, eles terão que pagar multa de R$ 100.000.
De acordo com comunicado, a decisão também determina que seja oficiado à Junta Comercial do Estado de São Paulo para que se abandone de efetivar o arquivamento de qualquer ato societário tendo por fundamento o contrato celebrado em ou qualquer outro documento que tenha por objeto a alienação das ações de emissão da sociedade dos réus.
O estatuto social da Schincariol garante que, se qualquer acionista do grupo quiser vender suas ações, em primeiro lugar, deve oferecer seus papeis aos demais acionistas e estabelecer preço e condições, dando pelo menos 30 dias para o exercício desse direito de primeira oferta.
O processo corre em segredo de Justiça em razão dos documentos que deverão ser apresentados pelos réus.
Fonte: Exame.com
02 agosto, 2011
Japonesa Kirin compra controle da Schincariol por R$ 3,95 bi

Segundo o sócio de fusões e aquisições do Banco BTG Pactual, Marco Gonçalves, o acordo fechado prevê a permanência de Adriano Schincariol no comando da companhia no período de transição, não superior a um ano. Além disso, todos os demais membros da diretoria da empresa firmaram contrato para permanecer por mais três anos.
A Schincariol queria um parceiro que não viesse desagregar e que pudesse manter o DNA da família. Os japoneses, que não conhecem o mercado brasileiro, aceitaram imediatamente essa proposta. Foi um casamento perfeito, pois eles disseram que não viriam para o Brasil sem conhecer o mercado - disse ele, que assessorou a empresa brasileira, assim como o escritório Mattos Filho. Pelo lado da Kirin participaramTozzini Freire e Citi.
A companhia foi posta à venda há cinco meses pela família, e as conversas também envolveram a holandesa Heineken, a sul-africana SAB Miller e a inglesa Diageo. Entre os motivos colocados pelo mercado para a oferta, estavam desde a perda de participação no mercado até a briga entre os acionistas. Segundo Gonçalves, no entanto, havia divergência de interesses, mas não conflito:
A operação foi concluída porque a oferta era muito convidativa. Os irmãos pegaram a empresa com faturamento de R$ 1 bilhão em 2003 e deixam agora com faturamento de R$ 7 bilhões. Não é um descontentamento com a companhia e com o setor, apenas com a proposta e é hora de partir para um outro negócio.
O dinheiro já foi depositado nas contas dos irmãos Schincariol. O valor da transação ainda pode ser elevado, dependendo do desempenho da cervejaria brasileira neste ano. Segundo comunicado da Kirin, a compra será consolidada no terceiro trimestre do ano fiscal a se encerrar em dezembro de 2011.
Japonesa aposta no mercado brasileiro
A Kirin afirma ainda que a operação fortalece sua estratégia de internacionalização no segmento de bebidas, consolidando sua base no crescente mercado brasileiro. O grupo projeta um crescimento de mais de 10% dos segmentos de cerveja e refrigerantes no Brasil, impulsionados pelo incremento da população, da renda e do PIB do país. Citando dados da Euromonitor, a Kirin estima que o mercado brasileiro de cerveja movimente R$ 56,7 bilhões.
"Estamos convencidos das oportunidades que a Schincariol e o mercado brasileiro oferecem. Com nossa experiência no desenvolvimento de produtos e nossa expertise em tecnologia, pesquisa e marketing, pretendemos acelerar o crescimento do Grupo Schincariol e ampliar a presença de suas marcas. Como parte de sua estratégia de investimento, a Kirin considera ser muito importante preservar a cultura e valores corporativos" disse o diretor executivo da Kirin, Hirotake Kobayashi, por meio de nota.
A Kirin tem forte presença na Ásia (Japão, China, Taiwan, Vietnã, Tailândia, Cingapura e Filipinas) e na Oceania, mercados que pretende liderar até 2015. Em 2010 registrou vendas totais de cerca de US$ 28 bi.
Já o Grupo Schincariol é o segundo maior fabricante de cervejas do Brasil. Além da Nova Schin, seu portfólio é composto por marcas como Devassa Bem Loura, Glacial, Baden Baden e Eisenbahn, boa parte delas adquiridas desde 2007. Atua também no segmento de refrigerantes, sucos e água mineral (Schin e Skinka), onde é o terceiro player no ranking nacional.
Fonte: O Globo Economia
05 abril, 2011
Quer comprar a Schincariol?
Em 2010, o consumo de cerveja aumentou 11%, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). Com o consumo per capita do brasileiro atualmente em 60 litros por pessoa, e um potencial de expansão para chegar aos 100 litros antes do final desta década, a categoria será alvo de uma intensa concorrência nos próximos anos.
Segundo o jornal inglês Sunday Times, a britânica SAB Miller estaria preparando uma oferta para a compra da Schincariol. Sem citar fontes, o periódico diz que a cervejaria brasileira estaria à venda por US$ 2 bilhões (R$ 3,3 bilhões). A Heineken, que em 2010 acertou a compra global da Femsa e passou a atuar no País, também estaria interessada.
O montante, porém, parece bem abaixo do que estima o mercado. Matéria publicada nesta segunda-feira 4 pelo jornal Valor Econômico traz a informação de que um dos grupos interessados avalia o valor da companhia entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões. Os controladores da Schincariol teriam ambições ainda maiores – algo acima de R$ 10 bilhões. A publicação coloca ainda a dinamarquesa Carlsberg como mais uma candidata à compra da Schin. A movimentação deve esquentar ainda mais a briga pela vice-liderança do mercado nacional de cervejas, disputada, atualmente, a cada décimo de ponto pela Schincariol e a Petrópolis, segundo os relatórios Nielsen divulgados em 2011.
