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13 março, 2024
Gilberto Tarantino é eleito presidente da Câmara Setorial da Cerveja do Ministério da Agricultura
O presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Gilberto Tarantino, foi escolhido entre seus pares da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cerveja para presidir o órgão pelos próximos dois anos. A eleição foi realizada em reunião extraordinária do órgão na manhã da última quinta-feira (8).A Câmara, ligada ao Conselho do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Conseagro/MAPA), presidido pelo próprio Ministro Carlos Fávero, tem a função de propor, apoiar e acompanhar ações para o desenvolvimento da cadeia produtiva da cerveja no país.
“As câmaras setoriais são importantes fóruns de debate, de exercício da democracia, que têm a capacidade de debater, qualificar e agregar demandas do setor. A Câmara da Cerveja é um colegiado que reúne todos os elos, como o setor de embalagens, do campo, com o lúpulo e a cevada, as indústrias, supermercados, bares e restaurantes, setor do turismo etc. isso faz com que os encaminhamentos que são aprovados pela Câmara tenham mais força e chances de êxito para melhorar o setor cervejeiro nacional”, explica Eduardo Marcusso, Consultor Técnico da Câmara.
Na nova função Tarantino tem a missão de dar continuidade aos trabalhos de Marco Falcone, falecido em janeiro, e que havia sido reeleito para seu segundo mandato diante do órgão.
“É uma tremenda responsabilidade ter sido indicado para essa função pelas entidades que compõem a Câmara, ainda mais sucedendo meu amigo Falcone que construiu uma bela história no setor”, lembra Tarantino.
“São muitas as propostas já em andamento que precisamos concretizar. Para isso é fundamental a participação e a união das diversas entidades que compõe a Câmara, um trabalho voluntário de todos em favor do setor”, explica o empresário.
Desafios
A Câmara tem concentrado esforços e atenção nas alíquotas para a cerveja diante da implementação do Imposto Seletivo. O setor entende que as alíquotas devem ser diferentes para cada bebida e inversamente proporcionais ao teor alcoólico, tendo em vista o baixo teor da cerveja.
Em uma iniciativa do próprio Tarantino, como coordenador do Grupo de Trabalho sobre tributação, a Câmara já fez contato com o IBGE tratar da criação de um CNAE específico para cervejarias artesanais, que ajudará a colher métricas e estatísticas e a desenhar políticas públicas específicas para pequenas e médias cervejarias e brewpubs.
Ainda no GT de Tributação, estão sendo analisadas propostas para equilíbrio entre as políticas diferenciação na cobrança do ICMS-ST nos estados.
Como coordenador do Grupo de Trabalho de Exportação, Tarantino já iniciou a aproximação com a Apex – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Dentro das atividades da Câmara estão negociações com o Ibama para tratar de dívidas quanto à taxa de fiscalização ambiental cobrada pelo órgão.
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Marco Falcone
27 junho, 2022
Abracerva e Sindicerv lançam o primeiro congresso “Cerveja é Gastronomia” na Universidade Anhembi Morumbi
A ABRACERVA tem desenvolvido um papel importante no sentido de dar suporte e apoiar as cervejarias artesanais que têm crescido de forma exponencial no mercado brasileiro. Buscando melhores condições comerciais e melhores regulamentações, a associação tem lutado para tornar a cerveja artesanal um produto amplamente conhecido e de fácil acesso para os consumidores. Essa empreitada caminha em diferentes esferas, desde questões tributárias até o fomento do aprimoramento de técnicas e desenvolvimento de toda a cadeia produtiva. Faz parte da missão da ABRACERVA fomentar o conhecimento e disseminar a cultura cervejeira. Diante disso, surgiu a ideia do congresso “Cerveja é Gastronomia”, com o objetivo de demonstrar que a cerveja também faz parte do universo da gastronomia, permeando suas mais diversas facetas.
Para a realização do evento, a ABRACERVA se juntou ao SINDICERV, Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, que há mais de 70 anos vem trabalhando nos debates, estudos, regulamentos, políticas públicas e normas que contemplem toda a cadeia produtiva da cerveja no Brasil.
O SINDICERV representa igualmente as empresas responsáveis por cerca de 80% da produção nacional de cerveja.
As duas associações se uniram com o objetivo de promover um dia de debates e reflexões sobre os principais temas latentes no setor. Sendo assim, o congresso Cerveja é Gastronomia, acontece no dia 30 de junho (quinta-feira), na Universidade Anhembi Morumbi - Vila Olímpia e será gratuito para associados e convidados, sendo apenas obrigatório levar 2kg de alimentos não perecíveis que serão doados para duas Instituições.
Com apresentação de Carolina Oda, nome de forte relevância na gastronomia e que atualmente atua como consultora no ramo, o line up do evento traz mais de 15 painéis de discussão sobre o setor cervejeiro e da gastronomia. Estes acontecem de forma concomitante entre as salas de aula, anfiteatro e cozinha a partir das 9h horas da manhã.
A abertura, às 9h00, traz Mauro Homem, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos do Grupo Heineken e Gilberto Tarantino, presidente da ABRACERVA, que discutem sobre a categoria da cerveja e o mercado gastronômico.
Na sequência da programação, o painel conta com a participação da vereadora Sandra Santana, a secretária do Turismo Aline Cardoso e Junior Bottura, da Cervejaria Avós, para falarem sobre tema: São Paulo, Cerveja e Cultura.
Temas como diversidade, cultura, saúde, tendências entre outros também fazem parte da agenda de conversas para a imersão no mercado artesanal de uma das mais populares bebidas do mundo: a cerveja.
Além da programação de painéis, o congresso promove duas aulas shows na cozinha da universidade, a primeira com a Carol Veras do Brewstone Pub de Fortaleza (CE) para discutir o tema da gastronomia no mercado cervejeiro e, na sequência, o chef Onildo Rocha versa sobre a temática “A construção de sabores brasileiros”.
Diversos nomes que estão na cena gastronômica da atualidade aparecem em diferentes momentos do congresso, com destaque para “As brasilidades do gosto no século XXI”, em que participam Elaine de Azevedo do podcast Panela de Impressão, Larissa Januário apresentadora do Sabor & Arte e a jornalista gastronômica Luiza Fecarotta.
Em cultura, a mesa redonda sobre “O papel do álcool no processo civilizatório” terá a participação do professor da Anhembi Morumbi, Iberê Moreno, de Rodrigo Moccia, diretor de Relações Institucionais da Ambev e de Fernando Solera, médico e membro da Comissão de controle de doping da CBF.
