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12 dezembro, 2017

Chimay (Bélgica): Edições safradas acabam de chegar no Brasil!


Acaba de chegar no país via Buena Importadora, duas versões envelhecidas em barris da cervejaria belga Chimay. A Chimay Oak Aged 2016, envelhecida em barril de conhaque, e a Chimay Oak Aged 2017, envelhecida em barril de rum. Cada edição apresenta uma complexidade diferente e sabores inusitados oriundos da madeira e da bebida que antes continha na barrica.
As novidades já chegaram nos pontos de venda em todo país.

Conheça cada uma delas:


CHIMAY OAK AGED EDIÇÃO 2017 (RUM)
A Chimay está apresentando sua nova edição da “Grande Réserve”. Com fermentação tripla e uma maturação prolongada em barricas de carvalho que continham Rum. Não pasteurizada.
Estilo: Belgian Strong Dark Ale
ABV: 10,5%
Untappd: 4.19 (nota até 5.0)
Formato: Garrafa (750ml)


CHIMAY OAK AGED EDIÇÃO 2016 (COGNAC)
Esta edição de 2016 da Chimay envelhecida em barris de conhaque revela uma excelente mistura. Marrom profundo com reflexos claros, notas de chá preto, jasmim e madeira. Não pasteurizada.
Estilo: Belgian Strong Dark Ale
ABV: 10,5%
Untappd: 4.24 (nota até 5.0)
Formato: Garrafa (750ml)

28 março, 2017

Gerente de exportação da Chimay faz sua primeira visita ao país

Hélio Jr., João, Leonardo Gama da importadora Buena Beer e
Hugues Glatigny, gerente da Chimay.

Na semana passada, o gerente de exportação da cervejaria trapista Chimay, Hugues Glatigny, esteve no Brasil pela primeira vez para acompanhar o desenvolvimento da marca no país e ainda conhecer importantes pontos de venda. Hugues, que já trabalha com a Chimay na América do Norte, agora também será responsável pela América do Sul e já afirmou que volta ao país em novembro para conhecer outros centros importantes do país. Em sua primeira passagem, esteve no Rio de Janeiro junto com os representantes oficiais da marca no Brasil, a importadora Buena Beer.

“A visita é fundamental para conhecer os desafios do mercado nacional e desenvolver em parceria, estratégias para o contínuo desenvolvimento de uma marca sinônimo de qualidade e tradição.” Comentou Leonardo Gama, gerente geral da importadora.


Nos três dias que ficou no país, eles visitaram importantes pontos como Delirium Café e Delirium Tap House (ambos bares referência de cervejas especiais e principalmente de cervejas belgas na cidade do Rio de Janeiro), L´Entrecote Paris, Deli Delícia, Pub Escondido, Birreria, entre outros.

A Chimay é a cerveja trapistas mais vendida e reconhecida do mundo, presente em mais de 50 países e no Brasil elas são exclusivas da importadora Buena Beer desde 2013.

12 agosto, 2016

Festival Amazônico de Cerveja com Chimay, Delirium, Brooklyn, Maniacs Brewing e mais 20 cervejarias brasileiras


A segunda edição do Festival Amazônico de Cerveja, que vai rolar nos dias 13 e 14 de agosto, em Belém, confirmou a presença da Chimay, uma das cervejas trapistas mais vendidas no mundo. Respeitada por sua tradição, obtida graças ao preciosismo dos monges belgas em seu processo de fabricação, a Chimay permite aos seus degustadores uma experiência única, apresentando um sabor complexo e único, bem difícil de esquecer.

Para o FAC serão trazidos 60 litros de Chimay Tripel e 30 litros de Chimay Red. “Elas são as mais famosas entre os mosteiros belgas que possuem o selo Authentic Trappist”, afirmou o proprietário da BuenaBeer, Hélio Júnior. Para o beer sommelier da empresa, Sérgio Siciliano, a marca, por ser forte e referência mundial no processo de fabricação e origem trapista, vai agregar respeito e notabilidade a eventos e festivais que divulguem a cultura cervejeira.