Em balanço divulgado na sexta-feira, 1º de abril, a Schincariol anunciou uma receita bruta de R$ 5,7 bilhões em 2010. O resultado representa um incremento de 11,8% em relação ao ano anterior. Os investimentos foram de R$ 1 bilhão – o equivalente a 34% da receita líquida da companhia. Para 2011, a previsão de investimentos é de R$ 600 milhões.
Via
29 março, 2011
Eisenbahn realiza mais uma edição do ProveTuite
No próximo dia 30, às 20h, acontecerá mais uma edição do Provetuite (#provetuite), ação destinada aos amantes de cervejas especiais realizada integralmente via Twitter. Idealizado pela marca de cervejas Eisenbahn, o projeto tem como objetivo aproximar o consumidor do universo gastronômico e proporcionar experiências por meio de dicas e sugestões. Como funciona?
A Eisenbahn disponibiliza os produtos que devem ser adquiridos na sua página nas redes sociais, www.facebook.com/cervejaeisenbahn, www.twitter.com/_eisenbahn_, e pouco antes do início da ação os seguidores recebem um post com o link de acesso. Juliano Mendes (@julianomendes), especialista em cervejas e consultor da Schincariol, irá harmonizar a cerveja Eisenbahn Weizenbock com os queijos Gorgonzola e Roquefort em tempo real e com transmissão ao vivo por meio da twitcam. Todos poderão fazer perguntas e interagir com o mediador.
A ação acontece pela segunda vez. Em janeiro, a Eisenbahn Strong Golden Ale foi harmonizada com o queijo Gouda. O #provetuíte também teve uma versão experimental em dezembro de 2010. Devido ao sucesso de adesão, a marca resolveu inserir o projeto no seu calendário oficial.
19 agosto, 2010
Devassa mais perto de você

A Schincariol pretende abrir 63 microcervejarias nos próximos quatro anos, em um programa que vai consumir cerca de R$ 81 milhões – todas as unidades terão a marca Devassa.
“Nosso foco será o consumidor mais exigente”
... comentou Francisco Duarte, presidente da Sonar, empresa criada pela Schincariol para cuidar desse nicho.
“Abriremos microcervejarias apenas em bairros nobres e cidades estratégicas”.
Na lista estão locais como Jardins e Higienópolis, dois dos bairros mais caros da capital paulista. Outras unidades serão abertas em cidades paulistas como Campinas e Ribeirão Preto e capitais como Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE) e Salvador (BA).
Desde 2007, quando começou a comprar marcas de cervejas especiais como Baden Baden, Eisenbahn e Devassa, a Schin vem cortejando a elite, mas sua presença está concentrada em São Paulo e no Rio.
Há muito para explorar. Enquanto o mercado brasileiro de cervejas comuns cresceu 23% em 2009, o de cervejas especiais deu um salto de 115%, segundo dados da Nielsen, com um total de R$ 1,4 bilhão em vendas. A expansão da rede de microcervejarias Devassa é a aposta da Schincariol para conquistar o mercado de cervejas premium.
“É um movimento interessante, já que a marca se posiciona como voltada ao público de alto padrão e não ao de massa”
... diz Bruno Abdo Maia, sócio da consultoria de marcas Face Brand. Segundo ele, a vantagem é que, até agora, a Schin é a única das grandes cervejarias a ter prestado atenção no segmento de microcervejarias.
Fonte: Isto É Dinheiro
26 fevereiro, 2010
Governo quer tirar do ar campanha da Schincariol com Paris Hilton
Podemos afirmar que a Schincariol conseguiu a divulgação que queria com a Devassa Bem Loura, é a notícia do mês no mundo cervejeiro nacional.Depois de receber denúncias da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e de consumidores, o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) abriu três processos éticos contra a campanha de lançamento da cerveja Devassa Bem Loura, da Schincariol.
Em uma das propagandas da campanha, da agência Mood, a socialite americana Paris Hilton aparece em poses sensuais na varanda de um apartamento na orla carioca. Ela é fotografada por um voyeur, que parece mais interessado em clicar a cerveja que está na mão dela.
A secretaria, ligada à Presidência da República, considerou a campanha sexista e desrespeitosa para a mulher. A denúncia gerou um processo para discutir especificamente queixas relacionadas à condição da mulher.
Um outro processo, aberto após denúncias de consumidores, vai avaliar se o comercial faz um apelo exagerado à sensualidade, contrariando o código de ética, que condena o apelo erótico em propagandas de bebidas alcoólicas e também o tratamento de modelos como objeto sexual.
Paris Hilton chegando no camarote da Devassa durante o Carnaval:
Festa de lançamento no Rio:
A terceira representação partiu do próprio Conar e se refere a uma promoção na internet em que um prêmio de R$ 3.000 é oferecido ao criador do melhor samba de caixinha de fósforos. O código proíbe sugerir que as pessoas façam consumo excessivo de álcool.
Procurada, a Schincariol não quis comentar e disse que ainda não foi notificada.
O Conar pode solicitar a retirada imediata da campanha por meio de liminar - o que não foi feito até a noite de ontem. Não havendo liminar, os 180 conselheiros do Conar vão se reunir em até 40 dias para avaliar o caso.
