08 abril, 2011

Novo rótulo da Falke Bier

Foi divulgado hoje o rótulo da nova cerveja de trigo da cervejaria mineira Falke Bier. Em breve a cerveja deve chegar ao consumidor.

Cerveja sem álcool?


O STJ decidiu que as cervejas com teor alcoólico reduzido não podem colocar em seus rótulos a inscrição “sem álcool”. O Tribunal rejeitou recurso da AmBev, que tentava reverter decisão da Justiça gaúcha, favorável à proibição da venda da Kronenbier com tal inscrição. A ação foi movida originalmente pela Associação Brasileira de Defesa da Saúde do Consumidor.

Com a decisão, portanto, terão de ostentar no rótulo que contem álcool as cervejas que contenham cerca de 0,5% de teor alcoólico (o da Kronenbier, por exemplo, é 0,3%). Já as cervejas que contenham abaixo de 0,1% do produto, como a Líber, da AmBev, além de uma das versões da Nova Schin, poderão continuar a auto-proclamar-se “sem álcool”.


07 abril, 2011

Parece champanhe, mas é cerveja-brut



Foi de uma aposta entre irmãos que nasceu a Wäls Brut, cerveja produzida em Belo Horizonte inspirada nas belgas biére de brut, cuja representante mais conhecida é a Deus. O estilo, porém, tem outras produções disponíveis no Brasil, como a também belga Malheur e a catarinense Eisenbahn Lust. E foi justamente quando José Felipe e Tiago Carneiro degustavam uma delas, há cerca de um ano e meio, que surgiu o desafio.


"Depois de um tempo provando a cerveja, meu irmão disse: ‘Realmente uma delícia, pena que você não seja capaz de produzi-la", conta José Felipe. "Respondi que eu, sozinho, não faria uma igual, mas nós todos na Wäls, sim. Mas quase desisti ao imaginar que teria de mandar nossa cerveja a uma vinícola para a fase de champenoise. O produtor mais próximo fica no sul de Minas e não usa o método."


Os irmãos decidiram, então, fazer na cervejaria todo o processo emprestado da Champagne, a rémuage (ato de girar a garrafa quando ela está inclinada com o pescoço para baixo) por 45 dias e o dégorgement (retirada do fermento) manual. A receita tem como base outra cerveja da marca, a Wäls Tripel, também de inspiração belga e com notas cítricas destacadas. Ela recebeu levedura de champanhe e um terceiro processo de fermentação, que elevou o teor alcoólico a 11%.


Dourado-escura e translúcida, tem espuma, branca, com média formação - poderia ser mais abundante para ficar próxima do padrão do estilo. Deve ser servida em taças do tipo flûte.


No aroma, sente-se a ação da levedura de champanhe, além de notas de malte adocicadas e de delicada lupulagem. Os mesmos elementos se repetem na boca, com final seco moderado e residual adocicado. É justamente neste último ponto que a Wäls Brut poderia ter um ajuste fino, tornando-se mais seca e evidenciando mais seus outros elementos. Mas é uma boa versão de um estilo complexo de cerveja. É vendida em garrafas de 750 ml arrolhadas a R$ 120, em média.


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Belgian Beer Weekend em setembro

Vídeo bem interessante sobre o Belgian Beer Weekend, que terá sua próxima edição em setembro, na Bélgica.

06 abril, 2011

Para ser a "Coca-Cola das cervejas", grupos disputam Schincariol

Conseguir ser a “Coca-Cola das cervejas”, ou ter a primeira marca de cerveja globalizada, consumida nos principais mercados do mundo, passou a ser uma obsessão para as grandes cervejarias, entre elas a belgo-brasileira Anheuser-Busch InBev (AB InBev), hoje a dona da Budweiser nos Estados Unidos, a holandesa Heineken e a anglo-africana SABMiller, que distribui as marcas Miller e a Coors no mercado americano.
Com a possível venda da Schincariol, segunda maior cervejaria brasileira, essa disputa instalou-se agora ao mercado brasileiro, que virou uma peça-chave na corrida pela liderança mundial.

“O Brasil é o país emergente com maior potencial neste setor, pois a população cultiva o hábito de beber cerveja e o clima é favorável ao consumo da bebida”, afirma o consultor da Concecpt Adalberto Viviani. Estão no páreo para comprar a Schincariol três grandes cervejarias mundiais: Heineken, a SABMiller e a dinamarquesa Carlsberg, quarta no ranking global. Quem vencer o páreo vai competir no Brasil com a Budweiser, a marca global da AmBev, que deve ser lançada no país ainda neste ano.

