16 março, 2010
St. Patrick´s Day - 17 de março

Dia de São Patrício é a festa anual que celebra São Patrício, um dos padroeiros da Irlanda. Sobre suas características, acontece no dia 17 de março e tem sua origem na igreja e todos se vestem de verde.
No passado era uma celebração apenas da igreja, tornou-se feriado público em 1903 e o fato de todos comemorarem bebendo cerveja é que todos estabelecimentos fecham no dia, apenas bares e pubs ficam abertos na Irlanda.
26 fevereiro, 2010
Governo quer tirar do ar campanha da Schincariol com Paris Hilton
Podemos afirmar que a Schincariol conseguiu a divulgação que queria com a Devassa Bem Loura, é a notícia do mês no mundo cervejeiro nacional.Depois de receber denúncias da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e de consumidores, o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) abriu três processos éticos contra a campanha de lançamento da cerveja Devassa Bem Loura, da Schincariol.
Em uma das propagandas da campanha, da agência Mood, a socialite americana Paris Hilton aparece em poses sensuais na varanda de um apartamento na orla carioca. Ela é fotografada por um voyeur, que parece mais interessado em clicar a cerveja que está na mão dela.
A secretaria, ligada à Presidência da República, considerou a campanha sexista e desrespeitosa para a mulher. A denúncia gerou um processo para discutir especificamente queixas relacionadas à condição da mulher.
Um outro processo, aberto após denúncias de consumidores, vai avaliar se o comercial faz um apelo exagerado à sensualidade, contrariando o código de ética, que condena o apelo erótico em propagandas de bebidas alcoólicas e também o tratamento de modelos como objeto sexual.
Paris Hilton chegando no camarote da Devassa durante o Carnaval:
Festa de lançamento no Rio:
A terceira representação partiu do próprio Conar e se refere a uma promoção na internet em que um prêmio de R$ 3.000 é oferecido ao criador do melhor samba de caixinha de fósforos. O código proíbe sugerir que as pessoas façam consumo excessivo de álcool.
Procurada, a Schincariol não quis comentar e disse que ainda não foi notificada.
O Conar pode solicitar a retirada imediata da campanha por meio de liminar - o que não foi feito até a noite de ontem. Não havendo liminar, os 180 conselheiros do Conar vão se reunir em até 40 dias para avaliar o caso.
24 fevereiro, 2010
Mais cerveja nas bancas em fevereiro

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Na revista Exame dessa semana a matéria da capa tem nome: Budweiser
Veja um trecho da matéria:
Gestão americana, feita por brasileiros.

Pouco mais de um ano após comprar a cervejaria Anheuser-Busch, um ícone dos Estados Unidos, os brasileiros da InBev deixam claro qual o caminho escolhido para ganhar dinheiro: uma crença em metas, austeridade e meritocracia que choca os próprios americanos
Embora tenha sido berço do blues, do escritor T.S. Eliot e da casquinha de sorvete, a cidade americana de St. Louis cultivou com prazer a fama de capital nacional da cerveja. Foi aqui, às margens do Mississippi, que nasceu um dos maiores ícones americanos, a Budweiser, produzida desde 1876 pela Anheuser-Busch.
Nesses anos, empresa e cidade desenvolveram uma simbiose rara. O clã Busch, que comandou a cervejaria por seis gerações, funcionava como uma espécie de patriarcado local, doando dezenas de milhões de dólares à caridade e financiando eventos artísticos. Jovens sonhavam em trabalhar na "cervejaria", como a Anheuser-Busch é chamada na cidade. Os salários eram acima da média e a companhia mimava os funcionários com caixas de cerveja grátis, ingressos para jogos de beisebol no Busch Stadium e entradas para os parques temáticos Busch Gardens (o nome da família, como se vê, está por todo lado). St. Louis devolvia com fidelidade: quase sete em cada dez garrafas de cerveja consumidas na cidade saíam da fábrica da Anheuser-Busch, número muito superior à média americana, de 50%.
Beber Budweiser era questão de orgulho municipal, dada a enorme rivalidade entre St. Louis e Milwaukee, onde nasceu a Miller. Essa história, porém, terminou em 18 de novembro de 2008, quando a empresa mais querida de St. Louis foi comprada pelo grupo belgo-brasileiro InBev. Desde então, a cidade vem tendo de se habituar a uma nova realidade - St. Louis não é mais a capital de coisa alguma.
Para piorar as coisas, a aristocrática e generosa família Busch foi substituída por um pequeno grupo de executivos brasileiros que vestem calças jeans surradas, não dão a mínima para tradições centenárias e estão virando a maior cervejaria dos Estados Unidos do avesso. Os próprios funcionários trataram de resumir a dolorosa transformação: o endereço da sede da empresa, em 1 Busch Place, tem um novo apelido entre eles - 1 Brito Place.
O BRITO EM QUESTÃO É O CARIOCA Carlos Brito, presidente mundial da ABInBev. Ele comanda aquela que é a maior cervejaria do mundo, nascida após a aquisição da Anheuser-Busch pela InBev. Apesar de ter sede na Bélgica, a ABInBev é, em seu DNA, uma empresa brasileira. Nove dos 13 executivos de sua cúpula fizeram carreira na AmBev, braço brasileiro da cervejaria - o carioca Luiz Fernando Edmond, ex-presidente da AmBev, foi despachado para St. Louis para comandar pessoalmente a incorporação da Anheuser- Busch. Hoje, esses brasileiros têm aquela que é a mais difícil missão de sua carreira: fazer a maior aquisição da história do setor dar certo. A compra da Anheuser-Busch era um sonho antigo dos controladores da AmBev, os investidores Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, que atualmente dividem o comando da ABInBev com um grupo de famílias belgas. Mas o negócio acabou sendo concluído na pior hora possível, em meio ao pânico do fim de 2008.
Para fechar a compra, a InBev teve de pagar caro e se endividar perigosamente - foram 45 bilhões de dólares em empréstimos para concluir a aquisição de 52 bilhões de dólares. Além disso, a maior recessão do pós-guerra fez o mercado americano de cerveja encolher.
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A revista Gula também trouxe uma matéria grande sobre cervejas
19 fevereiro, 2010
Degustação na Casa da Cerveja