“Fica até difícil falar qual é a melhor entre as duas (Tripel e Red), pois são de estilos diferentes. Posso assegurar que ambas são maravilhosas, mas acredito que a Chimay Tripel seja a favorita do público”, afirmou Sérgio. E explicou. “Para uma cerveja ser considerada trapista, os monges têm que participar de todo o processo de produção, desde a seleção dos grãos até o envase. Além disso, uma parte do lucro da venda da cerveja tem que ser revertido para obras de caridade”, destacou o beer sommelier.

Sérgio pontuou ainda que o termo trapista não é um estilo de cerveja e sim uma designação de origem. “A proposta dessas grandes marcas de renome mundial é exatamente difundir cervejas que têm toda a tradição e excelência em seus rótulos e que levem ao cliente a experiência de beber um produto que é um orgulho da Bélgica”, concluiu.

Além da Chimay, que tem o orgulho de exibir o selo trapista entre as cervejarias belgas, a BuenaBeer vai trazer 180 litros de Delirium Tremens, eleita a melhor cerveja do mundo e reconhecida pelo seu famoso elefante rosa.


Variedade de rótulos
Outra marca de peso também está confirmada no Festival Amazônico de Cerveja, a Brooklyn. Pela segunda vez no evento, desta vez a Beer Maniacs vai desembarcar 500 litros de chope em Belém, distribuídos entre Brooklyn Lager, Brooklyn IPA, Maniacs Pilsen, Maniacs IPA e Maniacs Trigo, as três últimas receitas exclusivas elaboradas pela Maniacs Brewing.

Sobre o Festival, Iron Mendes, proprietário da Maniacs Brewing e Beer Maniacs, afirma que o resultado é muito bom, pois ajuda a divulgar a marca não só em Belém, mas na região Norte. “É a importada que mais tem volume no Brasil, e o Festival ajuda a comunidade cervejeira brasileira a descobrir estilos, ter referência de padrão de algumas cerveja. Então, para nós, é muito importante participar do evento”, afirmou. “Os organizadores conseguem encurtar a distância de Belém com o sul do Brasil, não só na execução, mas na busca de cervejarias brasileiras e importadas”, concluiu.

Embora as importadas tenham um peso importante no Festival, as mais de 20 cervejarias brasileiras garantem ao evento a qualidade e a variedade do que é produzido no país, o que inclui as cervejas fabricadas na região, como a Amazon Beer, a Cerpa – patrocinadora do evento, sem falar na cerveja do Festival, produzida especialmente para o evento.
“Nesse primeiro momento decidimos fazer uma cerveja clássica somente com água, malte, fermento e lúpulo (risos)”, detalhou o mestre cervejeiro e home brew, Paulo Júnior.

Segundo o cervejeiro, a ideia é apresentar ao público algo clássico e refrescante, neste primeiro momento. “Estamos felizes demais por estar participando desse grande evento com a nossa American Pale Ale”, diz Paulo, que já revela as intenções de uso de insumos amazônicos nas próximas cervejas do Festival. “Temos muito o que explorar em nossa região. Grandes nomes das cervejarias mundiais quando pensam em algo mais complexo e exótico para colocar em suas receitas, eles pensam logo: Amazônia! Os olhos da cena cervejeira artesanal mundial estão virados para cá e nós temos que fazer bonito”.

Essa opinião é compartilhada com o proprietário da Sir Black BrewPub, que também participou da produção da cerveja. “A cerveja está maturando e passando por um processo que chamamos de dry hopping, que deixará a cerveja com um maravilhoso e refrescante aroma cítrico digno de uma American Pale Ale”, acrescentou Danilo Sousa.