Heineken

Para a Heineken, que após adquirir a Femsa tornou-se dona da brasileira Kaiser, a aquisição é uma chance de aumentar o volume de negócios no país e, assim, justificar sua presença no mercado nacional, afirmam fontes próximas às negociações.
Para um especialista, a empresa holandesa é tida como uma das candidatas mais fortes à levar a Schincariol. A empresa estaria numa posição desconfortável por já ter se comprometido com uma ‘operação brasileira’, mas ainda não tem grande presença de mercado.
A aquisição possibilitaria ganhos em escala e sinergia.

Miller e Carlsberg

No caso da SABMiller e da Carlsberg, se trataria da última oportunidade viável de voltar ao país através da aquisição de uma cervejaria com fatia de mercado significativa.

A Miller foi fabricada no Brasil entre 1996 e 2007 por uma joint-venture formada entre a empresa e a Brahma. A empresa teria encerrado a parceria por discordar dos preços praticados pela AmBev. Neste ano, a marca Miller voltou ao mercado brasileiro por meio da importadora gaúcha ImportBeer.
A importação foi o caminho encontrado pela companhia para garantir a presença da marca no Brasil, mas, segundo especialistas, não atende às necessidades de SABMiller no mercado nacional.
Até o momento, o produto está disponível apenas na rede Zaffari e, segundo a importadora, será distribuído em todo o Brasil até o final de 2012.

Disputa com a AmBev

Líder absoluta no Brasil, com 68,2% do mercado nacional, a AB InBev, que controla a AmBev, é certamente a que mais pode perder com a venda da Schincariol para um desse três grandes competidores mundiais. Comprar a Schincariol não é uma alternativa para empresa, já que o negócio emperraria nas leis antitruste.

A AmBev é dona das três marcas mais vendidas no Brasil. A Skol possui 32,4% de participação de mercado, a Brahma, 17,6%, e a Antarctica, 11,8%, segundo levantamentos mais recentes.
A Schincariol, dona também da Devassa, possui 11% do mercado brasileiro de cerveja. Mas a Petrópolis conseguiu ganhar pontos e encostar na segunda colocada, com 10,8% de participação de mercado em fevereiro.

Desde que a InBev comprou a Anheuser-Busch nos Estados Unidos, em julho de 2008, é esperado que a AmBev traga a marca Budweiser para o mercado brasileiro.

A aguardada entrada da marca americana deve ser realizada no segundo semestre. Mas, segundo especialistas, um dos maiores problemas será como posicionar a marca e evitar que ela afete a Skol. Até agora, a AmBev ainda não divulgou sua estratégia de posicionamento para a marca.

Por que a Schincariol está à venda?

O interesse desses grandes grupos estrangeiros explica, em parte, porque a família que controla a Schincariol avalia sair do negócio de cervejas. O mercado talvez tenha ficado grande demais para um grupo independente, com atuação nacional, e os investimentos para ganhar qualquer ponto de participação de mercado são elevados.

Somadas, as marcas do grupo Schincariol têm cerca de 11% do mercado brasileiro. As principais delas são a Nova Schin e a Devassa.
Com 13 fábricas, a empresa ocupa uma posição no mercado muito próxima ao grupo Petrópolis, que tem quatro fábricas. “Isso mostra uma ineficiência da empresa. Ela não consegue administrar bem seu mix de marcas”, diz uma analista, que não quis se identificar.
O principal rótulo da empresa, a Nova Schin, foi lançado em 2003 para mudar o estigma da então marca Schincariol como uma cerveja popular.

A estratégia não deu certo na avaliação de um especialista. “A Schincariol não conseguiu ser uma das cinco marcas mais pedidas”, afirma.
Com o lançamento da Devassa, a empresa fez uma nova tentativa. Até agora, o investimento não resultou em ganhos relevantes de market-share. A Devassa tem apenas 0,2% do mercado.

The Great South Beer Cup em maio na Argentina

Em maio acontece o Great South Beer Cup em Buenos Aires, Argentina. O evento que começa no dia 10 de maio e termina no dia 14, já confirmou 250 cervejarias e promete ser um marco cervejeiro para o continente sul americano.

Na competição entre os diversos estilos, especialistas do mundo todo estarão julgando as cervejas.


Algumas cervejarias brasileiras já confirmaram presença como: Colorado, Bamberg, Falke Bier, Bierland, Seasons, entre outras.

Mais informações: http://southbeercup.com/

05 abril, 2011

Novidade da Bohemia

Chega esta semana nos mercados de São Paulo o litrão da Bohemia, a Gran Bohemia. Com 990ml, a fórmula da cerveja continua a mesma só aumenta a embalagem.