Clique na imagem acima e garanta presença!
Devassa continua investindo

Como já foi comentado anteriormente aqui no All Beers, Paris Hilton é a aposta da cervejaria para colocar a cerveja Devassa Bem Loura no gosto popular.
18 fevereiro, 2010
Cerveja do Maradona
Roberto de Alba, diretor da empresa mexicana Cervecería Revolucionaria, lançou uma cerveja em homenagem a Diego Maradona: a 10 Maradó. Porém, segundo Alba, a empresa ainda não conseguiu autorização do técnico da Argentina para comercializar o produto usando seu nome.
12 fevereiro, 2010
2º Encontro do BREJAS

Novidades prometem movimentar o segundo encontro, haverá uma exclusiva degustação de ingredientes cervejeiros, fornecidos pela A Turma Cerveja Artesanal, com 5 tipos de malte e 2 tipos de lúpulo, na qual os participantes terão a oportunidade de conhecer mais de perto e provar os ingredientes básicos de toda cerveja. Além disso, a bem-sucedida parceria com a microcervejaria Bamberg continua, disponibilizará no evento seu chope Bamberg Weizenbock, ainda indisponível no mercado.
A loja virtual Cerveja Gourmet ainda sorteará kits contendo cervejas belgas e australianas para os participantes!
As vagas são limitadas, então garanta logo a sua!
Para se inscrever, basta enviar uma mensagem para alexandremarcussi@gmail.com, incluindo o nome completo e o e-mail de todos os participantes.
A entrada custará R$ 10 por pessoa, a serem cobrados no dia em comanda individual, e dará direito não apenas à degustação de ingredientes, como ainda a uma mesa de frios, patês, pães e sanduíches preparada pelo bar. A casa ainda ofereceu 10% de desconto para os participantes do evento em toda a bem-recheada carta de cervejas, que pode ser consultada online no http://barbrejas.com, e nos demais itens do cardápio. Além disso, a cervejaria Bamberg está oferecendo um imperdível desconto de 50% em todas as suas cervejas.
2º Encontro do Brejas
Quando: 27 de fevereiro de 2010, a partir das 18h
10 fevereiro, 2010
Paris Hilton e Devassa

Teasers foram lançados com uma loira dançando e um fotógrafo registrando tudo, ao final com o endereço do site Bem Misteriosa.
Veja a propaganda:
Hoje chegou ao fim o mistério, a loira em questão é a modelo Paris Hilton, que teria recebido US$ 700 mil para estrelar a campanha de reposicionamento da cerveja Devassa, criada pela Mood, com estratégia digital da ID\TBWA.
O site já apresenta a socialite, avisando da estreia da campanha, que acontecerá na sexta-feira, 12, no intervalo do Jornal Nacional, da Rede Globo.

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“O lançamento da Devassa Bem Loura será impactante”, afirma o presidente do Grupo Schincariol, Adriano Schincariol. “Acredito que haverá uma ruptura no mercado cervejeiro, pois o produto e a campanha de marketing quebram com os códigos da categoria e utilizam ferramentas que possibilitam que ela tenha um alto índice de recall”, assinala Adriano.
05 fevereiro, 2010
Harmonização no Guia da Folha

Dicas dos bares Anhanguera, Casa da Francisca, Melograno e Devassa. As cervejas escolhidas na matéria foram as nacionais: Eisenbahn Lust e Dunkel, Devassa Índia, Mistura Clássica Stout e Baden Baden Weiss.
28 janeiro, 2010
Cerveja liberada para hidratar o corpo?