As inscrições podem ser feitas via plataforma Sympla e já estão disponíveis, lembrando que será necessária a doação de 2kg de alimento não perecível. Além disso, as palestras que acontecerão no anfiteatro poderão ser assistidas ao vivo no canal do Youtube da Abracerva, com inscrições online também no mesmo link do sympla.
SERVIÇO
Data: 30/06 - das 9h às 19h30
Local: Anhembi Morumbi - Vila Olímpia, São Paulo, SP
Rua Casa do Ator, 275 - Vila Olímpia, São Paulo
Link para inscrição
Confira a programação completa:
9h
Abertura - A Categoria Cerveja & o Mercado de Gastronomia
Gilberto Tarantino - Abracerva
Mauro Homem - Sindicerv
9h30
São Paulo, cerveja e cultura
Sandra Santana - Vereadora cidade São Paulo
Aline Cardoso - Secretária de Turismo
Junior Bottura - Cervejaria Avós
10h
Cerveja e Gastronomia
Cilene Saorin - Doemens Academy
10h30
Marketing, Cerveja e Gastronomia
Eduardo Sena - Hora do Gole
10h30
O papel do álcool no processo civilizatório e consumo responsável
Mediador: Luiz Nicolaewsky - Sindicerv
Rodrigo Moccia - Ambev
Fernando Solera - Doping Control Coordinator CBF
Iberê Moreno - Anhembi Morumbi
11h
Harmonização Molecular
Rene Aduan Jr. - Escola Superior de Cerveja e Malte
11h30
Boas Práticas na Produção: Segurança dos Processos
Mediador: Luis Guaraná - Sindicerv
Juçara André - MAPA
Renata Walter - Grupo Heineken
14h
Harmonização essencial em brewpubs
Gabriel Ramalho - Goose Island
14h
As brasilidades do gosto no século XXI
Mediadora: Bia Amorim - Abracerva
Elaine de Azevedo - Panela de Impressão
Larissa Januário - Sabor & Arte
Luiza Fecarotta - Jornalista Gastronômica e editora Food Connection
15h
A gastronomia no mercado cervejeiro
Carol Veras - Brewstone
15h30
Cervejas, vinhos e fermentados selvagens
Mediador: Jayro P. Neto - Abracerva
Lis Cereja - Enoteca Saint Vin, Feira Naturebas
Gabriela Monteleone - Tão Longe, tão perto
Diego Simão Rzatki - Cervejaria Cozalinda
16h
A construção de sabores brasileiros
Onildo Rocha - Priceless
16h30
Cultura e Diversidade, a conversa atual
Beatriz Ruiz - Grupo Heineken
Leandro Sequelle - Graja Beer
17h
Cerveja como alimento ao longo da história
Luís Celso Jr - Instituto da Cerveja Brasil
17h
Iniciativas Sustentáveis na indústria da cerveja
Mediador: Fábio Ferreira - Sindicerv
Patrícia Iglecias - CETESB
Mauro Homem - Grupo Heineken
Lucien Belmonte - ABIVIDRO
Cátilo Cândido - ABRALATAS
Caio Miranda - Ambev
18h
Gastronomia Brasileira e a intersecção com a cerveja
Mediador: Rosa Moraes - Ânima Educação/The Worlds 50 Best Restaurants
Gilberto Tarantino - Abracerva
Marcelo Corrêa Bastos - Jiquitaia, Lobozó e Vista
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11 abril, 2022
Abracerva promove bate-papo com Tiago Falcone, o brasileiro que produz as mais novas lambics da Bélgica
O brasileiro Tiago Falcone, um dos cervejeiros responsáveis pela "Dansaert", a mais nova produtora de lambic em Bruxelas nos últimos 50 anos, será o palestrante do ‘Roda Fermentativa’ da próxima terça-feira (12/04).
A série de encontros com especialistas do setor é promovida pela Abracerva – Associação Brasileira de Microcervejarias e pode ser acompanhada pelo canal da entidade no YouTube a partir das 15h.
“Dentro da proposta de realizar palestras com quem está inovando e pensando diferente, chegou a vez de falarmos com o Tiago sobre sua experiência internacional e sobre fermentação aberta e wood aged, dois fatores que podem contribuir para o amadurecimento da discussão sobre uma escola brasileira”, afirma Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva.
Tiago Falcone nasceu em família cervejeira e iniciou sua trajetória na Falke Bier, a pioneira indústria da família em Ribeirão das Neves.
Sua experiência no exterior começou em 2010 em Roma, onde teve contato com a inventiva cultura cervejeira italiana. De lá, Tiago seguiu pra Londres, em 2013, e cresceu junto com a Beavertown Brewery, lançando o projeto de envelhecimento em barris "Tempus".
Em 2017, decidiu rodar a Europa de bicicleta e passou um ano e meio produzindo cerveja pelo continente por meio de seu projeto pessoal "Pedlar".
Em Copenhague, aceitou o desafio de produzir os rótulos da Broaden & Build Brewing Company, um conceito inovador que integra fábrica e restaurante.
Desde 2021 na Bélgica, Tiago se juntou à Brussels Beer Project para produzir as bebidas da "Dansaert", o mais novo fabricante de lambic em Bruxelas nos últimos 50 anos.
Serviço:
Palestra: Roda Fermentativa com Tiago Falcone
Data: terça-feira, 12 de abril
Horário: 15h
Evento ao vivo e gravado - gratuito
Link: https://youtu.be/p7NOlAJIAyw
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Thiago Falcone
11 julho, 2018
Vídeo & Fotos: Fomos conhecer a nova cervejaria Tarantino!
O nome Tarantino já é muito conhecido no meio da cerveja artesanal, mas caso você não conheça, a Tarantino foi uma importadora criada por Gilberto Tarantino e que trouxe grandes cervejarias ao país como Brewdog, Mikkeller, Del Ducato e também um dos pioneiros na escola norte-americana, importando marcas como Flying Dog, Anderson Valley, Rogue Ales, Founders, entre outras. Isso tudo começou entre 2010/2011. A importadora não existe mais, porém Gilberto continua atuante no meio cervejeiro e deve inaugurar sua nova cervejaria em breve.
A Cervejaria Tarantino, que já produzia alguns rótulos de forma cigana, agora tem sua própria fábrica, localizada na Rua Miguel Nelson Bechara 316, no bairro do Limão - São Paulo.