Rótulos presentes no FAC

202; Acerva; Amadeus; Amazon Beer; American Pale Ale (Festival); Bastards; Baviera; Cerpa; Bier Hoff; Bierland; Brooklyn; Chimay; Dama Bier; Delirium Tremens; Dortmund; DUM; Fucking Beer; Gauden Bier; Hop Pigs; Maniacs Brewing; Mestre Cervejeiro; Morada Cia Etílica; Oktos; Pagan; Sir Black BrewPub; Tormenta; Tupiniquim; Way Beer e  Wensky Beer.

Serviço
Festival Amazônico de Cerveja, nos dias 13 e 14 de agosto, a partir das 14h, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. Ingressos a R$ 50 (2° lote), à venda nos pontos: Baviera Boutique Bar; lojas Crocs do Pátio Belém e Parque Shopping; quiosque do Festival no Boulevard Shopping e no site do evento www.festivalamazonicodecerveja.com.br.
As atrações musicais confirmadas são: Buscapé Blues, Félix Robatto, André Moura, Puget Blues, Beatles Forever, Marcelo Kahwage e banda, Matanza, além dos Djs Felipe Proença e Bernardo Pinheiro.
Informações na fanpage Festival Amazônico de Cerveja e no Instagram @festivalamazonicodecerveja.
O evento tem o patrocínio da faculdade Estácio-FAP e da Cerpa, e conta com o apoio do Boulevard Shopping, Sebrae, Realli, C5 Logística, Hangar, Secult, InBox Mídia e Impacto.

04 junho, 2014

Fernanda Meybom: Espace Chimay – um retiro gastronômico, cervejeiro e cultural – Parte 2


Na literatura mundial, quando o tema é cerveja, a Chimay tem presença garantida em quase todos os livros sobre o assunto. Não fugindo a regra, está também  no Mesa do Mestre-cervejeiro do Garret Oliver. Na sua aventura em descobrir os prazeres das cervejas e das comidas verdadeiras como diz no livro, Garret fez uma visita ao Espace Chimay. O famoso mestre-cervejeiro disse basicamente que o chef do restaurante do Auberge Poteaupré possui um talento culinário capaz de desafiar os melhores restaurantes de Paris. Não conheço Paris e, consequentemente nenhum restaurante por lá, mas a afirmação do Garret Oliver foi no mínimo intrigante para mim.

O menu degustação de queijos e cervejas que falei no post anterior (Chimay – Parte 1), já foi um abuso “etílico – gastronômico” de tão bom! Honestamente, eu mal podia esperar pela hora do jantar.
O meu pedido para o jantar foi o Menu Poteaupré, que é composto por: 

Home-made Cheese croquette - croquete de queijo Chimay

Vitoulet Poteaupré - que é um bolinho de carne coberto com fatias de bacon, recheado com queijo Chimay, coberto com um saboroso molho.

O cardápio já indicava a cerveja para harmonizar com a refeição, que no caso foi com Chimay Rouge.


E ainda tem a sobremesa: sorvete caseiro de limão e framboesa.


Tudo isso para proporcionar um sono bem tranquilo e o melhor, é só subir as escadas e você já esta no quarto. Aliás, o quarto é muito confortável e aconchegante. 
O frigobar é um caso a parte e os copos são duas lindas taças da Chimay. 



O café da manhã não está incluso na diária, mas depois das excelentes refeições que fiz por lá eu decidi por incluí-lo e foi a despedida perfeita do lugar. Trata-se de um banquete com todos os queijos Chimay, cereais, frutas, leite, manteiga, pães, geleias, café, chás, entre outros produtos, todos da comunidade local. 

O leite e a manteiga são das mesmas fazendas que fornecem a matéria-prima para produção dos queijos. E os pães são feitos com cereais da cervejaria. Tudo isso me faz pensar que o Espace Chimay é um lugar onde gula não é pecado ou se ainda for, com certeza você já sai de lá perdoado!




Encerrei minha estada em Chimay com uma visita a loja. Cervejas, queijos, copos, camisetas, livros, tábua e faca para o queijo, o carrossel de madeira para as cervejas, entre outros souvenirs clássicos, tudo você encontra lá. Uma pena que o espaço na bagagem é limitado e que existe limite no cartão de crédito, não é mesmo?!