A Ambev já apostou neste segmento no passado ao trazer para o Brasil as cervejas premium uruguaias Patrícia e Norteña, a argentina Quilmes e a belga Stella Artois em garrafas de 990 mililitros. O preço da Gran Bohemia deve ser R$ 12,50.

Quer comprar a Schincariol?


O pujante e promissor mercado brasileiro de cervejas está definitivamente na pauta dos fabricantes multinacionais de bebida. Depois de a Diageo ter tornado público o seu interesse em comprar uma empresa brasileira com participação relevante no mercado (leiam-se os grupos Schincariol e Petrópolis), agora é a SAB Miller que volta a ter destacado pela imprensa internacional o seu desejo de entrar no Brasil.

Em 2010, o consumo de cerveja aumentou 11%, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). Com o consumo per capita do brasileiro atualmente em 60 litros por pessoa, e um potencial de expansão para chegar aos 100 litros antes do final desta década, a categoria será alvo de uma intensa concorrência nos próximos anos.

Segundo o jornal inglês Sunday Times, a britânica SAB Miller estaria preparando uma oferta para a compra da Schincariol. Sem citar fontes, o periódico diz que a cervejaria brasileira estaria à venda por US$ 2 bilhões (R$ 3,3 bilhões). A Heineken, que em 2010 acertou a compra global da Femsa e passou a atuar no País, também estaria interessada.

O montante, porém, parece bem abaixo do que estima o mercado. Matéria publicada nesta segunda-feira 4 pelo jornal Valor Econômico traz a informação de que um dos grupos interessados avalia o valor da companhia entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões. Os controladores da Schincariol teriam ambições ainda maiores – algo acima de R$ 10 bilhões. A publicação coloca ainda a dinamarquesa Carlsberg como mais uma candidata à compra da Schin. A movimentação deve esquentar ainda mais a briga pela vice-liderança do mercado nacional de cervejas, disputada, atualmente, a cada décimo de ponto pela Schincariol e a Petrópolis, segundo os relatórios Nielsen divulgados em 2011.

Em balanço divulgado na sexta-feira, 1º de abril, a Schincariol anunciou uma receita bruta de R$ 5,7 bilhões em 2010. O resultado representa um incremento de 11,8% em relação ao ano anterior. Os investimentos foram de R$ 1 bilhão – o equivalente a 34% da receita líquida da companhia. Para 2011, a previsão de investimentos é de R$ 600 milhões.



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04 abril, 2011

Cervejas artesanais crescem em 2010 nos Estados Unidos

A Brewers Association, a associação comercial que representa grande parte das cervejarias nos EUA, divulgou na semana passada dados de 2010 sobre a indústria da cerveja artesanal em seu país.

O aumento foi em todo setor, principalmente em volume e número de micro cervejarias. O crescimento de micro cervejarias foi de 8% comparado com 2009.

Em 2010, a contagem registrou 1.759 cervejarias em funcionamento. Para ler toda a matéria, entre aqui.

Bier Hoff entra no mercado de cervejas especiais


A cervejaria Bier Hoff que nasceu dentro de um shopping em Curitiba em 2001 e com estilos mais comuns ao consumidor final, agora entra em definitivo no mercado de cerveja Já foram aprovados no Ministério da Agricultura e esperam para ser lançados em 2011 e 2012 os estilos: Indian Pale Ale, Rauchbier, Red Ale, Porter e Stout.
Os atuais (American Lager, American Lager não filtrado, Weizenbier e Dunkel), já disponíveis nos restaurantes em forma de chope, passarão a ser envasados e distribuídos em mercados, bares, restaurantes e estabelecimentos de cervejas especiais.


“Estamos percebendo que existe um movimento no mercado de conscientização do público em relação às cervejas especiais. Mais ou menos o que aconteceu com o vinho há cerca de 15 anos atrás. É hora de investir. Estamos produzindo há quase uma década e nunca entramos nesse mercado de cervejas gourmet de forma mais focada”, explica o sócio proprietário Mario Neto que, ao lado de Valdecir Scopel, investe na ideia.

01 abril, 2011

Cervejaria Brooklyn vendida?

O assunto desta manhã nos principais fóruns de cerveja do mundo foi a venda da cervejaria norte-americana Brooklyn para a Miller-Coors. Basta digitar "Brooklyn Brewery" na pesquisa do twitter para ver a proporção que tomou o assunto.
Até que ponto podemos levar a sério uma notícia dessa no dia 1° de abril? Quem divulgou a notícia foi o site Brew York e sobre a transação falou:

Pegando carona da Goose Island pela Anheuser-Busch, a Miller-Coors anunciou que adquiriu a participação majoritária da Brooklyn Brewery. Os detalhes da venda não foram divulgados, mas as estimativas iniciais sugerem um negócio de US $ 25 milhões.