Eles tiveram de suar a camisa durante 60 minutos correndo em uma esteira sob uma temperatura ambiente de 35 °C em duas avaliações, com intervalo de três semanas entre um e outro.
Concluída a malhação num primeiro momento, os participantes mataram a sede com água na quantidade desejada. Após o intervalo de três semanas e de executarem a mesma série de exercícios sob as mesmas condições, os voluntários se repuseram basicamente com cerveja.
Os cientistas constataram que a cerveja foi capaz de restabelecer as perdas hídricas de maneira tão eficiente quanto a água e, de acordo com eles, sem nenhum prejuízo aparente. Em outras palavras, a cerveja é uma boa maneira de hidratar o organismo, após o exercício físico.
Os cientistas explicam que tal efeito é possível por que uma lata de 356 mililitros tem 326 mililitros de água. Mas é preciso ressaltar que o consumo deve ser moderado.
A bebida é alcoólica e traz prejuízos à saúde. Além disso, o estudo não considerou o ganho calórico com o consumo de cerveja em vez de água.
A recomendação diária, segundo os pesquisadores, é de duas latas para os homens e de uma para as mulheres.
21 janeiro, 2010
Heineken compra FEMSA

A empresa holandesa vai comprar 100% das operações da Femsa no México e 83% das operações brasileiras que ainda não pertenciam à Heineken.
A operação teve custo de aproximadamente 5.3 bilhões de euros (US$ 7,6 bilhões).
A Femsa ficará com o equivalente a 20% do controle acionário do grupo Heineken.
Um dos objetivos é lucrar com o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo em lucros no setor de cervejas, e acelerar o crescimento da marca Heineken no país e no México, usando a estrutura logística da Femsa.
O negócio deve ser concluído no segundo trimestre e precisa passar pela aprovação de autoridades regulatórias e dos acionistas da Heineken, Heineken Holding e Femsa.
Além da Kaiser, a Femsa detém no Brasil as cervejas Dos Equis, Gold, Xingu, Bavaria, Summer e Sol.
20 janeiro, 2010
Cerveja nas bancas

Lançado pela editora Casa Dois, são 138 páginas que mostram matérias bem interessantes e também um ótimo guia de degustação, com 367 cervejas degustadas e avaliadas.
O preço é um pouco alto comparado com revistas normais de banca, R$32,90, mas trata-se de um material muito bem feito.
Só mais um comentário, a capa de 2010 está muito mais direcionada aos degustadores de cerveja do que a de 2009 (que também estava bonita, mas um pouco "popular" demais).
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A revista VIP também trouxe em sua edição de janeiro um guia de cerveja - "A Nova ordem da Cerveja".
Boas leituras sobre nossa bebida prefida!
19 janeiro, 2010
Brasil: Cerveja e malandragem