O espaço ocupa uma área de 2.400 metros que inclui além da cervejaria, um taproom, ambiente para receber eventos cervejeiros e também aulas/palestras. Recentemente a cervejaria recebeu os jurados de todo país para o julgamento do World Beer Awards 2018, etapa brasileira.
O responsável pelas receitas será o experimente Alexandre Sigolo, cervejeiro que já teve passagens pela Sinnatrah, Cervejaria nacional e Burgman.
Sócios: Isaac e Gilberto Tarantino
Muito em breve teremos as latas e chopes da Tarantino nos pontos de venda em todo país!
Conheça a cervejaria no vídeo abaixo:
02 fevereiro, 2017
Pelotão reúne esporte, cerveja e sustentabilidade em rótulo colaborativo entre Cervejaria Dádiva e Tarantino Beer
A ideia da Pelotão surgiu em uma conversa depois de uma corrida Beer Mile no Brasil, entre os participantes Luiza Tolosa (Cervejaria Dádiva) e Gilberto Tarantino (Tarantino Beer). Algumas cervejas no copo e muitas ideias na cabeça evoluíram para uma produção colaborativa que ganhou corpo com a participação especial de 40 ciclistas.
Um percurso de aproximadamente 60 km reuniu o grupo de pedal rumo à fábrica da Cervejaria Dádiva, em Várzea Paulista, no último dia 07/01, para uma participação inédita e inusitada de esportistas na brassagem de uma Vienna Lager. O grupo participou da ação conjunta para a adição de Rapadura e lúpulo na receita.
A rapadura considerada um alimento de alto índice glicêmico, comumente utilizada por atletas de várias modalidades esportivas durante o treino, foi o ingrediente destacado na produção do rótulo, que contou com malte Vienna especialmente desenvolvido no Brasil pelo Atelier do Malte, a primeira micro maltaria do Estado de São Paulo.
Como característica principal, o malte Vienna confere uma cor única em tons dourados e notas de caramelo e toffee às cervejas deste estilo. Na Pelotão, toda essa intensidade de cores e sabores foi potencializada pela adição da rapadura do nordeste brasileiro, responsável por dar corpo especial e proporcionar um leve e agradável dulçor residual a esse rótulo colaborativo.
Parte deste bagaço do malte Vienna, utilizado na produção da Pelotão, foi destinado à empresa Pdal Bars, de esportistas entusiastas e também fabricantes de energy foods.
Com teor alcoólico de 5,5% e 25 IBU´s (Unidade de Amargor), a Pelotão foi produzida em lote limitado a 1800 litros. O lançamento, aberto ao público, acontece no próximo dia 04/02, a partir das 12h, na BrewDog, em São Paulo, destino final de um treino de 100 km do Tarantino Bike Team – o mesmo grupo de pedal que participou da brassagem, organizado pela Fuga Clube de Ciclismo.
O evento contará ainda com a participação especial dos cervejeiros e idealizadores do rótulo e personalidades da cena bike paulistana, como Renata Mesquita, embaixadora da Specialized no Brasil, a blogueira Adriana Vojvodic, do Canela.CC e da designer Ivy Miranda, da FIB - Fábricas de Ideias Brasileiras, que trabalhou o rótulo da Pelotão a partir de pôsteres europeus antigos e fotos recentes de Fabiana Marson, da Gazela Fotos.
A Pelotão estará disponível ao mercado em chope e garrafa de 300 ml, com preço sugerido de R$ 20,00, e poderá ser encontrado nos principais pontos de vendas cervejeiros de São Paulo, como BrewDog SP e Vinil Burguer, a partir de fevereiro. Vendas online estarão disponíveis pelo Clubeer: www.clubeer.com.br.
Serviço
Lançamento Pelotão – cerveja colaborativa entre Cervejaria Dádiva e Tarantino Beer
Data: 04/02
Horário: a partir das 12h
Local: BrewDog São Paulo – Rua Coropés, 41 – Pinheiros
01 junho, 2016
Tarantino Session IPA: Novo lote passou por método utilizado por grandes cervejarias norte-americanas
A cerveja Tarantino/Odell Session IPA todos já conhecem, com 4,5% de teor alcoólico, receita assinada por Doug Odell (Odell Brewing - EUA) e produzida pela Tarantino Brewery, cervejaria cigana de São Paulo.
A novidade está no novo lote, com a utilização de uma centrífuga, que segundo Gilberto Tarantino, proprietário da Tarantino Brewery, serve para tirar os excessos de levedura e também dar uma "polida" na aparência da cerveja.
"Todas cervejarias artesanais americanas como Odell, Stone, Sierra Nevada, além da Brewdog (Escócia) e Mikkeller (Dinamarca), são marcas que não pasteurizam suas cervejas e utilizam essa centrífuga para melhorar o produto.", comentou Gilberto.
A novidade chega essa semana nos pontos de venda em todo país. Ontem o chope desse novo lote já foi engatado na abertura do C.O.D (Craft on Draft), nova bar especializado em São Paulo (leia mais aqui).
Outros bares na capital que já estão com a novidade: Brewdog Bar São Paulo, Delirium Café São Paulo, Almadas, Empório Alto dos Pinheiros, Ambar e São Paulo Tap House.
"Cerveja artesanal de verdade tem um componente muito importante, a colaboração. Caio Tarantino, Oak Bier, Nirlei Baungartner e toda equipe da BrewCenter ajudaram muito nessa parceria! E também Victor Marinho, o cervejeiro oficial da Mikkeller no Brasil e da Tarantino desde o 1º lote.", finalizou Gilberto.
O primeiro lote da Session IPA foi feito em 2013, durante uma visita que Doug Odell ao Brasil e o All Beers registrou tudo de perto, inclusive a brassagem que na ocasião foi feita na cervejaria Dortmund, em Serra Negra (SP).
Veja no vídeo abaixo:
All Beers acompanha Doug Odell (Odell Brewing) no Brasil from All Beers on Vimeo.
17 fevereiro, 2016
Tarantino Beer será a conexão oficial entre Word Beer Cup 2016 e Brasil
A Tarantino Beer, precursora na importação de cervejas norte-americanas no país (Flying Dog, Rogue, Anderson Valley, entre outras) e tradicional parceira na divulgação de eventos educacionais da Brewers Association, será a conexão oficial do Brasil com o World Beer Cup 2016.
O que isso significa?
Neste ano todas as cervejarias brasileiras participantes do WBC, poderão enviar as cervejas para um ponto único na cidade de São Paulo e a Tarantino será responsável pelo envio de avião (respeitando sempre a cadeia refrigerada) para o Colorado, sede da Brewers Association nos Estados Unidos.