Confesso que quando abri a porta do carro no estacionamento, rumo a Bruxelas, eu já estava com saudades. Pensei nas palavras do Garret Oliver sobre o Espace Chimay e eu não poderia concordar mais: 
“For lovers of Chimay beers, there can be no better place to taste them.”*
*Para os amantes das cervejas Chimay, não há lugar melhor para degustá-las. 


Algumas curiosidades: 

Chimay se tornou a mais famosa e mundialmente distribuída das cervejas trapistas e, foi a primeira a utilizar esta nomenclatura - Trapista.

A Chimay Rouge recebeu o nome Premiére por ser considerada a primeira cerveja da cervejaria.

A Chimay Bleue Grande Reserve é a única com a data de fabricação no rótulo. Além disso, para acentuar aromas e sabores de frutas e especiarias, característicos da cerveja, recomenda-se sua guarda por alguns anos.

A Chimay Triple Cinq Cents recebeu este nome em homenagem a comemoração dos 500 anos da cidade de Chimay. Aliás, a Chimay Triple, que foi criada em 1966, se chamava Blanche (White). Porém em 1996, seu nome mudou para Triple. A razão da mudança foi para que não houvesse confusão quanto ao estilo da cerveja, pois na Bélgica, Blanche se refere as cervejas de trigo. 

***


Fernanda Meybom - Colaboradora do All Beers
Twitter: @femeybom
Instagram: femeybom

26 maio, 2014

Vídeo: Chimay apresenta seus novos rótulos


Nossa colaboradora, Fernanda Meybom comentou em seu último texto, sobre os novos rótulos da Chimay, lembra?
Agora a Chimay divulga um vídeo apresentando a evolução de seus rótulos com o passar dos anos e claro, mostrando sua tradição em ótimas cervejas.

A Chimay chega no Brasil via importadora Buena Beer.

 

20 maio, 2014

Fernanda Meybom: Espace Chimay – um retiro gastronômico, cervejeiro e cultural – Parte 1

Quando se fala em Chimay, a primeira coisa que eu pensava eram naquelas garrafinhas de rótulo vermelho da Chimay Rouge, rótulo amarelo da Chimay Triple e rótulo azul da Chimay Bleue, uma ao lado da outra, claro. Aliás, os rótulos acabaram de mudar, já viu?


Ao descobrir que o Espace Chimay não era apenas um restaurante para degustar estas 3 cervejas, não tive dúvidas e reservei, antes de viajar para a Bélgica, a minha estadia no Auberge Poteuapré Inn. O  local antigamente abrigava uma escola, mas em 1970 os monges o transformaram em hotel, restaurante, pub, museu e loja da Chimay. 




A diversão por lá começou ao fazer o check-in do hotel no pub mesmo, ao lado das taps,  copos e das garrafas de cerveja.


Logo optei por fazer o Chimay Experience que é a visita ao museu. 
É um espaço pequeno e interativo que conta a história do mosteiro, destacando a construção da cervejaria e o começo de sua produção em outubro de 1862. 

A primeira cerveja produzida, mas que não chegou a ser comercializada, foi uma “Double Bavarian-Style Bock”,  o que sugere uma cerveja de baixa fermentação. Porém, após duas ou três bateladas de teste desta cerveja, os monges decidiram por produzir a Bière Forte, uma cerveja de alta fermentação. Aliás, há uma garrafa desta receita de cerveja que era chamada Hygiènique, produzida entre 1920 e 1940. Esta cerveja era descrita por químicos da época como saudável, altamente nutritiva, livre de aditivos químicos e com ingredientes de alta qualidade. Era normalmente recomendada por médicos para a manutenção de uma vida saudável.