Se é verdade ou não, teremos que esperar até amanhã, mas a chance de ser mais uma piada do dia da mentira é grande. Via

Ainda sobre o assunto Brooklyn (isso é real), o jornalista B.O.B comentou recentemente via twitter que a Brooklyn Pilsner é a próxima novidade por aqui, deve chegar nas próximas semanas pela importadora BrazilWays.


ATUALIZAÇÃO: Como já imaginávamos, não passou de uma brincadeira do dia da mentira!

Nova coluna no Rate Beer: Rupprecht Loeffler


Nova coluna no Rate Beer/Hop Press sobre a morte do cervejeiro artesanal mais antigo do Brasil, Rupprecht Loeffler da Cervejaria Canoinhense.

Link para o Rate Beer

31 março, 2011

Cervejaria Bierland lança a Vienna Lager


A cervejaria Bierland, de Blumenau (SC), acaba de lançar a Vienna Lager, um estilo de cerveja bastante tradicional, mas com poucos representantes no mercado brasileiro. “Podem-se notar características de malte evidentes, porém com forte personalidade dos lúpulos americanos, tanto no aroma, quanto no paladar”, explica um dos sócios da Bierland, Eduardo Krueger.


A cerveja tem coloração avermelhada, teor alcoólico 5,4% e aroma com presença discreta de malte e marcante de lúpulo. As cervejas em garrafa já podem ser encontradas no Sul e no Sudeste do Brasil em supermercados, bares, restaurantes e lojas especializadas. “Um dos diferenciais das cervejas da Bierland é que elas não contêm componentes químicos, como estabilizantes, antioxidantes ou corantes”, observa Krueger.


Em 2011 novos produtos ainda devem chegar aos apreciadores de cervejas especiais: a Imperial Stout e a Strong Golden Ale.

Pão de Açúcar e Paulistânia lançam cerveja com rótulo especial


O Pão de Açúcar fechou parceria com a Bier & Wein Importadora para a produção de uma edição especial da cerveja Paulistânia que traz no rótulo imagens da história da rede em São Paulo. Em uma delas, fotografada em 1948, é possível ver o primeiro carro de entrega, revelando o foco em serviços e atendimento ao consumidor. O segundo rótulo mostra a fachada da primeira loja Pão de Açúcar, localizada na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, em São Paulo (SP), no ano de 1952, onde até hoje a empresa mantém uma unidade da rede.


Os clientes poderão adquirir essa edição especial no final de março nas lojas Pão de Açúcar do Estado de São Paulo. "A história da companhia teve início na capital paulista e, poder traduzir isso, é motivo de muita alegria", comemora Fábio Rodrigues, Gerente Comercial de Cervejas do Pão de Açúcar.


A Paulistânia é uma linha de cervejas premium puro malte, que transformou seus rótulos em um meio inédito de disseminação cultural ao ilustrá-los com fotos. A primeira edição da Paulistânia clara apresentou 12 imagens antigas de São Paulo.

Para a próxima edição, uma nova seleção de 12 fotos, desta vez de estados brasileiros, fará uma homenagem às cidades e povos que fazem de São Paulo a cidade de todos.


Essa é a primeira vez que a rede faz uma ação com uma cervejaria no lançamento de rótulos temáticos. A expectativa é um aumento de vendas dessa cerveja em 40%. Fábio Rodrigues espera que o produto chame a atenção dos colecionadores e apreciadores das cervejas especiais, segmento que cresceu 120% em vendas entre 2009 e 2010 no Pão de Açúcar.

A cerveja Paulistânia com os rótulos de fotos antigas do Pão de Açúcar serão comercializadas a R$ 5,89 (preço sugerido) - garrafa de 600 ml.

30 março, 2011

1º Prêmio Maxim de Cerveja divulga o resultado das melhores cervejas do Brasil

No dia 22 de fevereiro foi realizado no bar Melograno em São Paulo a primeira edição do Prêmio Maxim de cervejas brasileiras. O All Beers fez a cobertura do evento que você pode acompanhar aqui. Agora em março chega as bancas a edição com as cervejas vencedoras. Divididas em 12 categorias (Weiss, Pilsen, Red Ale, Comerciais, Porter, Dunkel, Pale Ale, IPA, Golden Ale, Rauchbier e Stout). Foi feita também uma avaliação de cervejas que são únicas, estilos não muito produzidos no Brasil.
A grande vencedora da noite foi a cervejaria Baden Baden que levou 3 prêmios (Golden Ale, Weiss e Red Ale). Os destaques ficaram para OPA Bier que levou como melhor porter, a cervejaria Kraemerfass que levou a melhor dunkel e a cervejaria Way que levou o prêmio de melhor pale ale.