Esse posicionamento acontece para facilitar e aumentar a participação de cervejarias internacionais no evento. Na Europa começou em 2014 e o aumento de cervejarias do velho continente foi grande na competição.
Segundo Gilberto, todos as cervejarias participantes já receberam um e-mail da BA oficializando o acordo e como proceder nos próximos dias.
Importante lembrar que a cervejaria mineira Wäls, conquistou duas medalhas inéditas no World Beer Cup 2014, uma de ouro com a Dubbel e outra de prata com a Quadruppel.
Conheça a lista de cervejarias brasileiras que vão representar o Brasil no WBC 2016, que acontece no dia 6 de maio, no Philadelphia Convention Center - Philadelphia - Pennsylvania.
AlphaBier
Amazon Beer
Ambev S.A
Bastards Brewery
Besten Cervejaria LTDA
Bier Hoff Microcervejaria
Blauer Berg Cervejaria Ltda.
Blondine Cervejaria Eireli
Brasil Kirin
Brotas Beer
Camale
Cerveja Blumenau
Cerveja Opera
Cerveja Sambaqui
Cervejaria Ashby Ltda
Cervejaria Backer
Cervejaria Bamberg
Cervejaria Bierland
Cervejaria Bodebrown
Cervejaria Bohemia
Cervejaria Burgman
Cervejaria Buzios
Cervejaria Capapreta
Cervejaria Cathedral
Cervejaria Dogma
Cervejaria DOM Haus
Cervejaria Dortmund
Cervejaria Invicta
Cervejaria Júpiter
Cervejaria Klein
Cervejaria Loba
Cervejaria Oito Ltda
Cervejaria Premium Paulista
Cervejaria Schornstein
Cervejaria Taquaras Ltda
Cervejaria Tupiniquim
Cervejaria Urbana
Cervejaria Votus
Chopp Alemão Klaus Bier
Colorado
Dama Bier
Haus Dreizehn Cervejaria
Hausen Bier
Hija de Punta
Hocus Pocus
Indústria Andreense de Cervejas Artesanais Ltda
Juan Caloto
Koala San Brew
Magnus Prime Beer
Mea Culpa
Mestre-Cervejeiro
Microcervejaria DaDo Bier
Perro Libre
Seasons Craft Brewery
Solerun
Three Monkeys Beer
Wäls
Way Beer
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World Beer Cup 2016
15 setembro, 2015
Vídeo & Fotos: Conheça a Salumeria Tarantino
Recém-inaugurada no bairro de Pinheiros, a Salumeria Tarantino oferece produtos artesanais de muito qualidade e pouco encontrados na capital paulista.
Sim, é a mesma Tarantino que fez a parceria comercial com a Interfood e a mesma da Tarantino Beer, que inclusive é servida na Salumeria. Os três rótulos (Session IPA, IPA e Double IPA), produzidos com Doug Odell (Odell Brewing) - EUA, estão disponíveis no formato chope e garrafa.
Além das cervejas, a casa trabalha com uma carta de vinhos nacionais, todos de pequenos produtores. A princípio, apenas vinículas gaúchas estão disponíveis, mas a intenção é ampliar essa carta com vinhos de todo país.
As opções gastronômicas também são muito interessantes, o cardápio vai de Focaccias (Pomodori, Calabresa Apimentada e Margherita), Paninis (Brie, Calabresa Apimentada, Pastrami e Presunto) até uma Tábua de embutidos artesanais (com Pastrami, Copa, Pancetta, Salame tipo italiano, queijo Canastra, pão Ciabatta, Azeitonas, Molho Honey Mostrad, Picles em conserva e frutas da estação).
Focaccia e Paninis
Tábua de embutidos - pequena
Segundo Gilberto Tarantino, proprietário da Salumeria, a casa também deve servir massas em breve.
Serviço:
Salumeria Tarantino
Endereço: Rua Padre Carvalho 227 - Pinheiros
São Paulo - SP
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado - 12h às 20h.
Conheça o ambiente da Salumeria Tarantino:
Salumeria Tarantino from All Beers on Vimeo.
04 agosto, 2015
Conheça o terceiro rótulo da Tarantino Brewery
Chega essa semana nos pontos de venda o terceiro rótulo da Tarantino Brewery, a Double IPA.
Produzida por Doug Odell (Odell Brewing) e Victor Marinho, com 8,5% de teor alcoólico, 80 IBUs (Unidade de Amargor) e os lúpulos Citra, Chinook, Simcoe e Mosaic.
Os dois primeiros rótulos da Tarantino foram a IPA e a Session IPA, também assinadas pelo norte-americano Doug Odell.
O rótulo novamente foi feito pelo ilustrador Ciro Bicudo. Segundo Gilberto Tarantino, proprietário da Tarantino Brewery, a ideia é manter o estilo artístico dos rótulos como uma série.
30 junho, 2015
Tarantino Brewery: Novas cervejas em breve
Em 2013 nasceu a Tarantino Brewery, cervejaria cigana de Gilberto Tarantino, proprietário da importadora Tarantino (Mikkeller, Brewdog, Rogue), que hoje tem seu portfólio diluído com outras marcas da importadora Interfood.
Com a ideia da cervejaria em mente, Gilberto convidou Doug Odell, proprietário da cervejaria norte-americana Odell Brewing para fazer duas receitas e também para acompanhar a primeira brassagem. Já no Brasil, a produção aconteceu junto com o cervejeiro Victor Marinho na cervejaria Dortmund, em Serra Negra (SP).
O All Beers acompanhou de perto e registrou tudo no vídeo abaixo:
All Beers acompanha Doug Odell (Odell Brewing) no Brasil from All Beers on Vimeo.
Assim surgiram os dois primeiros rótulos da Tarantino Brewery, a Session IPA e a IPA que foram lançadas oficialmente no IPA Day Brasil do mesmo ano.
Além dessa parceria, Doug também passa essa semana pela Cervejaria Nacional para uma segunda brassagem da Pingado IPA, leia mais aqui.
Veja a entrevista que o All Beers fez com Doug Odell:
Entrevista com Doug Odell - Odell Brewing (EUA) from All Beers on Vimeo.
03 fevereiro, 2015
Run, Mikkeller, Run!
Conhece o Mikkeller Running Club?
São basicamente corridas organizadas pela cervejaria dinamarquesa Mikkeller, com a ideia básica de diversão, ou seja, não precisa ser profissional.