Ainda sobre a história do monastério, durante a 1a Guerra Mundial, os monges tiveram que deixar o mosteiro. A cervejaria não foi destruída, mas sua produção parou e os monges só retornaram a comercializar cervejas um ano após o fim da guerra. Porém, o monastério não saiu ileso à 2a Guerra Mundial, pois o local se tornou base das tropas alemãs. 

Após o fim da guerra, os monges decidiram reconstruir a cervejaria, modernizando-a e também mantendo a tradição que envolve a produção de cervejas trapistas.
Outro destaque, é a preocupação dos monges em produzir a cerveja de maneira sustentável, como por exemplo, o aproveitamento do circuito de água quente da cervejaria em toda a Abadia e a utilização de energia eólica. Além disso, parte das sobras de cereais do processo de fabricação das cervejas é destinada à produção de pães que abastecem tanto o monastério quanto o Auberge Poteuapré.

O grande responsável pela modernização e desenvolvimento das cervejas Chimay foi o Padre Théodore que, em conjunto com o professor e cientista cervejeiro Jean DeClercq, desenvolveu a nova planta industrial e isolou cepas de leveduras que ainda hoje são utilizadas. Na páscoa de 1948, Padre Théodore reeditou uma das primeiras receitas da cervejaria e produziu a Chimay Rouge, ou Red Cap, cerveja de estilo Belgian Dubbel com 7% ABV. Neste mesmo ano, produziu a Spécial Noel, uma Belgian Dark Strong Ale com 9% ABV e, devido ao seu grande sucesso, passou a ser comercializada não apenas no Natal recebendo o nome de Chimay Blueu ou Blue Cap.


Ao final do tour, você é convidado a ir ao restaurante e lá recebe um copo de Chimay Dorée, a cerveja do monge. Trata-se de uma Blond Ale com 4,8% ABV, uma receita da época de construção do mosteiro que era produzida somente para consumo dos monges. Porém, ao longo dos anos, a cerveja passou a ser servida também aos funcionários do monastério, convidados da comunidade local e aos visitantes do Auberge Poteuapré mais recentemente. Devido à grande aceitação da cerveja, a mesma passou a ser distribuída comercialmente, podendo ser encontrada hoje no Brasil.


O próximo passo, foi pedir o menu degustação de queijos e cervejas. Assim como ocorre com as cervejas, os monges tem um papel importante na história dos queijos. No caso dos monges de Scourmont, a produção de queijos para consumo interno começou antes mesmo das cervejas, entre 1857 e 1859. Porém, a comercialização dos queijos iniciou somente em 1876, sendo o Chimay Grand Classique, o primeiro queijo de produção comercial.


Meu pedido foi pelo carrossel composto pelas 4 cervejas, Dorée, Rouge, Triple e Bleue, chamado de The Quadruple; e também pela tábua de 5 queijos, Classique, à la Bière, Grand Cru, Vieux Chimay e Le Poteaupré, chamada de Planche de 5 formages de Chimay.
Ao se deparar com a tábua de queijos e o carrossel de cervejas, pode surgir a dúvida sobre qual queijo harmoniza com qual cerveja. 
Para ajudar na sua decisão, vale olhar o menu, que tem informações interessantes sobre as cervejas, pratos e os queijos, além de dicas de harmonização. Aliás, o menu pode ser acessado no site do Espace Chimay e ainda quando estiver lá, você pode leva-lo para casa também, como um souvenir.

Os queijos são excelentes e realmente é difícil dizer qual deles é o melhor. Porém, um belo destaque é o Chimay à la Bière, que durante sua produção é lavado com cerveja Chimay. É impressionante sentir o aroma de lúpulo na casca firme deste queijo que tem interior cremoso. O lúpulo não fica presente apenas no aroma, mas também no sabor, deixando um gosto um pouco amargo na boca.


A Abadia de Notre Dame de Scourmont fica a cerca de um quilômetro do Auberge Poteuapré, porém não é possível visitar a cervejaria, somente a igreja e o jardim.
Uma opção para chegar até a Abadia é fazer uma caminhada por uma trilha através da floresta em frente ao Espace Chimay e com sorte, ainda aproveitar o pôr do sol que no meu caso, foi uma atração a parte no fim do primeiro dia por lá.