O malte pode substituir a cevada total ou parcialmente. A malandragem começa aqui. Com frequência, lê-se em rótulos de cervejas a expressão “cereais maltados” ou simplesmente “malte”, dissimulando assim a natureza do ingrediente principal na composição da bebida.
Com a aplicação desse termo a qualquer cereal germinado, a indústria cervejeira pode optar por cereais mais baratos, ocultando essa opção.O poder da indústria cervejeira no Brasil (lobby, tráfico de influência etc.) deve ser imenso.
Basta lembrar que convenceram as autoridades (in)competentes nacionais de que não estavam violentando normas que regulam a formação de monopólios ao agregar Brahma e Antártica - o que constituiria então cerca de 70% do consumo nacional- com o argumento de que só assim poderiam concorrer no mercado globalizado. Mas depois foram gostosamente absorvidas por uma multinacional do ramo, certamente uma forma sutil de realizar a concorrência prometida. E não foi tomada nenhuma providência. Aliás, sempre que aparecia no cenário uma empresa nascente que, pela qualidade, pudesse despertar no brasileiro uma eventual discriminação quanto ao sabor, era ela acuada por todos os meios possíveis e finalmente absorvida, e sua produção, reduzida ao mesmo nível da mediocridade dos produtos das duas gigantes.
Aparentemente, o receio era o de que a população cervejeira, ao ser exposta a diferentes e mais sofisticados exemplos, desenvolvesse algum bom gosto e, consequentemente, passasse a demandar cerveja de qualidade.
A cerveja brasileira (com pequenas e honrosas exceções) é como pão de forma: mata a sede, mas não satisfaz o paladar exigente. Para esclarecer a questão da má qualidade da cerveja brasileira, vamos fazer alguns cálculos.
A produção nacional de cevada tem ficado nos últimos anos entre 200 mil e 250 mil toneladas, das quais entre 60% e 80% são aproveitados pela indústria cervejeira. Essa produção agrícola tem sido suplementada por importação de quantidade equivalente. Em média, portanto, cerca de 400 mil toneladas de cevada são consumidas na indústria da cerveja no Brasil, presumindo-se que quase toda a importação tenha essa finalidade.
O índice de conversão entre a cevada e o álcool é, em média, de 220 litros por tonelada. Como as cervejas brasileiras têm um teor de álcool de 5%, podemos concluir que seria necessário que houvesse pelo menos seis vezes a quantidade de cevada hoje disponível para a indústria nacional da cerveja. Portanto, a menos que um fenômeno semelhante àquele do “milagre da multiplicação dos pães” esteja ocorrendo, o álcool proveniente da cevada na cerveja brasileira representa cerca de 15% do total.
Há pouco mais de duas décadas foi publicado um relatório de uma tradicional instituição científica do Estado de São Paulo segundo o qual análises de cervejas brasileiras mostravam que um pouco menos que 50% do conteúdo da bebida era proveniente de milho (obviamente sem considerar a água contida).Como o índice de conversão de grão em álcool para o milho é 80% maior que para a cevada, podemos considerar que a conclusão do relatório em questão atua como álibi, pois satisfaria normas vigentes. Isso também explica a preferência dos produtores de cerveja pelo milho, pois os preços da tonelada dos dois cereais são aproximadamente os mesmos, apesar de consideráveis oscilações.
Esses números permitem, todavia, concluir que o milho (e outros eventuais cereais que não a cevada) constitui, em peso, quase três quartos da matéria-prima da cerveja brasileira, revelando sua vocação para homogeneização e crescente vulgaridade. Outro determinante da baixa qualidade da cerveja brasileira é a adição de aditivos químicos para a conservação. O mal não está só nessa condição, mas na sua necessidade.
O lúpulo em cervejas de qualidade, sejam “lagers”, sejam “ales”, é o componente responsável pela conservação — além, obviamente, de suas qualidades de paladar.
Depreende-se daí que os concentrados de lúpulo usados na cerveja brasileira são de baixa qualidade.
O que é inexplicável e de lamentar, entretanto, é que as autoridades brasileiras, tão zelosas para com alimentos corriqueiros, sejam tão omissas quando se trata da bebida nacional mais popular e de maior consumo e permitam que o cidadão brasileiro beba gato por lebre.
15 dezembro, 2009
Trappist Tour por Edu Passarelli - parte 2

Monastério de Rochefort:
Monastério da Chimay, a mais conhecida das cervejas trapistas.
09 dezembro, 2009
SepulWeiss

06 dezembro, 2009
1° Encontro do Brejas - 05 dezembro 2009
Degustação da grande Bamberg Weizenbock que particularmente está ótima. Mesa de frios, ótima carta de cervejas do local, cerveja e chopp Bamberg e novas amizades!
Já estou esperando o próximo encontro!





04 dezembro, 2009
Bamberg Weizenbock

O maior ranking de cervejas no Brasil está lá e sem falar no ótimo trabalho que toda a equipe do site faz.
Como já comentei aqui no All Beers, amanhã acontece o 1° Encontro do Brejas no Empório Alto dos Pinheiros e conta com a parceria da cervejaria Bamberg.
E nesse encontro acontecerá a degustação em primeira mão da milésima cerveja registrada no ranking do Brejas, a Bamberg Weizenbock.
Segundo o site Brejas, a novíssima Bamberg Weizenbock possui a complexidade de aromas e sabores das weizens e a força das bocks. Para ter este resultado, a cervejaria utilizou ingredientes importados da Alemanha: maltes da cidade de Bamberg, lúpulo da região de Hallertau e uma cepa especial de fermento originário da Bavária. Refermentada na própria garrafa, a breja ainda passa por um processo de maturação de dois meses antes de estar pronta para o consumo.
As reservas para o Encontro já estão esgotadas, mas o blog All Beers já confirmou presença e na próxima semana coloco aqui tudo que aconteceu por lá.
02 dezembro, 2009
Camisetas de Cerveja
Finalmente camisetas de cerveja, sempre foi muito difícil encontrar aqui no Brasil camisetas de marcas internacionais e agora o blog Camisetas de Cerveja acabou com isso.Coloquei acima algumas das camisetas disponíveis no blog, no total são 15 modelos, todas estampas são transfer e só em camisetas brancas.
Eu já peguei duas pra mim e ficaram ótimas (foto abaixo)!
Acompanhe o Camisetas de Cerveja pelo twitter
01 dezembro, 2009
Nova edição da Beerlife

Veja alguns destaques de novembro/2009:
- Um passeio pelo interior de São Paulo
- Cerveja sem álcool é cerveja?
- Azeitona e Cerveja: velhas amigas
- As técnicas da degustação
- Os primórdios da ACervA