O evento já é realizado em algumas cidades pelo mundo, e agora chega em São Paulo. Gilberto Tarantino, nome responso sável pela marca no país, tem uma ligação antiga com corrida e competições, assim como Mikkel Borg, proprietário da Mikkeller.
No começo de janeiro uma primeira experiência com o MRC foi feita em São Paulo (foto abaixo), mas agora a primeira data oficial de treino foi agendada.
Acontece no dia 07 de fevereiro, com assessoria da Quark Sport e com partida no Vinil Burger, que fica no bairro de Pinheiros.
O início do treino está marcado para 8:30 da manhã e para se inscrever basta comprar a camiseta do MRC (tecido dry-fit), por R$60,20. As vagas são limitadas, apenas 20 camisetas disponíveis. Pagamento antecipado e entrega das camisetas no dia.
Serviço:
Mikkeller Running Club - São Paulo - Brasil
Data: 07/02/2015
Horário: 8:30 até 10:30
Partida: Vinil Burger, na Rua Padre Carvalho 18 - Pinheiros.
Para inscrições e informações, entre aqui.
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09 dezembro, 2014
Bob Pease, Diretor da Brewers Association fala sobre Tarantino, Interfood e Empório Alto dos Pinheiros (Vídeo)
Bob Pease, Diretor da Brewers Association fez um vídeo especialmente para uma convenção interna da Interfood, na ocasião a importadora Tarantino foi apresentada como nova parceira.
No vídeo que o All Beers publica pela primeira vez, Bob Pease fala sobre o crescimento do mercado de cervejas artesanais nos Estados Unidos e principalmente no Brasil. Inclusive, ele citou a lista dos melhores bares do mundo, em que o Empório Alto dos Pinheiros aparece.
Em 2011, Bob Paese esteve no Brasil com uma Missão cervejeira norte-americana organizada pela importadora Tarantino.
Kathia Zanatta, Bob Pease e Raphael Rodrigues
Veja o vídeo completo:
Bob Pease - Brewers Association from TarantinoBeer on Vimeo.
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03 outubro, 2014
O que aconteceu com a Founders (EUA) no Brasil?
A cervejaria norte-americana Founders virou assunto de todos do meio cervejeiro nos últimos meses aqui no Brasil, mas deixando as especulações de lado, o All Beers foi na fonte buscar a verdade sobre o futuro dela no país.
A princípio conversamos com Gilberto Tarantino, proprietário da importadora Tarantino que tem a exclusividade da marca no país. Sobre o futuro da Tarantino, leia aqui.
Gilberto confirmou que a Founders não continuará no Brasil, mas que ainda existe um contâiner para ser liberado com todos os rótulos no porto, ou seja, teremos algumas cervejas nos próximos meses.
Com essa informação, o All Beers entrou em contato com a própria cervejaria para saber o que aconteceu. Rapidamente tive um retorno sobre o acontecido.
Segundo a Founders, o único motivo pela interrupção da exportação foi totalmente estratégico, no momento eles entenderam que era melhor focar no mercado interno americano e inclusive elogiaram o trabalho feito pela importadora Tarantino no país.
Aproveite as últimas garrafas e latas da Founders nos próximos meses no Brasil!
Veja como foi o Founders Fest 2014:
22 agosto, 2014
Fim da parceria entre importadora Tarantino e Have a Nice Beer
Em novembro de 2013 a parceria entre importadora Tarantino e o Clube de Cervejas Have a Nice Beer foi anunciada e agora, agosto de 2014, ela chega oficialmente ao fim.
Alguns boatos já estavam circulando nos bastidores do meio cervejeiro e ontem, o All Beers conversou com Gilberto Tarantino por telefone sobre o fim da parceria, que segundo ele terminou de forma amigável.
Segundo Gilberto, foram diferentes pontos de vista e de projetos que levaram ao fim da parceria.
Sobre as marcas da Tarantino, apenas a Faxe (Dinamarca) ficou com a Have a Nice Beer e Wine.com. As demais marcas como Brewdog, Mikkeller, Founders, Rogue, North Peak, Anderson Valley, Jolly Pumpkin, entre outras, continuam no portfólio da importadora.
A Tarantino continua suas operações e já anunciou oficialmente seu novo parceiro, a Interfood (Duvel, La Chouffe, Vedett, Youngs, Wells, entre outras marcas).
O estoque da Tarantino continua sendo vendido normalmente e os contâiners da nova parceria com a Interfood devem chegar já no final setembro, início de outubro. Segundo Gilberto, o primeiro será de Brewdog, seguido por Mikkeller, Rogue e Anderson Valley.
O All Beers conversou também com Rafael Borges, um dos sócios do Have a Nice Beer, que confirmou o rompimento amigável da parceria.
Rafael aproveitou para adiantar que o clube de cervejas vai investir em importações e que em breve teremos novidades.
29 agosto, 2013
Bar da BrewDog em São Paulo divulga facebook e twitter

A Tarantino Multibeer divulgou hoje pela manhã as redes sociais do Bar BrewDog São Paulo, segue abaixo os endereços de facebook e twitter para acompanhar e curtir as novidades que devem vir em breve.
Facebook:
https://www.facebook.com/brewdogsaopaulo
Twitter:
https://twitter.com/BrewDogSaoPaulo
Recentemente, Gilberto Tarantino (Tarantino MultiBeer e um dos sócios do Bar BrewDog São Paulo) foi matéria do Financial Times e Folha de São Paulo sobre "Crowdfunding":
James Watt (BrewDog) no Brasil from All Beers on Vimeo.
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27 janeiro, 2012
Cervejeiro punk é contra a Pilsen genérica
Tudo porque a cerveja deles é punk. Enquanto os pubs britânicos estão em decadência, a rede BrewDog cresce com clamor popular. A maior cervejaria artesanal independente da Escócia lançou o primeiro bar com bandeira própria em 2010, na cidade de Aberdeen. Hoje, são cinco entre Escócia e Inglaterra, com a meta de chegar a dez até o fim de 2012. Amanhã, um dos fundadores da empresa, o jovem James Watt, chega ao Brasil para fechar o acordo que vai viabilizar o primeiro bar do grupo fora do Reino Unido, em São Paulo.A BrewDog foi oficialmente lançada em 2007. Watt e seu sócio, Martin Dickie, tinham então 24 anos e pegaram um empréstimo de 30 mil libras para começar. A dupla provou que a tecnologia não é o único caminho para a moçada ganhar dinheiro com irreverência: fecharam 2011 com um faturamento de 7 milhões de libras e um crescimento em vendas de 250% nos últimos dois anos.