Não deixe de comprar a edição de março da revista Maxim para conhecer todos os vencedores e também ler a matéria completa do prêmio.

29 março, 2011

Cerveja Artesanal - B&R Cervejas Especiais



Recentemente tive o prazer de conversar com Marcelo Breda e receber pessoalmente suas cervejas, que são feitas em Campinas/SP.

Degustei três estilos da B&R:

Stout
cerveja muito equilibrada, aroma maravilhoso que mistura café e chocolate. Corpo cremoso com creme de boa formação. No paladar, o café se mostra presente e com personalidade. Para quem gosta de stout (como eu), entre em contato com o Marcelo e garanta um exemplar da cerveja.

Red Ale
aroma frutado, provavelmente o damasco que foi citado no rótulo, muito agradável. Senti levemente um aroma de mel também.
No paladar um amargo interessante e de qualidade. Ótima drinkability.


Tripel
nesse exemplar podemos verificar uma explosão de aromas misturados, frutas e especiarias. No paladar um equilíbrio agradável de amargo e doce. Teor alcoólico elevado, causando uma sensação quente no paladar.

Não deixe de visitar o blog da B&R, feito pelo Marcelo. Ele coloca várias dicas de receitas de cerveja, maquinário e claro, suas produções.

Eisenbahn realiza mais uma edição do ProveTuite

No próximo dia 30, às 20h, acontecerá mais uma edição do Provetuite (#provetuite), ação destinada aos amantes de cervejas especiais realizada integralmente via Twitter. Idealizado pela marca de cervejas Eisenbahn, o projeto tem como objetivo aproximar o consumidor do universo gastronômico e proporcionar experiências por meio de dicas e sugestões.

Como funciona?
A Eisenbahn disponibiliza os produtos que devem ser adquiridos na sua página nas redes sociais, www.facebook.com/cervejaeisenbahn, www.twitter.com/_eisenbahn_, e pouco antes do início da ação os seguidores recebem um post com o link de acesso. Juliano Mendes (@julianomendes), especialista em cervejas e consultor da Schincariol, irá harmonizar a cerveja Eisenbahn Weizenbock com os queijos Gorgonzola e Roquefort em tempo real e com transmissão ao vivo por meio da twitcam. Todos poderão fazer perguntas e interagir com o mediador.

A ação acontece pela segunda vez. Em janeiro, a Eisenbahn Strong Golden Ale foi harmonizada com o queijo Gouda. O #provetuíte também teve uma versão experimental em dezembro de 2010. Devido ao sucesso de adesão, a marca resolveu inserir o projeto no seu calendário oficial.

28 março, 2011

Anheuser-Busch anuncia a compra da cervejaria Goose Island

A Anheuser-Busch anunciou que irá comprar a cervejaria Goose Island. O negócio é de 38,8 milhões dólares divididos entre AB (58%) por US $ 22,5 milhões e Craft Brewers Alliance (42%) por US $ 16,3 milhões. Estamos falando provavelmente da maior aquisição do ano em negócios envolvendo micro cervejarias.

Conhece o BeerClip?


O BeerClip se trata de um prendedor de dinheiro que também tem a função de abridor de garrafas. Veja como funciona:

25 março, 2011

Degustadas as cervejas da Sherwood Forest

Chegaram recentemente no Brasil as cervejas norte-americanas da Sherwood Forest.
Cervejaria localizada em Marlborough, no estado de Massachusetts. Estão sendo importadas pelo Bar, Empório e Restaurante Melograno que pretende trazer outras cervejas em breve para o Brasil.

Três rótulos chegaram por aqui:

Archer´s é uma pale ale no estilo inglês, bem equilibrada na doçura e margor, destacando mais o malte, fácil drinkability.

Sheriff´s é uma IPA (India Pale Ale) com presença marcante de lúpulo, característica do estilo. Final amargo.

Maiden’s com aroma de mirtilo bem agradável, fácil de tomar e degustar. Direcionada ao público feminino.

Essas cervejas são vendidas em garrafas de 330 ml por R$ 16. Está nos planos futuros do Melograno importar outros rótulos para bares fora de São Paulo.


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