No próximo post, continuo falando sobre Chimay, o hotel, o jantar, a loja e um café da manhã que é um verdadeiro banquete, recheado com produtos da comunidade local e da Abadia.

***


Fernanda Meybom - Colaboradora do All Beers
Twitter: @femeybom
Instagram: femeybom

06 dezembro, 2013

Chimay: Nova cerveja? Queijos trapistas no Brasil?


Como foi anunciado no começo da semana aqui no All Beers, dois diretores da Chimay estiveram aqui em São Paulo, visitando alguns estabelecimentos cervejeiros como Empório Alto dos Pinheiros e Aconchego Carioca.

Entre os assuntos abordados juntamente com a importadora Buena Beer, duas novidades surgiram:

Queijos
Paulo Almeida, dono do Empório Alto dos Pinheiros, publicou uma foto particular dos queijos trapistas da Chimay em suas mídias sociais. A curiosidade e interesse pelo produto gerou uma procura até por telefone na mesma noite em seu estabelecimento.

Afinal, os queijos da Chimay serão importados para o Brasil?
Segundo a Buena Beer é um processo complicado, teriam que vir por avião, devido ao prazo de validade, mas ficaram de estudar o assunto e segundo Paulo Almeida, os diretores da Chimay ficaram empolgados com a repercussão e procura pelos queijos.



Nova cerveja
Edu Passarelli que publicou em primeira mão a notícia e agora passo adiante a informação para os leitores do All Beers.
A Chimay Dorée (foto acima), chega ao Brasil já no começo de 2014. Sobre a cerveja, usarei as palavras do Edu que já degustou o rótulo:

"A cerveja é uma ale clara, com 4,8% de teor alcoólico, e usa sementes de coentro e zests de laranja em sua composição. Bastante refrescante, apresenta muito sabor, apesar do suave teor alcoólico".

Boas notícias para os admiradores das cervejas trapistas e principalmente para os fãs da Chimay!

04 dezembro, 2013

Chimay: Visita de diretores belgas e Chimay Tripel em chope


Chega hoje ao Brasil uma missão belga com dois diretores da Chimay e aproveitando essa visita, importadora Buena Beer anuncia a distribuição do Chope Chimay Tripel sem interrupção no mercado brasileiro.

Os dois diretores da trapista Chimay estarão hoje no Empório Alto dos Pinheiros, em São Paulo. Além do chope tripel, será engatado também o chope Chimay Red.

11 março, 2013

Chimay com importadora exclusiva no Brasil


O Mosteiro Trapista Chimay, definiu que teremos no Brasil apenas um importador exclusivo da marca, a importadora Buena Beer.
Segundo o release oficial da Buena Beer, a disputa estava entre três importadoras.

A Buena Beer informou que deve manter a reposição constante das cervejas no país e que em breve novidades devem chegar por aqui.

14 fevereiro, 2012

Ranking Prazeres da Mesa 2012 - As melhores cervejas especiais vendidas no Brasil


Pelo sexto ano seguido, o Ranking da revista Prazeres da Mesa divulga sua lista das 60 melhores cervejas especiais vendidas no Brasil.

A escolha foi feita por 29 jurados, profissionais do ramo. O All Beers foi convidado para fazer parte do júri, porém por motivos éticos, não pude aceitar, mas fiquei muito satisfeito pela lembrança e pelo convite. Obrigado Edu Passarelli e André Clemente.

Colocarei os 10 primeiros colocados, não deixe de comprar a Prazeres da Mesa edição especial cerveja para conhecer a listagem completa das 60 melhores cervejas vendidas no Brasil.

Cervejaria do ano: Bamberg - pelo segundo ano consecutivo, recebeu 13 votos dos 29 jurados.