Seus produtos figuram em supermercados como o Tesco e até nas cartas dos melhores restaurantes do mundo como o Noma, em Copenhagen, e o DOM, em São Paulo. A empresa, como afirma o jovem escocês, foi criada tendo “o mesmo desprezo pelo mercado de massa de cerveja que os punks originais tinham pela cultura pop”.
As campanhas de marketing que a dupla faz na rede social é agressiva. “É a revolução da cerveja artesanal”, evangeliza Watt. Ele e Dickie jogam boliche para quebrar garrafas de Budweiser ou se vestem de Darth Vader para espatifar com o sabre de luz as long necks Stella Artois. “Queremos mudar a cultura monótona de beber cerveja. Por isso, fazemos bebidas inovadoras, progressistas e cheias de sabor”, diz Watt.
O mestre cervejeiro da BrewDog, Stewart Bowman, garante que usa 25 vezes mais lúpulo em suas criações que as “genéricas” do mercado. “We bloody love hops!” (amamos lúpulo mesmo!), alardeia.
A personalidade de cada cerveja da marca é expressa em rótulos provocativos como “Sink the Bismarck!”, a mais alcóolica do mundo, ou “Trashy Blonde”. As mais “populares” da BrewDog são a “Punk IPA” e a “Hardcore”. Claro que com o uso de mais e melhores ingredientes a bebida artesanal custa mais. Os fundadores dizem que se pessoas pagam mais por uma taça de um bom chardonnay, por que não fazer o mesmo com uma elaborada cerveja artesanal? “Beba menos, mas beba melhor”, pregam Watt e Dickie. No Brasil, para se ter uma ideia, uma long neck da marca custa em torno de R$ 15.
O discurso antipilsen tem dado resultado. Em junho do ano passado, eles colocaram à venda uma cota de ações, não listada em bolsa, para ser vendida on-line. O processo, todo auditado, ganhou destaque nas principais publicações de economia britânicas, incluindo o “Financial Times”, e foi batizado de “Equity for Punks”. Até janeiro deste ano, o esquema atraiu seis mil acionistas e captou 2,2 milhões de libras. A oferta inicial era de quatro ações por 95 libras e o maior investidor comprou 25 mil libras. Tudo isso para ajudar a BrewDog a construir uma fábrica ecológica em Aberdeen que vai quintuplicar sua capacidade para 500 mil hectolitros e ainda permitir a abertura de novos bares.
A contrapartida para os acionistas vai de descontos eternos no bares até acesso privilegiado a edições especiais das cervejas. Eles também podem dar pitacos via internet nas decisões da empresa. “Todo nosso esforço é para estar cada vez mais perto de quem consome nossas cervejas.”, diz Watt. O blog oficial da BrewDog é atualizado constantemente com vídeos debochados apresentados por Watt e Dickie que chegam a 300 mil acessos por mês.
A cervejaria exporta hoje 55% de sua produção para 27 países, mas com a ampliação da fábrica esse percentual vai crescer. O Brasil está em sétimo lugar no ranking dos principais compradores. “Mas está expandindo”, destaca Watt. A dificuldade está justamente no gargalo de produção da empresa. “Só não trazemos mais de um contêiner por mês porque eles não tem como atender. Tem vários países esperando na lista para começar a vender BrewDog”, conta Gilberto Tarantino, representante exclusivo da marca no Brasil.
Foi esse desempenho e a percepção do desenvolvimento do consumo local de cerveja artesanal que fez com que Watt convidasse Tarantino para ser sócio no primeiro bar BrewDog brasileiro. No Reino Unido, a empresa é dona de todas as unidades. Só que enquanto um bar lá custa em torno de 100 mil libras, aqui o investimento deve ser de R$ 1 milhão. Como “não entende nada da área”, Tarantino topou a parada, mas vai incluir na sociedade um grupo especializado em gestão de bares.
A reunião, da qual Watt vai participar, será na segunda-feira. ”Tive de encontrar um grupo que não tivesse contrato de exclusividade com nenhuma das cervejarias tradicionais”, explica Tarantino. O lema do bar BrewDog é “No Tennents (marca tradicional), no Carling (outro rótulo de massa), no Smirnoff, no televisions.” Tudo para não parecer um pub. Outras marcas convidadas de cervejas artesanais podem ser vendidas, assim como vinhos ou destilados que não pertençam ao “mainstream”.
James Watt vai chegar amanhã ao Rio. E, logo de cara, pega um churrasco com brejas. Vai estar com um grupo carioca de cervejeiros artesanais. O moço punk não vai sofrer com o provável sambinha que vai rolar?
“Qualquer música combina com nossas cervejas. Bossa Nova e ‘Punk IPA’ pode ser incrível”, sugere. Tá bom.
Mas o que ele anda ouvindo de verdade? “Quando estamos ‘cervejando’ todo o prédio vibra com música. Dá última vez que estávamos misturando uns ingredientes rolava Pantera, Black Label Society, Down e Deftones”. Então, se cuida Zeca Pagodinho!
Fonte: Valor Econômico (27/02/2012)
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26 agosto, 2011
Sommeliers de cerveja surgem com a multiplicação de rótulos no mercado
Encher uma tulipa com um rótulo de primeira linha, caprichando para encontrar a medida certa do colarinho. Depois, observar a coloração, a espessura e a formação de bolhas no centro do copo. Em seguida, sorver vagorosamente o líquido, anotando mentalmente os aromas e sabores que compõem a bebida. No final, repetir a dose com outra garrafa, podendo dizer que o ritual faz parte de mais um dia de trabalho duro. Essa rotina, que é um sonho para muita gente, está virando o ganha-pão de vários paulistanos.
A exemplo do que ocorreu há tempos com os especialistas em classificação de vinhos, o ofício de degustação de cerveja está virando um negócio sério. Na capital, já existem dois cursos especializados na formação de beer sommeliers (o nome oficial da função) e um mercado de trabalho em expansão.
Há hoje na cidade cerca de 300 profissionais atuando nesse ramo. Eles montam a carta de cervejas de bares e restaurantes, dão dicas aos clientes sobre as variedades e opções de harmonização com pratos, cuidam dos estoques da casa e varrem o mercado em busca de novidades.
“Quase todos os dias experimento algo novo”, diz Paulo Almeida, beer sommelier e proprietário do Empório Alto dos Pinheiros, estabelecimento na Zona Oeste com cerca de 400 opções do produto. Bares e restaurantes não são os únicos campos de trabalho para eles. Diplomado no ano passado nesse ofício pela ABS, o empresário Gilberto Tarantino procurou a especialização para melhorar seu trabalho na importadora que leva seu nome. “Aumentei minhas compras em 600% nos últimos dois anos e decidi me aprofundar no assunto”, conta.
Paulo Almeida - Empório Alto dos Pinheiros Os craques podem embolsar 3.000 reais por mês de salário. Está longe de representar uma remuneração milionária, é verdade, mas é suficiente para animar mais gente a migrar para esse setor. Foi o caso de André Cancegliero, que largou uma carreira de dez anos em bancos para abraçar essa causa etílica. Sua especialidade atual é a organização de eventos como a feira de expositores do setor batizada de Beer Experience, que aconteceu no último sábado (20) no Centro de Convenções Frei Caneca. “Estou hoje realizado com o que faço”.
Os profissionais afirmam que o serviço, apesar das aparências, tem lá suas dificuldades, como a luta para que a bebida não repercuta em gordurinhas a mais na silhueta. Outro problema é a falta de regulamentação. “Não somos ainda reconhecidos oficialmente como categoria”, diz Cilene Saorin, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte.
Apesar disso, o curso para a formação de degustadores da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP), que existe há um ano, vai muito bem, obrigado. Cerca de 200 estudantes já saíram de lá diplomados. “Para a próxima turma, temos até lista de espera”, afirma a beer sommelière Kathia Zanatta, que se divide nas aulas com o mestre cervejeiro Alfredo Ferreira. Uma das alunas é Flávia Paiola, subgerente do Bierboxx, na Vila Madalena. “Temos mais de 200 variedades da bebida no bar. Sempre preciso ajudar os clientes com os pedidos”, diz ela. “Muitos especialistas em vinho também nos procuram”, revela Estácio Rodrigues, coordenador do curso da ABS-SP.
Nessa onda, Tiago Locatelli, da churrascaria Varanda — eleito no ano passado o melhor sommelier pelo júri da edição “Comer e Beber” de VEJA SÃO PAULO —, garantiu recentemente seu diploma. “A clientela está experimentando minhas sugestões e gostando”, orgulha-se ele, que montou uma carta de trinta marcas especiais para o restaurante.
Os profissionais afirmam que o serviço, apesar das aparências, tem lá suas dificuldades, como a luta para que a bebida não repercuta em gordurinhas a mais na silhueta. Outro problema é a falta de regulamentação. “Não somos ainda reconhecidos oficialmente como categoria”, diz Cilene Saorin, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte.
Apesar disso, o curso para a formação de degustadores da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP), que existe há um ano, vai muito bem, obrigado. Cerca de 200 estudantes já saíram de lá diplomados. “Para a próxima turma, temos até lista de espera”, afirma a beer sommelière Kathia Zanatta, que se divide nas aulas com o mestre cervejeiro Alfredo Ferreira. Uma das alunas é Flávia Paiola, subgerente do Bierboxx, na Vila Madalena. “Temos mais de 200 variedades da bebida no bar. Sempre preciso ajudar os clientes com os pedidos”, diz ela. “Muitos especialistas em vinho também nos procuram”, revela Estácio Rodrigues, coordenador do curso da ABS-SP.
Nessa onda, Tiago Locatelli, da churrascaria Varanda — eleito no ano passado o melhor sommelier pelo júri da edição “Comer e Beber” de VEJA SÃO PAULO —, garantiu recentemente seu diploma. “A clientela está experimentando minhas sugestões e gostando”, orgulha-se ele, que montou uma carta de trinta marcas especiais para o restaurante.
21 junho, 2011
Minha nova coluna no Rate Beer: South Beer Cup in Argentina
Nova coluna no Rate Beer, desta vez falo sobre a primeira edição do South Beer Cup em Buenos Aires na Argentina, unindo todos os países da América do Sul.Além de citar as medalhas recebidas pelos brasileiros, também coloquei algumas frases de nomes cervejeiros conhecidos no mercado nacional que estiveram por lá, como Alexandre Bazzo, Marcelo Carneiro, Kathia Zanatta, Gilberto Tarantino, entre outros.
Link para o Rate Beer
Link para a Hop Press
Veja as colunas passadas
07 junho, 2011
O que os brasileiros acharam do South Beer Cup na Argentina?

O All Beers perguntou para alguns brasileiros que estiveram no South Beer Cup 2011 que aconteceu em Buenos Aires, como foi o evento no geral?
Veja as respostas:

Tudo foi muito bom, já participei de outros concursos e este, por ser o primeiro foi excelente, claro que devemos melhorar algumas coisas para o próximo ano, mas o principal, que é a idoneidade dos resultados, foi 100%. Jurados altamente qualificados, nas categorias que julguei todos estavam concentrados e as notas eram muito semelhantes.
As cervejas chegavam de uma forma que não era possivel identificá-las, copo de vidro e agilidade no serviço.
Sem contar na parte educativa, palestras com pessoas interessantes, bom público, os jantares também estavam excelentes.
Conclusão, os Argentinos estão de parabéns.

Primeiramente achei o evento uma iniciativa super importante para união, confraternização e troca de conhecimentos entre os países da América do Sul. Acho que é esse o caminho que devemos seguir pra crescer e ajudar a cerveja artesanal no nosso país e continente.
O Martín e a Carolina, organizadores do evento, fizeram um excelente trabalho. Foi o primeiro Concurso de Cervejas realizado na América do Sul e com magnitude considerável. A organização é complexa e eles foram bastante atenciosos com todos e tudo.
Como degustadora, com a experiência dos concursos European Beer Star e World Beer Cup, pudemos perceber que as cervejas da América do Sul estão um pouco defasadas em relação às européias e americanas, por motivos óbvios, já que nosso Craft Beer Renaissance começou mesmo bem depois que o deles... entre elas, como a quantidade de prêmios mostra, pudemos observar que as cervejas brasileiras estão com uma vantagem qualitativa considerável em relação às argentinas, uruguaias e chilenas.
Para degustação, fomos divididos em grupos de 4 pessoas que julgaram os estilos dando as medalhas às melhores cervejas. Os jurados eram todos qualificados e procuraram realmente premiar somente as cervejas quem mereciam medalhas de acordo com as regras estabelecidas pelo concurso.
O Congresso técnico também foi muito interessante e de alto nível, e diversas informações relevantes foram divididas por profissionais da América do Sul e exterior.
Foi sem dúvida alguma um evento fundamental para o desenvolvimento das cervejas artesanais sul-americanas e para integração entre os países.