Melhores Cervejas do ano:

1- Rodenbach Grand Cru
2- Colorado Indica
3- Tripel karmeliet
4- Chimay Grande Reserve
5- Duvel
6- Brooklyn Lager
7- Colorado Demoiselle
8- Bamberg Camila Camila
9- Bierland Viena
10- BodeBrown Perigosa

05 janeiro, 2012

Viagem aos Monastérios Trapistas

Em maio, a Gourmet Travel Experience (Goute) oferece uma viagem cervejeira aos seis monastérios trapistas belgas. A viagem será guiada pelo especialista
e colunista de Prazeres da Mesa, Edu Passarelli. Além da visita aos bares oficiais dos monastérios, nos quais produções exclusivas podem ser degustadas, o roteiro passa pela cervejaria Cantillon, em Bruxelas; pelo bar de cervejas safradas Kulminator, em Antuérpia; pela cervejaria La Chouffe, em Achouffe; e pela cidade de Bruges.
Informações: goute@goute.com.br


Texto originalmente publicado na revista Prazeres da Mesa jan/2012 e no blog Edu Recomenda.

Veja os vídeos feitos por Edu Passarelli nos mosteiros:

Rochefort



Chimay



Achel e Westmalle




Westvleteren

15 julho, 2011

Conheça a Mont des Cats, nova cerveja trapista


Já ouviu falar da nova cerveja trapista francesa? Embora não tenha o selo de autêntica trapista, a Mont des Cats já é considerada a oitava cerveja trapista do mundo. Até então, existiam apenas seis na Bélgica e 1 na Holanda.

Para uma cerveja ser considerada realmente trapista, ela precisa ser fabricada no próprio mosteiro, o que não é o caso da Mont des Cats que teve ajuda da Chimay para sua primeira produção.

Veja o vídeo da coletiva:


Matéria em programa francês sobre a Mont des Cats:

11 fevereiro, 2011

Top 50 Cervejas da revista Prazeres da Mesa

Como já é de costume, a revista Prazeres da Mesa lança seu Top 50 das melhores cervejas disponíveis no mercado nacional.

Veja as 10 primeiras:

1- Brooklyn Lager
2- Baladin Nora
3- Bamberg St. Michael
4- Colorado Indica
5- Tripel Karmeliet
6- Duvel
7- Fuller´s Vintage Ale
8- Heineken
9- Chimay Grande Reserve
10- Deus

22 dezembro, 2010

Chimay no Globo Rural

O programa Globo Rural foi conhecer o monastério trapista que produz a cerveja Chimay:



Via

04 novembro, 2010

Palavras do blog... Curso de Beer Sommelier da ABS - 7º módulo

No sétimo módulo do curso de Sommelier de Cervejas que acontece na ABS (São Paulo), tivemos aula sobre os benefícios que a cerveja pode nos oferecer com o Alfredo Ferreira. Destacando os comentários de um médico que também faz o curso em nossa turma.

Tivemos também uma aula muito interessante sobre cartas e drinks elaborados com cerveja.
Na aula de harmonização, doces e queijos.


Cervejas degustadas:
Weihenstephan Weissbier, Eisenbahn Pale Ale, Eisenbahn Lust e Chimay Grande Reserve com queijos.


Kriek De Ranke, Thomas Hardy´s Ale, Baden Baden Stout, Wals Trippel e Gouden Carolus Classic com doces.


O pessoal da Importadora Tarantino também fez uma breve apresentação das cervejas escocesas da Brew Dog que chegaram no Brasil.

Fomos também presenteados com a ótima cerveja Medieval da cervejaria Backer, muito obrigado!


Fotos: Raphael Rodrigues - All Beers e Alfredo Ferreira.

Veja os outros módulos:
1º módulo
2º módulo
3º módulo
4º módulo
5º módulo
6º módulo

Raphael Rodrigues
Futuro Beer Sommelier (cursando), Jornalista e Admirador de Cervejas
E-mail: allbeersbr@gmail.com
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