Espero por outras versões e que novas informações e atividades sejam acrescentadas.

O evento foi impecável nas suas intenções e admirável por suas características puramente microcervejeiras, claro que ainda pode melhorar muito.
Parece que algumas diferenças grandes de notas ocorreram entre os jurados durante a votação e desacordo quanto ao formato da competição, mas as palestras foram ótimas e o espírito de camaradagem entre cervejeiros sul-americanos vai ficar na memória de todos os que lá estiveram.
A grata surpresa me parece que foi o Uruguai, que embora ainda esteja dando seus primeiros passos nesta longa estrada microcervejeira, já começa fazendo boa figura. Tínhamos que ter um evento deste e mais meia dúzia de festivais por ano para fazermos nossa atividade virar de verdade, mas a coisa virá, você vai ver.
Ótima iniciativa que juntou várias cervejarias e nomes cervejeiros de toda América. Tem tudo para se tornar um evento muito importante.Algo muito positivo foi a presença dos norte-americanos Doug Odell (Cervejaria Odell), Pete Slosberg e do Stephen Beaumont (Canadá).
Tudo isso é muito importante para troca de informações e mostra uma grande união entre os continentes, fundamental para o crescimento cervejeiro da América do Sul.

Participei dos dois dias da Jornada Cervecera e foi muito bom, as palestras para quem já era cervejeiro ou quem começava a elaborar suas primeiras cervejas, foram bastantes elucidativas e muito dinâmicas. As palestras ministradas pela Kathia Zanatta, como sempre foram ótimas. Não consegui ir nas demais.
A palestra da Amanda Reintebach foi muito comentada, Cervejas Probióticas.
Agora o evento por ter sido o primeiro, foi muito organizado, muito prestigiado pelo meio cervejeiro, cervejarias de toda América do Sul estavam presentes.
Tomei uma cerveja da Patagônia, maravilhosa.
Pude fazer um intercâmbio muito útil e bastante enriquecedor entre a Backer e as demais cervejarias. O mais importante deste evento pra mim, foi perceber que o Brasil realmente está produzindo cervejas com qualidade e responsabilidade, as cervejarias brasileiras que concorreram com suas cervejas, não fizeram feio, pelo contrário, ficou nítido que o Brasil está anos a frente dos concorrentes que lá estiveram.
Fiquei muito feliz com a premiação da cervejaria do Alexandre (Bamberg), muito justo, do nosso amigo Marcelo (Colorado), dos meninos da Bodebrown.
Só não engulo mais Eisenbahn e Baden Baden como micro!
Não posso deixar de comentar a nossa medalha! Estamos irradiando alegria! Fomos umas das microcervejarias pioneiras no Brasil e só quem passou pelas dificuldades que passamos sabe o tanto que foi e ainda é difícil sustentar uma empresa e crescer, principalmente em meio a tantos obstáculos, foi realmente gratificante!
Todo empresário quer e espera que seu produto seja reconhecido, principalmente depois de tanto esforço e trabalho!
Tomei uma cerveja da Patagônia, maravilhosa.
Pude fazer um intercâmbio muito útil e bastante enriquecedor entre a Backer e as demais cervejarias. O mais importante deste evento pra mim, foi perceber que o Brasil realmente está produzindo cervejas com qualidade e responsabilidade, as cervejarias brasileiras que concorreram com suas cervejas, não fizeram feio, pelo contrário, ficou nítido que o Brasil está anos a frente dos concorrentes que lá estiveram.
Fiquei muito feliz com a premiação da cervejaria do Alexandre (Bamberg), muito justo, do nosso amigo Marcelo (Colorado), dos meninos da Bodebrown.
Só não engulo mais Eisenbahn e Baden Baden como micro!
Não posso deixar de comentar a nossa medalha! Estamos irradiando alegria! Fomos umas das microcervejarias pioneiras no Brasil e só quem passou pelas dificuldades que passamos sabe o tanto que foi e ainda é difícil sustentar uma empresa e crescer, principalmente em meio a tantos obstáculos, foi realmente gratificante!
Todo empresário quer e espera que seu produto seja reconhecido, principalmente depois de tanto esforço e trabalho!

Acredito que o evento foi de grande importância para todo movimento cervejeiro. Veio fortalecer a cooperação entre os países e divulgar o movimento de cervejas especiais.
Tivemos a jornada cervejeira com ótimas palestras que vieram com ótimas informações técnicas para as cervejarias.
Parabéns ao Martin, Carolina e Somos Cerveceiros pela organização e empenho!

Achei que foi bem legal. Principalmente considerando que foi a primeira versão do evento.
As palestras foram de alto nível, o local do evento também merece destaque, um grande anfiteatro universitário.
O ponto mais forte para mim foi sem dúvida alguma ver a união da comitiva brasileira. Os representantes das cervejarias estavam todos juntos torcendo pelo Brasil! E cada medalha que saía, era comemorada por todos. Foi muito bacana ver isso! Mostra que neste mundo das cervejas especiais no Brasil o propósito é único, maior, de ver a cultura cervejeira se difundindo, e ganhando mais corpo no país a cada dia que passa. Também foi muito bom ver que mesmo no começo de uma grande jornada, o Brasil está muito bem, e por isso se destacou tanto no evento!

Achei o evento muito bem organizado. Não participei efetivamente de nenhum dos momentos, porque estava realmente trabalhando, gravando o programa. Mas passei por todos eles, palestras e encontros noturnos, notando essa qualidade da organização.
Tenho ressalvas em relação ao concurso em si.
A primeira delas é que, sendo uma disputa entre microcervejarias, os próprios microcervejeiros não deveriam ser jurados. Mesmo confiando na ética e lisura de todos eles, não acredito que concorrentes tenham o mesmo foco como julgadores. Por que não convidar os tantos beer sommeliers, como você e eu o somos, para julgar?
Outra ressalva é sobre a participação de Eisenbahn e Baden Baden... oras, elas já não estão na mesma categoria micro como uma Antares, uma Falke Bier ou a BodeBrown.
A terceira ressalva é sobre a entrega das medalhas, muito confusa e chata também. Eram 25 categorias de cervejas, com medalhas de bronze, prata e ouro. Imagina a demora e a confusão para o público que não entendia muito bem.
Acho importantíssima a troca de experiências entre países irmãos, principalmente pela diferença das realidades de cada um deles com relação à cerveja. Acho que o evento tem muito potencial para acontecer todos os anos, mas deve ser um evento lapidado.
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